Contos Erotico

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Contos Eróticos — Olha Isso. Toda Melada por Causa do Tio. (Parte – 01 de 04)

Eu tava dirigindo pela Marginal Tietê sentido norte, o carro ainda cheirando a churrasco do almoço na casa dos meus pais em São Bernardo. Tinha sido aquele domingo clássico, família toda junta, gente bebendo demais, gritaria, criança correndo. Eu tinha ficado até o final porque tava de folga e não tinha nada melhor pra fazer. Quando todo mundo começou a ir embora, meus pais foram primeiro, o meu irmão e a cunhada saíram logo depois pra resolver um negócio no centro. Sobrou eu e a Júlia.

Ela tava com aquela roupa de sempre, nada que chamasse atenção: jeans azul escuro bem comum, daqueles que não é nem skiny nem largo demais, uma camiseta branca básica de algodão, um pouco folgada mas que marcava o formato dos peitos quando ela se mexia, tênis branco velho e o cabelo preso num rabo de cavalo baixo, sem maquiagem, só um gloss barato que deixava o lábio brilhando. Santinha pura. Eu sempre achei ela assim, quieta, educada, daqueles que a família toda fala “nossa como a Júlia é certinha”. Mas eu, por dentro, há uns dois anos já tava com a cabeça cheia de sacanagem com ela. Desde que o corpo dela mudou, as coxas engrossaram, a bunda ficou empinada, os peitos cresceram. Eu via e fingia que não via. Hoje não tava conseguindo fingir mais.

Quando ela ficou sem carona eu falei na hora: “Júlia, eu passo perto da sua casa, sobe que te deixo”. Ela sorriu aquele sorrisinho tímido de sempre e aceitou sem pensar duas vezes. Entrou no carro, fechou a porta, botou o cinto e a gente saiu. No começo a conversa foi besteira: como o churrasco tava bom, que a vó tava reclamando da pressão alta de novo, que o tio Beto tinha exagerado na cachaça. Ela ria baixo, olhava pra frente, mãos no colo. Eu dirigia com uma mão, o pau já meio duro só de sentir o cheiro dela dentro do carro, aquele cheiro de sabonete de barra e um perfume doce fraquinho que ela usava.

Aí eu resolvi começar. Sem enrolação. Eu falei direto, voz normal, como se fosse a coisa mais natural do mundo:

“Júlia, você não faz ideia do quanto eu fiquei olhando pra você hoje. Essa calça marca a sua bunda de um jeito que dá vontade de morder. Eu tava sentado lá no quintal com o pau duro o almoço inteiro só de ver você andando.”

Ela virou o rosto devagar, as bochechas ficaram vermelhas na hora. Riu nervoso, tipo “tio, para de brincadeira”. Mas não falou “não faz isso” nem “para”. Só ficou quieta, olhando pra janela. Eu vi que ela apertou as coxas uma contra a outra, bem de leve. Sinal. Eu botei a mão direita no joelho dela, por cima do jeans, sem pedir licença. Apertei de leve. Ela não tirou. Eu subi devagar pela coxa, sentindo o calor da perna. O jeans era grosso mas dava pra sentir que ela tava esquentando.

Eu continuei falando, voz baixa:

“Você é uma delícia disfarçada. Cara de santa, roupa simples, mas eu aposto que por baixo dessa calcinha você já tá molhadinha só de eu tocar assim. Deixa eu conferir.”

Ela respirou mais fundo, mordeu o lábio inferior (eu vi pelo canto do olho). Não falou nada. Eu subi mais a mão até a virilha e esfreguei dois dedos no meio das pernas, devagar, sentindo o calor que vinha de lá. Porra. Tava quente pra caralho. Ela abriu as pernas um pouquinho, quase sem querer. Eu esfreguei mais firme, sentindo o jeans entrar um pouco no meio. Ela mordeu o lábio de novo e o quadril deu uma reboladinha pequena no banco. Eu sabia o que tava acontecendo na cabeça dela: “isso é errado, é meu tio, a gente não pode”, mas o corpo tava traindo, a buceta tava respondendo.

Eu disse ainda mais safado:

“Olha como você tá se mexendo. Sua bucetinha tá pedindo. Eu vou parar o carro agora e você vai deixar eu ver.”

Eu saí da Marginal na saída do Parque do Ibirapuera, entrei numa rua mais vazia que dá pros fundos do parque, lugar que quase não passa carro de tarde. Parei num canto onde tinha umas árvores e um muro alto. Desliguei o motor. Virei o corpo pra ela. Ela tava vermelha, respirando rápido, olhando pra baixo. Eu segurei o queixo dela e virei o rosto dela pra mim. Beijei. Primeiro de leve, depois com língua. Ela demorou uns dois segundos mas abriu a boca e respondeu, gemendo baixinho dentro da minha boca. Minhas mãos foram pros peitos por cima da camiseta. Apertei. Os mamilos já estavam duros. Eu levantei a camiseta devagar, expus os peitos. Médios, firmes, aréolas rosadas. Sem sutiã. Porra que sorte. Eu chup ei um, depois o outro, chupando forte, mordiscando de leve. Ela jogou a cabeça pra trás e gemeu mais alto, mão na minha nuca.

Enquanto chupava eu desci a mão pro jeans dela. Abri o botão, desci o zíper, enfiei a mão dentro da calcinha de algodão branca simples. Buceta lisinha, quente, molhada pra caralho. Os lábios já inchados, o clitóris duro. Eu passei o dedo de cima a baixo, sentindo ela pulsar. Enfiei um dedo devagar, depois dois. Ela abriu mais as pernas, o quadril subindo pra encontrar meus dedos. Eu metia devagar, sentindo ela apertar em volta. Tirei os dedos molhados, mostrei pra ela e falei:

“Olha isso. Toda melada por causa do tio. Você é uma putinha disfarçada de santinha.”

Ela olhou os dedos brilhando, corou até o pescoço, mas não negou. Só respirou mais fundo. Eu tirei a calça e a cueca de uma vez, o pau saltou pra fora, duro pra porra, grosso, a cabeça brilhando de pré-gozo. Segurei na base e falei:

“Agora chupa. Quero ver você engolindo o pau do tio.”

Ela hesitou só um segundo, depois se inclinou no banco, pegou com a mão pequena e lambeu a cabeça primeiro, devagar, depois meteu na boca. Porra. Boca quente, língua macia. Ela chupava com vontade, indo fundo até engasgar um pouco, saliva escorrendo pelo meu pau. Eu segurava o rabo de cavalo dela e metia devagar na boca, falando:

“Isso, chupa bem. Engole até o fundo. Sua boca é uma delícia.”

Ela fazia barulhinho molhado, tipo glubglub sabe, saliva pingando no meu saco. Eu tava quase gozando só com a chupada, mas queria mais. Puxei ela pra cima, tirei o jeans e a calcinha dela de uma vez (ela levantou o quadril pra ajudar). A boceta exposta, rosada, brilhando de molhada, cheirando a tesão. Eu sentei ela no meu colo, segurei o pau e esfreguei na entrada, molhando a cabeça. Depois meti tudo de uma vez. Ela gritou baixo, unhas cravando no meu ombro. Apertada pra caralho, quente, molhada. Eu segurei a bunda dela com as duas mãos e comecei a meter, subindo e descendo ela no meu pau. O carro balançava, as janelas embaçando rápido. Ela gemia sem parar, voz rouca:

“aiiiii tio… que pau gostoso… mete mais, mais forte…”

Eu metia cada vez mais fundo, batendo no fundo dela. Uma mão apertando o peito, a outra dedando o cuzinho de leve. Ela gostava, apertava mais o pau quando eu fazia isso. Eu falei no ouvido dela:

“Você é minha agora. Essa sua bucetinha apertada é do tio safado. Vou foder você sempre que eu quiser.”

Ela gemeu mais alto e respondeu:

“quero… me fode como quiser tio… sou sua putinha…”

A gente trocou de posição. Eu sentei ela de quatro no banco do passageiro, bunda empinada pra mim. Meti por trás, forte, segurando o quadril. O barulho de pele batendo, os gemidos dela enchendo o carro. Eu abri um pouco a janela do passageiro, deixei entrar um pouco de ar, arriscando alguém ouvir. Exibicionista pra porra. Ela percebeu e gemeu mais alto, como se gostasse da ideia de alguém passar e ouvir. Eu metia sem parar, uma mão na bunda, dedo no cuzinho, a outra puxando o cabelo dela. Ela gozou primeiro, o corpo inteiro tremendo, buceta apertando meu pau como se quisesse arrancar, ela gritou “tiooo” e quase caiu no banco. Eu continuei metendo até gozar também, jorrando dentro dela, enchendo a buceta com porra quente. A gente ficou ali, ofegante, suados, o cheiro de sexo forte no carro.

Eu beijei o ombro dela e falei:

“Isso foi só o começo, sua safada. Da próxima vez a gente faz num lugar onde alguém pode ver a gente. Eu quero ver você gemendo enquanto alguém passa perto.”

Ela ainda ofegante, virando o rosto pra mim com um sorrisinho novo, misturado de vergonha e tesão, respondeu:

“eu nunca imaginei que ia ser assim… mas gostei sim tá tio…”

A gente se vestiu devagar, guardou as roupas, liguei o carro de novo. Continuei dirigindo pra casa dela, mas já tava pensando na próxima vez. Na casa dela quando os pais saíssem. Ou num motel barato de beira de estrada. Ou num lugar mais arriscado, pra alimentar esse gosto novo que a gente tava descobrindo juntos de ser visto.

Eu olhei de lado enquanto dirigia. Ela tava quieta, olhando pra janela, mas com um sorrisinho no canto da boca e as pernas ainda abertas um pouco. Eu sabia que ela tava pensando a mesma coisa que eu: isso não ia parar aqui.

Contos Eróticos

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