Contos Erotico

18 Anos Virgem Arrombado pelo Pauzão Preto do Vizinho Casado em Noite Quente de São Paulo

Porra, eu tinha só 18 anos, ainda virgem pra caralho, sem nunca ter encostado em homem nem mulher. Era uma noite abafada de verão em São Paulo, bairro quieto, e eu tava lá em casa do vizinho senhor Carlos cuidando das crianças enquanto a mulher dele viajava.

O cara é um negão enorme, 1,88 de puro músculo, corpo de treinador de futebol que faz qualquer um babar. Eu sempre olhava escondido quando ele cortava grama suado, peito largo brilhando, braços definidos. Naquela noite, sem querer, sujei minha calça de molho e acabei pegando um short dele emprestado que mal ficava no meu corpo. Quando ele chegou tarde, suado do treino e da cerveja, o clima mudou rápido pra caralho.

Ele me levou pro quarto dele, tirou a regata mostrando aquele peito musculoso, depois a calça, ficando só de cueca com um volume que não dava pra ignorar. Meu coração tava disparado. Eu troquei de roupa na frente dele, sentindo o olhar dele descendo pelo meu corpo branquinho, quadris largos e bunda redonda. O short escorregava, a calça de academia da esposa dele apertava meu cu de um jeito que já me deixava louco.

Quando ele saiu do banho com a toalha na cintura, a coisa esquentou de verdade. Eu espiei, vi aquele pau grosso balançando, e não resisti. Ele percebeu, me chamou pra perto, me beijou com força e me fez ajoelhar. Meu primeiro gosto de pauzão preto, quente, veioso, enchendo minha boca enquanto eu chupava desajeitado mas cheio de tesão. Ele gemia rouco, segurava meu cabelo e me ensinava a mamar direito.

Depois me colocou no colo, passou óleo e enfiou devagar aquele monstro no meu cu virgem. Doeu pra porra no começo, queimando tudo, mas logo virou um prazer insano que me fazia gritar como uma vadia. Ele me fodeu de frente, de quatro, socando fundo, batendo as bolas na minha bunda, chamando de putinho branquinho enquanto eu pedia mais, gemendo sem vergonha. Meu pau duro pingava sem nem tocar, gozei jorrando tudo no lençol enquanto ele me enchia lá dentro.

Caralho, foi uma foda bruta, suada, sem enrolação. Meu corpo delicado contra aquele negão casado, sentindo cada estocada grossa me abrindo inteiro. Fiquei viciado na hora, cu ardendo mas já querendo repetir.

Esse é um dos contos erótico mais safados que já rolou por aqui, puro tesão realista e direto.

Assiste agora o vídeo completo no player abaixo e sente cada gemido, cada tapa, cada socada bem de perto. Vem viver essa putaria comigo.

Era Só Uma Mamada e Levei Rola no Cu na Lapa

Nem sei por onde começar essa loucura que rolou comigo. Era sexta-feira, noitada pesada na Lapa, Rio de Janeiro, chopp gelado, música ao vivo e eu, Cauê, surfista de 24 anos com o corpo sarado, só querendo curtir o rolê. Tava num canto tranquilo quando vi ele: o Léo, mecânico de 30 e poucos, moreno, cabelo raspado, barba cerrada, corpo de quem malha pra caralho e um olhar de safado que já entregava o jogo.

Troquei ideia com o cara, o papo fluiu fácil, as mãos se tocaram sem querer e o clima esquentou pra porra. Ele soltou que tava com um tesão do cão depois de um trampo suado na oficina. Eu retruquei na hora, porque também tava louco pra sentir aquela pegada firme. Saímos do bar, fomos pra uma ruazinha escura e o filho da puta me encostou na parede com força. O beijo veio quente, língua se enrolando, mão dele apertando minha bundinha por cima da calça. Safado pra caralho.

Desci o olhar e vi aquela rola grossa, veia pulando, babando de tesão. Me ajoelhei ali mesmo no beco, lambi da base até a cabecinha sentindo o gosto salgado e comecei a mamar com vontade. Chupei gostoso, guloso, brincando com as bolas enquanto ele segurava meu cabelo e ditava o ritmo. O risco de ser pego só deixava tudo mais safado. Caralho, que rola deliciosa, grossa demais pra uma mão só.

Mas o Léo não aguentou só na boca. Virou meu corpo, abaixou minha calça e meteu devagar no meu cuzinho apertado. Doeu no começo, mas logo virou prazer puro. Ele socava com força, segurando minha cintura, gemendo rouco no meu ouvido: “Seu cuzinho é apertadinho pra caralho, mano”. Eu rebolava pedindo mais, implorando pra ele me encher de porra. E ele gozou gostoso, jatos quentes me invadindo enquanto eu me contorcia de tesão.

A noite não parou por aí. Fomos pro apê dele, mais cerveja, mais putaria. Ele me jogou no sofá, mamou minha rola com uma chupada profunda que me fez delirar. Depois me fodeu de novo de quatro, de lado, cavalgando no colo dele, o sofá balançando com as estocadas brutas. Tapas na bunda, cabelo puxado, gemidos altos e muito leite quente enchendo meu cu mais uma vez. Era foda insana, selvagem, sem limite.

Entre uma rodada e outra rolou papo, risada, conexão de verdade. Mas no dia seguinte veio a bomba: ele ia se mudar pra São Paulo. Mesmo assim a gente aproveitou cada segundo que sobrou, curtindo o presente sem pensar no depois. Meses depois ele voltou pro Rio num feriadão e a química explodiu de novo entre praia, festa e muita safadeza.

Se você curte contos erotico bem safados, cheios de rola grossa, cu arrombado e porra quente, esse aqui vai te deixar com a mão na pica o tempo todo.

Quer sentir cada detalhe dessa foda louca na Lapa como se estivesse ali? Corre pro player do vídeo e mete play agora pra ouvir a narração completa…

Fui Arrombado por Dois Machos Safados na Laje do Pagode e Gozei como uma Putinha Descontrolada

E aí, mano, vou te contar uma fita que rolou comigo e com dois trutas meus numa sexta à noite que deixou meu cu piscando até hoje. Tava rolando um pagodinho na laje, cerveja gelada, churrasquinho e a vibe boa, mas de repente a parada esquentou pra caralho quando um deles passou a mão na minha bundinha de brincadeira. Eu ri, mas por dentro já tava com o pau mexendo só de imaginar onde aquilo ia parar.

Aí o clima mudou rapidinho. Olhares safados, indiretas pesadas, e as mina zoando que ia dar tapa ou beijo. Eu entrei na onda sem frescura, porque o tesão já tava subindo e eu queria ver até onde aqueles dois machos malhados iam levar a brincadeira. Quando a gente desceu pro quarto pra pegar gelo, o bagulho ficou louco de verdade. Beijo molhado, mão na rola, corpo colado no corpo, e eu no meio daqueles dois safados que não tinham limite.

Eles me preencheram por todos os lados, mano. Um metendo gostoso enquanto o outro enfiava a rola na minha boca, me fazendo chupar com fome. Eu tava gemendo feito vadia, sentindo cada centímetro grosso entrando fundo, socando sem piedade no meu cuzinho apertado. A pegada era bruta, suada, com tapa na bunda, gemido rouco e porra escorrendo. Um me chamava de putinho safado enquanto o outro lambia tudo, preparando pra meter mais forte.

A suruba foi insana. Trocaram de posição, me viraram de quatro, me comeram de frente e de costas, e eu só pedia mais rola, mais fundo, mais forte. O quarto virou um puteiro particular com barulho de pele batendo, suor voando e gemidos que nem o funk da laje conseguia abafar. Eu gozei uma vez, depois outra, com a boca cheia e o cu arrombado, sentindo aqueles machos gozando quente dentro e fora de mim.

Foi uma noite de putaria sem limites entre três amigos que se conheciam desde o colégio. O tesão tomou conta e a gente se entregou completamente, virando uma bagunça gostosa de corpo suado e desejo cru.

Se você curte contos erotico bem safados e sem frescura, clica no player do vídeo aí embaixo e vem acompanhar cada gemido, cada estocada e cada jato de porra dessa fita insana.

Meu Marido Ama Me Ver Sendo Arrombada Por Um Pauzudo Selvagem

E aí, eu sou a Mari, uma safada de 28 anos que mora na periferia mas vive uma vida sexual que é puro fogo no rabo. Meu marido, o Carlos, tem uma tara do caralho: ele ama pra caralho me ver sendo fodida sem dó nem piedade por outro macho. Não é sexo romântico não, é daquele tipo bruto, onde eu viro uma putinha gemendo alto enquanto levo rola grossa até o talo.

A gente começou nessa loucura meio por acaso, depois de uns drinks. Ele confessou que ficava louco só de imaginar eu de quatro tomando pirocada forte na frente dele. No começo fiquei meio chocada, mas a ideia foi molhando minha xoxota de um jeito que eu não consegui negar. Hoje em dia nossa cama (e o sofá também) virou palco dessa putaria toda e eu adoro cada segundo.

Hoje vou contar uma noite inesquecível que rolou numa sexta-feira. O Carlos tinha marcado com um cara que a gente conheceu online, o Rodrigo, um moreno alto, malhado pra porra, com um olhar de quem já vem pra comer. Eu me arrumei toda: lingerie mínima que mal cobria meus peitos e minha bunda, batom vermelho bem puta, salto alto e aquela ansiedade misturada com tesão que deixa a calcinha encharcada.

Quando a campainha tocou meu coração disparou. O Rodrigo entrou, me olhou de cima a baixo e soltou um “uau” bem safado. Não perdeu tempo: me puxou pro beijo quente, já apertando minha bunda e roçando aquela pica dura em mim. O Carlos sentou na poltrona do lado, de pau na mão, só assistindo tudo com cara de quem tava vivendo o sonho.

O Rodrigo me jogou no sofá, ajoelhou, puxou a calcinha pro lado e começou a me chupar com uma fome danada, lambendo meu grelo e enfiando a língua fundo na minha buceta molhada. Eu gemia feito uma vadia, segurando o cabelo dele enquanto rebolava na cara dele. Depois ele levantou, tirou aquela rola grande e grossa pra fora e me fez mamar gostoso, segurando minha cabeça e fodendo minha boca enquanto eu olhava pro meu marido se punhetando loucamente.

Ele me virou de costas, me deu uns tapas bem ardidos na bunda e me meteu tudo de uma vez, estocando forte, me arrombando sem pena. Eu rebolava no ritmo, sentindo cada centímetro me rasgando de prazer. Depois cavalguei ele como uma puta desesperada, peitos balançando, enquanto o Carlos gemia assistindo a cena. Mudamos de posição várias vezes: de quatro, de lado, ele me comendo com força e ainda brincando com meu cuzinho, me deixando louca de tesão.

A foda foi ficando cada vez mais bruta, com tapas, puxões de cabelo e gemidos altos pra caralho. Eu gozei gostoso pra porra, tremendo inteira, e o Rodrigo ainda me fez chupar ele de novo sentindo meu próprio gosto. No final ele gozou na minha boca e eu engoli tudo como a putinha obediente que sou, enquanto o Carlos também explodia de tanto tesão.

Depois ficamos ali deitados no tapete, suados e satisfeitos, curtindo o rescaldo daquela putaria intensa. Foi uma noite que deixou todo mundo realizado e com vontade de repetir.

Se você curte contos erotico bem safados e cheios de putaria de verdade, clica agora no player do vídeo e vem ouvir essa história quente narrada com tesão.

Meu Marido Ama Me Ver Sendo Arrombada por Três Paus Grosos Enquanto Ele Bate Punheta Babando

E aí, sou eu de novo, a Mari, a putinha safada do Carlos que vive molhada só de imaginar uma boa rola me rasgando. Essa noite foi daquelas que o cu e a buceta ficaram latejando por dias, cara. Meu marido tava louco de tesão só de planejar tudo, aquele corno tarado que adora me ver virar uma vadia completa na frente dele.

Tava uma noite quente pra caralho, daquelas que a gente só pensa em putaria pesada. Eu já tava no sofá com a mão na bucetinha melada, imaginando uns machos novos me usando sem dó. Carlos veio por trás, passou a mão no meu corpo e sussurrou no meu ouvido que ia ser inesquecível. Minha bucetinha pulsou na hora, caralho. A expectativa me deixou toda arrepiada e molhada pra dedéu.

Na sexta-feira o grande dia chegou. Escolhi aquela lingerie vermelha safada que mal cobre minha bucetinha e meus peitos. Unha feita, cabelo arrumado, pronta pra ser a vagabunda deles. Quando a campainha tocou meu coração disparou. Carlos abriu a porta e lá estavam os três: um moreno alto musculoso, um loiro de olhos azuis com sorriso malicioso e um moreno claro de barba por fazer que me deu arrepio só de olhar.

Eles entraram me olhando como se eu fosse um pedaço de carne pra devorar. Carlos sentou na poltrona com o pau já duro marcando na calça, pronto pra bater punheta enquanto me via virar puta. Os caras se aproximaram e o clima esquentou rapidinho. O moreno de barba ajoelhou na minha frente, puxou minha calcinha pro lado e enfiou a língua quente na minha bucetinha encharcada, lambendo cada dobra enquanto eu gemia feito uma cadela no cio.

O loiro veio por trás sussurrando putarias no meu ouvido e o moreno alto apertava meus peitos com aquelas mãos grandes. Logo eu tava chupando uma rola grossa, engasgando enquanto era dedada fundo. Carlos do outro lado se punhetava freneticamente, babando de tesão ao ver a esposa sendo tratada como uma biscate.

A coisa ficou braba pra valer. Me colocaram de quatro e começaram a me foder sem piedade, uma rola na buceta, outra no cu e a terceira na boca. Socadas brutais, tapas na bunda, puxão de cabelo, enforcadinha leve que me deixava tonta de prazer. Eu gritava, babava, implorava por mais como a piranha desesperada que sou. Meu marido assistia tudo de perto, gemendo e incentivando: “Isso, fode a piranha dela, ela adora ser arrombada”.

A intensidade foi subindo, cada estocada mais violenta, cada xingamento me deixando mais molhada. Eu me sentia completamente usada, uma vadia de luxúria, corpo coberto de suor e gemendo sem parar. Quando eles gozaram, um enchendo minha boca, outro jorrando dentro da buceta e o último pintando meu rosto de porra grossa, eu gozei tão forte que quase desmaiei.

Depois caí no chão tremendo, exausta, coberta de porra, saliva e suor. Carlos me levantou, me abraçou forte e sussurrou que eu tinha sido incrível. Deitada nos braços dele, me sentindo a mulher mais desejada do mundo, ainda latejando de tanto prazer.

Se você curte contos erotico bem safados e reais assim, clica agora no player do vídeo e aproveita cada segundo dessa foda insana.