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Contos Eróticos — Olha Isso. Toda Melada por Causa do Tio. (Parte – 03 de 04)

A gente saiu do motel por volta das cinco da tarde. Eu dirigi devagar de volta pro bairro dela, mão direita dentro da calça dela o tempo inteiro. Os dedos metendo devagar na buceta ainda inchada e melada de porra. Ela tava com as pernas bem abertas no banco, cabeça encostada no vidro, gemendo baixinho toda vez que eu curvava o dedo e apertava aquele ponto dentro dela. O jeans dela tava aberto, camiseta levantada, um peito pra fora. Eu tava dirigindo com uma mão só, pau duro de novo dentro da calça.

Eu falei enquanto metia os dedos mais fundo:

“Você tá viciada já, né? Duas horas no motel e já tá pedindo pra eu continuar te dedando no carro. Olha como sua bucetinha aperta meus dedos… você tá pensando em como vai ser amanhã quando eu te foder de novo.”

Ela mordeu o lábio forte, olhou pra mim com aqueles olhos molhados de tesão e respondeu, voz baixa e rouca:

“tô… não consigo parar de pensar… toda vez que fecho o olho vejo vc metendo em mim… quero dnv tio…”

Eu ri baixo e tirei os dedos, lambi eles bem devagar na frente dela. Depois enfiei de novo, três dessa vez. Ela gemeu mais alto e o quadril subiu no banco. Eu continuei dirigindo assim até chegar perto da casa. Parei duas quadras antes, num lugar escuro entre duas árvores. Desliguei o carro e mandei ela tirar o resto da roupa de novo. Ela obedeceu na hora, tirou tudo, ficou pelada no banco do passageiro. Eu tirei meu pau pra fora e ela se inclinou sem eu pedir, meteu na boca e chupou gostoso, engasgando um pouco mas continuando. Eu segurei a cabeça dela e meti na garganta devagar, falando:

“Isso, engole o pau do tio. Amanhã eu quero você de quatro no carro de novo, mas dessa vez com a porta aberta. Quero alguém te ver sendo comida.”

Ela gemeu com o pau na boca e chupou mais forte. Eu gozei na garganta dela, segurando firme até ela engolir tudo. Depois limpei o pau na cara dela de leve e mandei ela se vestir. Ela desceu do carro cambaleando, calcinha encharcada no bolso de novo, beijou minha boca rápido na calçada e entrou em casa.

Cheguei em casa, tomei banho e deitei na cama. Por volta das dez da noite o celular vibrou. Era ela.

“tô deitada… não consigo dormir… minha buceta tá pulsando…”

Eu respondi:

“Tira a roupa e manda foto agora. Dedo na buceta. Quero ver você se tocando pensando em mim.”

Ela mandou três fotos em sequência. Primeira: pelada na cama, luz do celular, pernas abertas. Segunda: dois dedos dentro da buceta, molhada brilhando. Terceira: ela mordendo o lábio e olhando pra câmera com cara de puta. Eu respondi mandando foto do meu pau duro:

“Boa putinha. Agora me fala o que você quer que eu faça com você amanhã.”

Ela demorou um pouco e respondeu:

“quero q vc me foda forte… no carro… com risco… quero q alguém quase veja… quero sentir sua porra escorrendo de novo enquanto eu falo com minha mãe…”

Eu quase gozei só lendo. Respondi:

“Amanhã às três eu passo. Roupa simples. Sem calcinha. A gente vai pra um lugar mais arriscado.”

Os dois dias seguintes foram uma tortura. Eu não consegui parar de pensar nela. Mandei mensagem toda hora, mandava ela mandar foto da buceta no banheiro, no quarto, até uma vez no quintal de casa quando os pais estavam na sala. Ela obedecia. Virou minha putinha particular rapidinho. A santinha da família que todo mundo achava certinha agora mandava foto da buceta melada pedindo pra eu ir comer ela.

No terceiro dia eu passei na rua dela exatamente às três. Ela desceu rápido, camiseta branca simples, jeans claro justo na bunda, tênis. Cabelo solto. Entrou no carro e já meteu a mão na minha coxa, apertando meu pau por cima da calça. Eu dirigi pra fora da cidade de novo, mas dessa vez não fui pro motel. Fui pra um estacionamento antigo de um shopping que tinha fechado há uns meses, atrás do prédio, lugar que era meio abandonado mas ainda tinha uns carros de vez em quando de gente que parava pra fumar ou transar.

Eu estacionei no canto mais escuro, perto de um muro. Desliguei o carro e falei:

“Tira tudo. Agora.”

Ela tirou a camiseta e o jeans na hora. Sem calcinha, como eu tinha mandado. Buceta lisinha, já brilhando de molhada. Eu tirei minha roupa também. Mandei ela sentar de costas pra mim, de frente pro para-brisa. Ela sentou no meu colo, eu segurei o pau e enfiei na buceta dela de uma vez. Comecei a meter por baixo, forte, as mãos apertando os peitos dela. O carro balançava bastante. Eu abri as duas janelas da frente uns vinte centímetros. Deixei entrar o ar da tarde.

Enquanto metia eu falei:

“Se alguém passar de carro agora vai ver você pelada sendo fudida. Vai ver sua cara de puta gemendo no pau do tio.”

Ela gemeu alto e rebolou mais forte. Eu vi que ela tava gostando pra caralho do risco. O corpo dela tava quente, suor escorrendo entre os peitos. Eu tirei o pau da buceta, molhei o cuzinho com cuspe e comecei a enfiar devagar. Ela soltou um gemido longo, mordeu o próprio braço. Eu meti o pau inteiro no cu dela, devagar no começo, depois mais forte. Uma mão na frente dedando a buceta, a outra apertando o pescoço de leve.

Ela tava gemendo sem parar, falando safadeza que nunca tinha falado antes:

“fode meu cu tio… mete tudo… quero sentir vc gozando dentro do meu cu…”

Eu meti forte, o barulho de pele batendo ecoando no carro. De repente vi farol de carro entrando no estacionamento. Um carro passou devagar a uns vinte metros de distância. O motorista olhou pro nosso carro um segundo. Eu não parei de meter. Continuei fodendo o cu dela, dedo na buceta, ela gemendo alto agora. O carro passou devagar e saiu. Eu senti a buceta dela apertar meus dedos quando ela gozou, o corpo inteiro tremendo, ela quase gritou. Eu gozei logo depois, jorrando fundo no cu dela.

A gente ficou parado ali, pelados, ofegantes. Eu beijei o pescoço dela e falei:

“Você gozou quando o cara passou perto. Você é uma exibicionista safada pra porra. Gosta de ser vista sendo comida pelo tio.”

Ela virou o rosto, ainda sem fôlego, e respondeu:

“gostei… nunca imaginei que ia gostar… mas quando eu vi o farol eu quase gozei na hora… quero fazer de novo… num lugar com mais gente passando…”

Eu ri e apertei a bunda dela:

“Da próxima vez a gente faz num lugar pior. Talvez num drive-in que ainda funciona, ou num posto de estrada à noite. Ou até no carro na sua rua de novo, com a porta entreaberta.”

Ela mordeu o lábio e rebolou devagar no meu pau que ainda tava dentro do cu dela:

“quero… tô ficando louca pra isso… toda vez que meus pais saem eu fico molhada pensando em vc…”

A gente se vestiu devagar. Eu deixei ela com o cu e a buceta cheios de porra de novo. No caminho de volta pra casa dela eu botei ela de quatro no banco de trás enquanto dirigia devagar por uma estrada sem movimento. Ela chupou meu pau de novo enquanto eu dirigia com uma mão. Quando cheguei perto do bairro eu parei num beco escuro, mandei ela tirar o jeans de novo e meti na buceta por trás, rápido e forte, gozando dentro dela pela quarta vez naquele dia.

Depois que ela desceu do carro na porta de casa eu fiquei olhando ela entrar. O jeito que ela andava, as pernas um pouco abertas, a bunda balançando. Eu sabia que ela ia entrar em casa com minha porra escorrendo pelas coxas.

Cheguei em casa e mandei mensagem:

“Amanhã a gente faz o que você pediu. Lugar com mais risco. Se prepara pra ser vista.”

Ela respondeu em menos de um minuto:

“eu já tô molhada só de pensar… me avisa o horário… eu desço sem calcinha de novo…”

Eu deitei na cama com o pau duro de novo só de imaginar o que ia rolar na próxima vez. A santinha tinha virado minha putinha viciada em ser fudida em público e eu ia levar isso até o limite.

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