Cheguei naquele salão fodido depois de um dia de trampo que destruiu minhas pernas. Dor pra caralho nas panturrilhas, nos pés inchados, só queria relaxar um pouco. Nunca na minha vida imaginei que uma simples massagem nos pés ia terminar com meu cu piscando e minha boca cheia de porra quente. O cara que me atendeu era um moreno alto, braços veiúdos, cara de safado nato. Nome dele era Rafael, e o toque dele já começou me deixando com um calor subindo pela espinha.
Ele pegou meus pés destruídos e começou a apertar com força, exatamente como eu pedi. Enquanto massageava, a gente foi conversando sobre vida, trampo e festinhas. A cada palavra, o clima ficava mais pesado. Meu pau já dava sinal de vida dentro da cueca, latejando sem eu conseguir controlar. Ele sorria daquele jeito sacana, perguntando se eu queria algo mais forte. Respondi que sim, mano, manda ver. Não sabia que “mais forte” ia incluir ele subindo as mãos pelas minhas coxas, apertando minha bunda e me deixando todo arrepiado.
Quando virei de bruços pra ele massagear as costas, o negócio esquentou de verdade. O toque dele virou carícia, depois beijo no pescoço, depois mão boba explorando cada canto do meu corpo. Senti o volume dele roçando na minha bundinha e quase gozei ali mesmo. Ele era guloso, safado pra porra, sabia exatamente onde apertar pra me fazer gemer como uma putinha no cio. A massagem virou outra coisa completamente: boca quente, dedos invadindo, rola grossa roçando na entrada do meu cuzinho.
Ele me deixou de quatro na maca, deu uns tapas bem dados na bunda e meteu devagar no começo, só pra eu sentir cada centímetro daquela piroca veia grossa abrindo meu rabo. Depois veio com força, socando fundo, me chamando de safado, de putinha, enquanto eu pedia mais. A sensação era absurda, prazer misturado com aquela dor gostosa que só uma boa foda entrega. Gozei como nunca, jorrando enquanto ele ainda metia sem parar, até encher meu cu de porra quente.
Depois da primeira rodada, a gente não parou. Rolou mais pegação, mais chupada, mais safadeza. O cara sabia foder de verdade. E o melhor: não ficou só na foda. A conexão foi tão forte que a gente acabou se vendo de novo, saindo, curtindo a cidade juntos, sempre terminando com muita rola, cu e gemido alto.
Se você curte contos erotico bem safados, cheios de detalhe quente e sem frescura, esse aqui vai te deixar com o pau latejando do começo ao fim.
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