Contos Erotico

Contos Erotico — Tio Ricardo Come o Cuzinho da Sobrinha Carol no Sofá do Pai Dela Enquanto o Jorge Atrasa

Fala galera, aqui é o Caio contando mais uma foda insana que rolou de verdade. Era um dia daqueles de sol rachando, eu suando pra caralho e resolvi dar um pulo no apê do meu irmão Jorge pra bater papo. Cheguei lá, o cara ainda não tinha aparecido, mas quem me recebeu foi a Carol, a filha dele, só de blusão folgado, sem nada por baixo, parecendo que não esperava visita nenhuma.

A mina tava com um jeito meio distante no começo, mas logo percebi que ela tinha crescido pra caralho, virado uma gostosa da porra, toda mulherzinha com aquele corpo jovem e provocante. Sentei no sofá, ela trouxe água, sentou mais perto e cruzou as pernas de um jeito que o blusão subiu, mostrando a bucetinha depilada e aqueles peitos durinhos. Tentei não olhar, mas era foda resistir.

A conversa foi esquentando rápido. Ela perguntou das minhas namoradas, eu falei da vida de solteiro complicada, e logo a Carol tava se inclinando pra frente, o decote abrindo e revelando aqueles peitinhos perfeitos. O clima ficou pesado, cheio de tesão no ar. Ela confessou que pensava em coisas que só o pai dela sabia fazer, mas parecia querer mais. Quando menos esperava, a safada se aproximou, tocou minha mão e soltou: “E se a gente nem quiser saber de limites, tio?”

Meu pau já tava latejando dentro da calça. Antes que eu pudesse pensar direito, a Carol me beijou com fome, depois tirou o blusão e ficou completamente pelada na minha frente, a pele morena brilhando, bucetinha molhada e pronta. Sentou no meu colo, esfregou aquela xota quente no meu pau duro e sussurrou que queria me sentir dentro dela. Eu agarrei aqueles seios firmes, chupei, lambi, dedei até ela gozar gritando no meu dedo.

Depois a putinha mamou meu pau com vontade, engasgando no tamanho mas não parando, olhos lacrimejando de tesão enquanto me chupava como uma vadia faminta. Eu retribuí comendo aquela bucetinha melada com a língua até ela tremer de novo. Mas o que ela realmente queria era no cuzinho. Virei a Carol de quatro, empinei aquela bundinha redonda e meti devagar no cu apertado dela. A safada gemia “vai com calma tio”, mas logo implorava pra eu socar mais forte, chamando de “fode sua sobrinha putinha”.

Eu meti sem dó, alargando aquele cuzinho virgem enquanto ela gritava de prazer, pedindo pra eu enterrar tudo. Troquei de posição, fiz ela mamar de novo o pau que tinha acabado de sair do cu dela, depois voltei a comer o rabinho com força bruta até nós dois gozarmos juntos, eu enchendo o cuzinho dela de porra quente.

Foi uma foda proibida, selvagem e inesquecível, com a Carol se entregando como uma verdadeira putinha insaciável no sofá da casa do próprio pai.

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Contos Erótico — Meu Chefe Me Fodeu Até Eu Virar Putinha Dele no Escritório

Porra, galera, eu sou o Lucas, 24 anos, e até pouco tempo atrás eu jurava que era hétero pra caralho. Tinha namorada, vida certinha, trabalhava naquele escritório de advocacia sem reclamar. Mas aí tinha o Carlos, meu chefe de 38 anos, aquele macho imponente pra porra. Barba bem feita, olhar que perfura, corpo musculoso estourando dentro do terno caro. Toda vez que ele passava perto da minha mesa eu sentia o pau mexer no meio das pernas sem pedir licença. Eu tentava disfarçar, mas não rolava. Ficava imaginando aquela boca carnuda na minha, imaginando ele me dominando, me fazendo gemer feito uma vadia safada.

Certo dia, depois de um expediente foda, ele me chamou pra sala dele. Coração batendo na garganta, entrei e fechei a porta. O filho da puta foi direto: disse que via como eu olhava pra ele, que sabia exatamente o que eu queria. Eu quase gozei ali só de ouvir aquela voz grossa. Ele não enrolou. Me beijou forte, enfiou a mão por baixo da minha camisa, apertou minha bunda e mandou eu sentar na cadeira dele. Depois se ajoelhou, abriu minha calça e engoliu meu pau até o talo. Chupava gostoso, lambia a cabeça, olhava pra cima com aqueles olhos de quem sabe que tá me destruindo. Eu gemia baixo, segurava na cadeira pra não cair, sentindo a garganta dele apertando minha rola.

Não aguentei muito. Tirei a roupa dele também e vi aquele pau grosso, pesado, latejando. Fiquei louco. Ajoelhei, lambi as bolas, chupei ele inteiro, engasgando enquanto ele segurava minha cabeça e fodia minha boca. Depois ele me virou contra a parede, lambeu meu cuzinho até ficar molhado pra caralho e meteu devagar. Quando entrou tudo, eu gritei de prazer. Ele socava fundo, dava tapa na minha bunda, chamava de putinha apertada. Eu rebolava no pau dele, pedindo mais, sentindo cada centímetro me rasgando gostoso. Gozei jorrando na parede enquanto ele me enchia de porra quente lá dentro.

Depois do banho no motel, passamos o dia juntos. Cinema, almoço, mão dada no carro. Parecia namoro, mas eu sabia que era safadeza pura. No fim do dia ele me deixou em casa com um beijo que ainda sinto na boca. E não parou por aí. A gente continuou se pegando no escritório, no carro, na casa dele. Cada vez mais intenso, cada vez mais eu virando a putinha particular do meu chefe.

Esse conto erótico mostra exatamente como um cara hétero pode se render pro desejo mais safado que existe: virar viadinho submisso pro macho alfa do trabalho. Se você curte putaria no escritório, pau grosso, cuzinho sendo arrombado e gemidos sem vergonha, esse áudio vai te deixar de pau duro o filme todo.

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Contos erótico não tem frescura: só rola grossa, macho dominando e putaria sem limite. Bora gozar junto?

Contos Erotico — Meu Massagista Pauzudo Me Comeu Sem Piedade na Maca

Eu sou o Miguel, um advogado de 28 anos aqui de São Paulo que tava morrendo de estresse no escritório. Processo pra todo lado, prazo apertado, cliente enchendo o saco o dia inteiro. Depois de uma semana fudida, meu corpo tava pedindo uma liberação muscular pesada. Um amigo indicou um massagista novo na cidade, dizendo que o cara era foda no que fazia. Confiei e marquei praquela tarde mesmo.

Quando o Diego chegou, já senti o clima esquentar. Alto, corpo definido, só de cueca apertada que mal conseguia esconder o volume monstruoso entre as pernas. Ele me mandou tirar a roupa e deitar na maca. Assim que começou a passar óleo nas minhas costas, aquelas mãos firmes e quentes descendo devagar, eu já tava relaxando pra porra. Mas foi quando ele chegou na minha bunda que a coisa mudou de patamar.

Ele perguntou se podia massagear minha bundinha também. Eu disse que sim, óbvio. Os dedos dele roçavam meu cuzinho a cada movimento, me deixando louco de tesão. Minha rola endureceu na hora, latejando debaixo da maca. Ele percebeu, mas continuou como se nada fosse, só que agora tocando mais perto do meu pau. Eu gemia baixo, tentando me controlar, mas era impossível com aquele gostoso me tocando daquele jeito.

Virei de costas e ele não se espantou com minha rola dura pra caralho. Pelo contrário, sorriu e foi descendo as mãos até minhas coxas. De repente o safado pegou meu pau na mão e começou a bater uma punheta lenta, apertada, do jeito que eu gosto. Eu tava no céu, gemendo feito um puto. Aí ele se inclinou e enfiou minha rola na boca quente, chupando com vontade, lambendo a cabeça enquanto as mãos exploravam meu corpo inteiro.

Eu não aguentei e pedi mais. Ele tirou a cueca, mostrou aquele pauzudo enorme, grosso, veioso, e mandou eu mamar. Eu chupei com fome, engasgando enquanto ele fodia minha garganta. Ao mesmo tempo, os dedos dele entravam no meu cuzinho, abrindo devagar, me preparando pro que vinha. Depois me virou de bruços de novo, lambendo minha bunda toda, enfiando a língua onde eu mais precisava.

Quando ele colocou a camisinha e enfiou aquele pauzudo no meu cu, eu gritei de prazer misturado com dor gostosa. Ele meteu fundo, socando forte, me arrombando sem dó. Eu gozei primeiro, jorrando porra pra todo lado na maca. Ele continuou me fodendo até gozar também, gemendo rouco e enchendo a camisinha.

Depois daquela primeira vez, o tesão não parou. A gente se viu de novo, e dessa vez foi ainda mais safado. Ele me comeu de quatro, eu chupei ele até engolir tudo, e a gente acabou se pegando de verdade, virando algo bem maior que só uma massagem quente.

Se você curte contos erotico bem safados, com macho gostoso, rola grossa e cu arrombado do jeito certo, não perde esse aqui não.

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Contos Erotico — Noite na Lapa: Chupei até Gozar e Ainda Levei Socada no Sofá…

Porra, era sexta-feira e a noite na Lapa tava pegando fogo. Eu, Cauê, surfista de 24 anos, corpo sarado, moreno, 1,85 de altura, tava ali curtindo um chopp gelado com música ao vivo quando vi aquele cara sozinho. Moreno, cabelo raspado, barba cerrada, uns 30 anos, corpo de quem malha pesado e um olhar de safado que já me deixou com o pau latejando na calça.

Chamei ele de Leo, mecânico, mão calejada, voz grave pra caralho. O papo fluiu rápido, as mãos se tocaram, o clima esquentou e logo eu já tava sussurrando no ouvido dele que queria mamar aquela pica ali mesmo. Ele não pensou duas vezes. Me puxou pra uma ruazinha escura, encostou na parede e meteu a língua na minha boca enquanto apertava minha bundinha com força.

Ajoelhei na hora, tirei aquela rola veia grossa pra fora e comecei a chupar com vontade. Lambi da base até a cabecinha babando, engoli fundo, gemi sentindo ela crescer na minha garganta. Leo segurou meu cabelo e ditou o ritmo, gemendo alto enquanto eu dava uma mamada gulosa pra valer. O risco de alguém aparecer só deixava tudo mais safado.

Mas ele não aguentou só na boca. Virou eu de costas, baixou minha calça e enfiou o dedo primeiro, depois meteu aquela pica grossa no meu cuzinho apertado. Socou com força, me arrombando de pé ali no beco, me fazendo delirar de tesão. Cada estocada era bruta, o som dos corpos batendo ecoava na rua escura e eu só pedia mais, implorando pra ele me encher de porra quente.

Depois da primeira foda selvagem, a noite ainda tava só começando. Fomos pro apê dele, rolou mais cerveja, mais putaria no sofá. Ele me chupou até eu gozar na boca dele, engoliu tudo e ainda quis mais. Me comeu de quatro, de lado, cavalgando no colo dele… uma foda insaciável, suada, com tapa na bunda, cabelo puxado e gemidos que não paravam. Meu cuzinho tava arrombado e eu amando cada centímetro daquela rola pulsando dentro de mim.

A química era absurda. Além da sacanagem pesada, tinha uma conexão diferente, daqueles olhares que grudam. Rolou papo, risada, carinho depois do sexo bruto. Mas no dia seguinte veio a real: ele ia se mudar pra São Paulo. Mesmo assim, a gente aproveitou cada segundo que restava, se entregando sem frescura.

Meses depois ele voltou pro Rio num feriadão e a putaria explodiu de novo. Praia, festa e muita rola no cuzinho. Foi intenso pra caralho.

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Punheteiro Safado se Exibindo no Mictório da Rodoviária de Campinas – Quase Foi Pego Gozando pra Caralho

Fala meus lindos, vou te contar a putaria mais pesada que eu já vivi. Depois de me deixar melar a cara de porra na praça, eu perdi totalmente o controle. Meu vício em banheiro público virou obsessão de vez. Cabine escura e buraco na parede já não bastava mais. Eu queria era me expor de verdade, sentir o risco de alguém me flagrar batendo punheta bem no meio do movimento.

Escolhi o banheiro da rodoviária de Campinas numa quarta-feira à noite, horário de pico, cheio de gente indo e vindo. Cheguei sem cueca, pau já meia bomba só de imaginar a safadeza. O lugar era nojento pra caralho: chão molhado de mijo, paredes sujas, cinco mictórios velhos sem nenhuma divisória. Perfeito pro que eu queria.

Fiquei um tempo só observando, coração martelando no peito enquanto o tesão subia. Quando o banheiro esvaziou um pouco, fui pro mictório do canto, abri a calça e tirei a rola dura pra fora. Dezessete centímetros latejando no ar, cabeça rosada brilhando. Comecei devagar, só pra sentir o perigo.

Aí os caras começaram a entrar. Um de terno, um motoboy, um coroa barrigudo… cada um mijando do meu lado enquanto eu tentava disfarçar a punheta. O risco de ser pego fazia meu cu piscar de tesão. Teve um que até comentou que eu tava demorando pra mijar, deu uma olhada na minha rola dura e riu. Quase gozei ali mesmo.

Mas o ápice foi quando um negão forte de uniforme entrou. Ele viu meu pau exposto, riu e mandou eu bater enquanto ele olhava. Eu obedeci. Punhetando forte bem na frente dele, gemendo baixo. Ele pegou na minha rola, bateu gostoso e me levou ao limite. Gozei pra porra toda, jatos grossos acertando o mictório e o chão enquanto o medo de alguém entrar me deixava louco.

Foi sacanagem pura, sem vergonha nenhuma, no meio do perigo real. O tipo de contos erotico que deixa qualquer punheteiro safado com a rola latejando do começo ao fim.

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