Eu sou a Camila, tenho vinte e oito anos, cabelo preto liso até a cintura, corpo magrinho mas com uma bunda que já tomou uns tapas antes. Trabalho como designer freelancer, vivo sozinha num apê simples e meu namorado André, trinta anos, é um cara tranquilo, meio nerd, que curte videogame e cerveja. A gente tava junto há uns dois anos e o sexo sempre foi bom, mas nada fora da curva.
Até que um dia, umas semanas atrás, ele soltou no meio de uma transa uma ideia que me fez rir no começo. Achei que era só papo de tesão, mas o brilho no olho dele me deixou com a pulga atrás da orelha. No dia seguinte ele voltou no assunto sério pra caralho e eu gelei. Mas o tesão de imaginar outra pessoa me pegando na frente dele falou mais alto. Beleza, marca, eu disse tentando parecer descolada, mas por dentro tava um nervoso do cacete.
A gente combinou de ir no fim de semana pra casa dela, a umas três horas de carro. No caminho eu tava calada, pensando no que eu tinha me metido, enquanto o André dirigia animado pra porra, falando de como ela era intensa e sem limite. Eu só balançava a cabeça, imaginando uma mina gostosa e o que poderia rolar.
Chegamos numa casa meio isolada, tipo um sítio, com portão enferrujado e luzes fracas. O que rolou a partir dali foi uma loucura que me tirou do sério. Fui colocada no centro de tudo, nua, exposta, e o tesão misturado com o medo me deixou tremendo. Meu corpo reagiu de um jeito que eu não esperava, aguentando coisas pesadas que me fizeram gritar e chorar, mas também me deixaram molhada e querendo mais.
Eu me entreguei completamente, obedecendo comandos que me humilhavam e me excitavam ao mesmo tempo. A dor vinha forte, queimando a pele, mas o prazer era maior, me fazendo gozar mesmo no meio do sofrimento. O André tava ali o tempo todo, olhando, excitado, e isso me dava um orgulho do caralho mesmo eu estando destruída.
Depois de tudo eu tava exausta, o corpo marcado, doendo pra cacete, mas com uma sensação de ter vivido algo único. Eu tinha caído num buraco de desejo extremo, onde limites foram ultrapassados e eu descobri um lado meu que adora ser dominada, usada e quebrada. Meu namorado ficou louco com o que viu, dizendo que eu era perfeita, e eu senti um calor no peito misturado com a dor.
No carro de volta eu só olhava pela janela, sentindo as marcas no corpo e pensando em como tudo tinha escalado tão rápido. O André tava eufórico, falando de voltar logo, e eu balancei a cabeça concordando por dentro. Era um buraco onde eu tinha caído, e eu não sabia mais como sair, nem se queria. O tesão de ter me entregado daquele jeito era viciante pra caralho.
Clica no player do vídeo e vem viver essa história completa comigo, palavra por palavra, como se você estivesse lá sentindo cada segundo.




