Contos Erotico

Contos Eróticos — Pai Gozando na Sobrinha e Tio na Filha enquanto as Irmãs se Chupam…

Eu tava na varanda terminando um cigarro quando o carro do Fábio parou na frente da casa. Era umas oito da noite, a rua já tava quieta. Ele desceu primeiro, abriu o porta-malas e tirou as malas. A Vivi desceu do lado do passageiro com um short jeans rasgado bem curto e uma blusinha branca fina que grudava no corpo. Porra… dava pra ver que ela não tava de sutiã. Os peitos balançavam leve quando ela caminhou carregando uma mochila.

“Daniel, caralho, faz tempo!” Fábio me abraçou forte assim que chegou na porta. “Valeu por me deixar vir pra cá, irmão. Depois que perdi o emprego em São Paulo eu tava ferrado.”

“Relaxa. A casa é grande pra caralho. Fica o tempo que precisar.” Eu olhei por cima do ombro dele. “Trouxe a Vivi junto?”

“Trouxe. A mãe dela tá com uns problema lá em Uberlândia, aí pedi pra ela vir passar uns dias aqui. Não queria deixar ela sozinha em SP.”

A Vitória veio me dar um abraço também. Apertou o corpo inteiro no meu, os peitos macios encostando no meu peito sem vergonha nenhuma. “Oi tio Daniel… obrigado por deixar a gente ficar.”

“Sem problema, Vivi. O quarto de hóspede é de vocês.”

Lá em cima as meninas ouviram a voz e desceram correndo. A Larissa na frente, com um shortinho de pijama velho que mal cobria as nádegas e uma regatinha fina sem sutiã. Os bicos marcando forte na roupa. A Gabi atrás, de legging preta colada na bunda e um top cropped que deixava metade da barriga de fora.

“Tio Fábio!” A Larissa pulou no pescoço dele. Ele segurou ela pela cintura e as mãos desceram devagar, quase pegando na bunda descaradamente. “Que saudade, porra!”

“Minha filha… você tá ficando cada vez mais gostosa.” Ele riu e deu um tapa na bunda dela. *plaft* A Larissa só riu mais alto e ficou ali colada, balançando o quadril de leve.

A Gabi foi mais devagar, mas também abraçou. “Oi tio…”

“Olha essa Gabi… tá malhando, é?” Fábio passou a mão aberta na cintura dela, apertando a carne com calma. Ela não tirou a mão dele.

Eu fiquei olhando tudo. Não era novidade o jeito que meu irmão olhava pras minhas filhas, mas hoje tava mais solto. E as meninas… elas tavam gostando. A Larissa ficou perto dele o tempo todo, encostando o quadril na perna dele de propósito.

A gente entrou. A Vivi foi pro quarto de hóspede com o pai pra guardar as malas. Eu fiquei na sala com a Larissa e a Gabi.

“Pai, a gente pode pedir pizza hoje?” A Gabi sentou no braço da poltrona onde eu tava. A coxa dela roçando na minha. “Tô com preguiça de fazer comida.”

“Pode. Pede o que quiserem.” Eu coloquei a mão na coxa dela, bem em cima, quase na virilha. Ela não se mexeu. Ficou ali balançando o pé devagar.

A Larissa sentou no chão na frente da TV e se inclinou pra pegar o controle que tava embaixo da mesinha. A bunda empinada, o short subindo e deixando metade da bunda à mostra. Eu olhei sem disfarçar. Fábio também, quando desceu com a Vivi logo depois.

“Porra, Daniel…” Fábio sentou no sofá e acendeu um cigarro. Falou normal, sem baixar a voz. “Suas filhas tão virando umas safadas de verdade. Olha como elas tão à vontade com a gente aqui.”

A Larissa virou a cabeça e sorriu de lado. “A gente é à vontade mesmo, tio. Aqui em casa a gente faz o que quer. Não tem frescura.”

A Vivi sentou no braço da poltrona do Fábio, quase caindo no colo dele. “Pai, me dá um gole da sua cerveja?”

Ele passou a lata. Ela tomou e um pouco escorreu pelo queixo, molhando o peito. Ela passou a mão ali devagar, esfregando os peitos por cima da blusa fina, olhando pra gente.

A Gabi se mexeu no braço da poltrona, o quadril roçando no meu ombro de propósito. “Pai… você tá olhando pra onde?”

“ Tô olhando pra minha filha que tá quase sentada no meu colo.”

Ela riu e se levantou, mas na hora de descer passou a bunda bem devagar pelo meu braço, quase esfregando. “Ops…”

A Larissa se levantou também e veio sentar do outro lado do sofá, bem perto do Fábio. “Tio, conta como foi em SP. Você arrumou outra mulher lá?”

“Arrumei não. Tô solteiro ainda. E vocês? Algum namorado por aí?”

As duas riram junto. “Nenhum que preste.” A Larissa falou. “Os caras da nossa idade são uns moleques. A gente gosta de homem mais velho sabe… de verdade.”

Fábio olhou pra mim e levantou uma sobrancelha. Eu entendi exatamente o que ele tava pensando. A Vivi também olhou, mas não falou nada. Só ficou ali no braço da poltrona, balançando a perna.

A pizza chegou. Enquanto a gente comia na sala, a Vivi foi tomar banho. Saiu do banheiro só de toalha, passando pela sala pra pegar roupa no quarto. A toalha curta pra caralho. Quando ela se curvou pra pegar uma coisa que caiu, quase mostrou tudo. A bunda aparecendo por baixo.

“Caralho…” Fábio falou alto dessa vez. “Olha só pra isso…”

A Larissa olhou e riu. “A Vivi é assim mesmo, tio. Não liga não.”

“Eu não tô ligando não.” Ele respondeu, olhando abertamente pra sobrinha. A Vivi sorriu e continuou andando devagar, sem pressa de se cobrir.

Depois da pizza a gente ficou na sala com a luz baixa assistindo qualquer coisa na TV. A Larissa se deitou no sofá com a cabeça no colo do Fábio. A Gabi sentou no meu colo “pra ver melhor o filme”. Eu coloquei a mão na cintura dela. Ela se ajeitou, a bunda bem em cima do meu pau que já tava endurecendo.

“Pai…?????? tá duro?” Ela falou baixo, mas todo mundo ouviu.

Porra. Eu congelei um segundo.

Fábio riu baixo. “Essa aí não tem filtro mesmo.”

A Larissa virou a cabeça no colo do tio. “A Gabi é assim. Mas eu também sou.” Ela se mexeu devagar, esfregando o rosto perto da barriga dele.

A Vivi, que tava sentada no chão, virou e olhou tudo. Não falou nada. Só sorriu de canto e passou a mão na minha coxa, subindo devagar até quase tocar na minha mão que tava na bunda da Gabi.

Eu olhei pro Fábio. Ele olhou de volta. A gente se entendeu.

Eu desci a mão mais na bunda da Gabi e apertei com força. Ela empurrou o quadril pra trás, encostando mais no meu pau.

“Do jeito que você tá fazendo, Gabi… vai ter que resolver isso aqui depois.” Eu falei normal.

Ela virou o rosto pra mim. “Resolver como, pai?”

“Você sabe como, filha.”

A Larissa riu do outro lado. “A gente sabe, tio Daniel. A gente sabe muito bem o que fazer.”

Fábio passou a mão por dentro da regata da Larissa e apertou o peito dela abertamente, na frente de todo mundo. Ela fechou os olhos e mordeu o lábio, mas não tirou a mão dele.

A Vivi se levantou do chão e veio sentar no outro braço da poltrona, do meu lado. “Tio Daniel… posso sentar aqui também?”

Eu abri o braço. Ela sentou. Agora eu tava com duas no colo quase.

O filme continuou rodando, mas ninguém prestava atenção. A Gabi começou a se mexer devagar no meu colo, esfregando a bunda no meu pau. A Larissa tava com a mão do Fábio dentro da blusa, apertando os peitos dela sem parar. A Vivi passou a mão na minha coxa e subiu até tocar na barra do meu short.

Eu olhei pro Fábio de novo.

Ele sorriu e falou sem pressa:

“Então… a gente vai dormir cada um no seu quarto ou a gente vai dormir junto hoje?”

Nenhuma das meninas respondeu com palavras. A Larissa só se levantou devagar, pegou a mão do tio e puxou ele pra levantar do sofá.

“Vem, tio. O quarto de hóspede é grande o suficiente.”

A Gabi olhou pra mim, os olhos brilhando. “Pai… você vem também?”

Eu levantei com ela ainda no colo. A Vivi foi atrás, segurando na minha mão.

A gente subiu a escada. No corredor a Larissa parou de repente, tirou a regata na frente de todo mundo e jogou no chão. Os peitos apareceram. Ela não cobriu.

“Tá quente hoje, né?” Ela falou, olhando pra gente.

Ninguém respondeu. Só olhamos.

Fábio abriu a porta do quarto de hóspede.

A gente entrou.

A porta fechou atrás com um clique baixo.

A porta do quarto de hóspede fechou com aquele clique baixo. A luz tava fraca, só o abajur da mesinha de cabeceira ligado. O quarto era grande, tinha uma cama de casal e um sofá grande no canto. A Larissa já tava sem a regata, os peitos soltos, os bicos duros. Ela olhou pra gente e sorriu de um jeito safado.

Fábio foi o primeiro a tomar iniciativa. Ele puxou a Vitória pela mão e sentou na beira da cama, colocando ela de pé na frente dele.

“Tira essa toalha, Vivi.” Ele falou normal, sem pressa. “Quero ver você direito.”

A sobrinha obedeceu na hora. Largou a toalha no chão. Tava peladinha. Peitinhos firminhos, barriguinha lisa, uma bucetinha lisinha com um pouquinho de pelo só em cima. Fábio passou as mãos nas coxas dela, subindo devagar até apertar a bunda.

“Porra… que bundinha gostosa você tem.” Ele deu um tapa de leve. tipo um plaft “Igual da sua prima.”

Do meu lado, a Gabi ainda tava no meu colo. Eu segurei ela pela cintura e falei baixo:

“Levanta, filha. Tira essa legging.”

Ela se levantou devagar e começou a descer a legging, rebolando de propósito. A Larissa ajudou, puxando o shortinho dela também. Em menos de um minuto as duas tavam peladas na minha frente. A Gabi com os peitos um pouco maiores que da irmã, a buceta depilada lisinha. A Larissa com o corpo mais magro, bunda empinada.

Eu olhei pro Fábio. Ele já tava com a mão entre as pernas da Vitória, dedando ela devagar. A Vivi mordeu o lábio e abriu mais as pernas, deixando ele fazer.

“Olha só pra isso, Daniel…” Fábio falou olhando pra mim. “Sua sobrinha já tá molhada pra caralho. E as suas filhas? Já tão pingando também?”

A Larissa riu e veio até mim. “Tá querendo ver, tio Daniel?” Ela abriu as próprias pernas um pouco e passou dois dedos na buceta, mostrando os dedos molhados depois. “Tá vendo?”

Eu não respondi com palavras. Segurei a Gabi pela nuca e puxei ela pra baixo. “De joelho, filha. Chupa o pau do pai.”

Ela caiu de joelho na hora. Abriu meu short, puxou o pau pra fora e começou a chupar sem enrolação. A boca quente, a língua lambendo a cabeça devagar no começo, depois metendo mais fundo. *slurp* *slurp*

Do outro lado da cama, o Fábio já tava com a Vitória de quatro. Ele abaixou a calça e enfiou o pau nela sem aviso. A Vivi soltou um gemido alto, tipo “ahhh…”, e empurrou a bunda pra trás.

“Porra, tio… tá grosso …” ela falou, a voz falhando um pouco.

“Calma, sobrinha. Eu vou devagar no começo.” Fábio segurou o quadril dela e começou a meter. *ploc* *ploc* *ploc* “Depois eu fodo essa bucetinha como você merece.”

A Larissa tava do meu lado, olhando a irmã chupando meu pau. Ela não ficou parada. Subiu na cama, se ajoelhou atrás da Gabi e começou a passar a mão na bunda da irmã enquanto ela me chupava.

“Chupa direito, Gabi…caralho, deixa o pai gozar na sua boca.” Ela falou e deu um tapa na bunda da irmã. *plaft*

Eu olhei pro Fábio de novo. Ele tava metendo mais forte agora na Vitória, o pau entrando e saindo da buceta da sobrinha com barulho molhado. A Vivi gemia baixo, tipo “hmm… ahh…”, e olhava pra gente de vez em quando.

“Daniel, troca comigo.” Fábio falou de repente. “Quero ver você foder sua sobrinha. E eu quero comer uma das suas filhas.”

Eu tirei o pau da boca da Gabi. Ela ficou com a boca aberta, babada escorrendo no queixo.

“Vem cá, Vivi.” Eu chamei.

A Vitória saiu de quatro da cama e veio até mim. Eu sentei na poltrona grande que tinha no canto do quarto e puxei ela pro meu colo. Ela sentou devagar no meu pau, a buceta apertada descendo até o fundo. “Ahhh… tio Daniel… tá fundo…”

Enquanto isso, Fábio pegou a Larissa e colocou ela de quatro na cama. “Abre essa bundinha pra tio, Lari.”

Ela obedeceu, arqueando as costas. Fábio cuspiu na mão, passou na buceta dela e enfiou o pau de uma vez. A Larissa soltou um gemido longo: “Caralho… tio…”

A Gabi ficou no meio, sem saber pra onde ir primeiro. Eu chamei ela com o dedo. “Vem aqui, filha. Senta na minha cara enquanto eu como sua prima.”

Ela subiu na poltrona, uma perna de cada lado da minha cabeça, e sentou a buceta na minha boca. Eu comecei a lamber ela devagar, chupando o clitóris, enfiando a língua dentro. Ela segurou na minha cabeça e rebolou. “Pai… isso… lambe direito…”

Do outro lado, o Fábio tava metendo forte na Larissa. A cama balançava. *ploc ploc ploc* Ele segurava o cabelo dela e falava putaria:

“Olha como sua irmã tá chupando o pau do pai… e você aqui levando pau do tio. Safada pra caralho.”

A Larissa respondia gemendo: “Eu gosto… gosto pra porra… fode mais forte, tio…”

A Vitória tava rebolando no meu pau, subindo e descendo devagar, sentindo tudo. De vez em quando ela olhava pra Gabi sentando na minha cara e mordia o lábio. Eu tirei a boca da buceta da Gabi um segundo e falei:

“Vem cá, Gabi. Chupa a boca da sua prima enquanto eu como ela.”

A Gabi desceu da poltrona e ficou de joelho na frente da Vitória. As duas começaram a se beijar. Língua pra fora, babando uma na outra. Eu segurei o quadril da Vivi e comecei a meter de baixo pra cima, mais rápido.

Fábio olhou aquilo e riu baixo.

“Olha só… as primas se beijando enquanto a gente fode elas. Que porra gostosa.”

Ele tirou o pau da Larissa e deu um tapa na bunda dela. “Levanta, Lari. Vem chupar o pau do tio agora.”

A Larissa virou, ajoelhou na beira da cama e começou a chupar o pau do tio, todo melado da buceta dela. *slurp slurp*

Eu tava quase gozando. A Vitória rebolando gostoso, a Gabi chupando a boca dela, as duas gemendo. Eu segurei a bunda da Vivi com força e meti fundo algumas vezes.

“Vou gozar… porraaaaaaaaaa…”

“Joga dentro, tio Daniel…..” A Vitória falou entre um beijo e outro com a prima. “Goza na minha buceta…”

Eu gozei. Joguei tudo dentro dela, pulsando. A Vivi ficou parada em cima, apertando o pau com a buceta enquanto eu gozava.

Do outro lado, Fábio tava segurando a cabeça da Larissa e metendo na boca dela. “Engole tudo, sobrinha… isso… boa menina.”

Ele gozou na boca da Larissa. Ela engoliu quase tudo, mas um pouco escorreu pelo queixo. A Gabi viu e foi até a irmã, lambeu o que tinha escorrido.

A gente ficou uns minutos assim, respirando pesado. O quarto cheirava a sexo.

Fábio foi o primeiro a falar de novo:

“Não acabou não. A noite é longa.”

Ele puxou a Gabi pra cama e colocou ela de quatro. “Agora eu quero comer essa aqui também.”

Eu levantei da poltrona com a Vitória ainda no colo. O pau ainda meio duro. Coloquei ela de quatro na cama também, do lado da irmã.

Agora as duas primas tavam de quatro lado a lado. Eu atrás da Vitória. Fábio atrás da Gabi.

“Pronto pra segunda rodada, irmão?” Fábio perguntou, já posicionando o pau na entrada da Gabi.

“Pronto.” Eu respondi, enfiando de novo na Vitória. Ela soltou um gemidinho longo.

A Larissa sentou na frente da gente, abriu as pernas e começou a se tocar olhando a gente foder as primas.

“Olha como elas tão gostosas levando pau…” Ela falou, dedando a própria buceta. “Quero ver vocês gozarem dentro de novo…”

A gente meteu. Mais forte dessa vez. A cama rangia. As duas meninas gemendo juntas. *ploc ploc ploc ploc*

De vez em quando a gente trocava de posição. Eu comia a Gabi um pouco. Fábio comia a Vitória. As meninas se beijavam enquanto levavam.

A Larissa se cansou de só olhar e veio se ajoelhar entre a gente. Começou a chupar as bolas do Fábio enquanto ele metia na irmã dela, depois veio chupar meu pau enquanto eu metia na prima.

“Que boca gulosa…” Eu falei, segurando o cabelo dela.

“Eu gosto de pau, pai…” Ela respondeu entre uma chupada e outra. “Gosto pra caralho…”

A gente fodeu assim por um bom tempo. Troca de posição, as meninas revezando quem chupava quem, quem levava no cu também (a Larissa pediu primeiro, e a gente deu).

Quando a gente finalmente parou, todo mundo tava suado, ofegante. As meninas deitadas na cama, as pernas abertas, porra escorrendo das bucetas e da boca.

Fábio acendeu um cigarro, encostado na cabeceira.

“Essa porra de família vai ser bem mais interessante agora.” Ele falou, rindo baixo.

Eu tava deitado com a cabeça da Gabi no meu peito. A Vitória deitada do outro lado, a mão ainda segurando meu pau mole.

A Larissa, que tava no meio das primas, virou de lado e olhou pra gente.

“Gente… a gente pode fazer isso todo dia agora?” Ela perguntou, a voz rouca de tanto gemer.

Ninguém respondeu na hora.

Mas a gente sabia a resposta.

A gente ficou uns vinte minutos assim, só respirando. O quarto tava quente pra caralho, cheirando a buceta, a porra e a suor. A Larissa tava deitada no meio das primas, passando a mão devagar na própria buceta, espalhando o que tinha escorrido. A Gabi tinha a cabeça no meu peito, respirando pesado. A Vitória tava de bruços, a bunda empinada pra cima, ainda com um pouco da minha porra escorrendo devagar da buceta.

Fábio apagou o cigarro no cinzeiro e olhou pra mim.

“Daniel… ainda não acabou.” Ele falou, já se levantando. “Quero ver essas três safadas se chupando enquanto a gente come elas de novo.”

Eu ri baixo e dei um tapa na bunda da Gabi. *plaft*

“Ouviu o tio, filha? Levanta.”

As três se mexeram devagar. A Larissa foi a primeira a se ajoelhar no meio da cama. Ela olhou pra mim e pro Fábio com aqueles olhos de quem já tava viciada.

“Como vocês querem a gente?” Ela perguntou, passando a língua nos lábios.

Fábio foi direto. Ele segurou a cabeça da Larissa e empurrou ela pra baixo, fazendo ela ficar de quatro de novo.

“Vocês três de quatro, lado a lado. Bunda empinada. Agora.”

As meninas obedeceram na hora. A Larissa no meio, a Gabi do lado esquerdo, a Vitória do lado direito. Três bundas empinadas, três bucetas abertas e molhadas, três caras olhando pra gente por cima do ombro.

Eu fiquei atrás da Vitória de novo. Fábio atrás da Gabi. A Larissa ficou no meio, sem ninguém atrás dela por enquanto.

“Começa a chupar sua prima, Lari.” Fábio mandou. “Quero ver você lambendo a buceta da Gabi enquanto eu como ela.”

A Larissa se inclinou e começou a lamber a irmã. A língua passando devagar na buceta da Gabi, que soltou um gemidinho: “ahhh… Lari…”. Enquanto isso, Fábio enfiou o pau na Gabi de uma vez. *ploc*

Eu fiz o mesmo com a Vitória. Segurei o quadril dela e meti fundo. Ela arqueou as costas e gemeu mais alto.

“Porra… tio Daniel… de novo…”

A Larissa tava se esforçando pra lamber a irmã enquanto levava porrada do tio. De vez em quando ela parava e gemia quando Fábio metia mais forte. Eu olhei pra cena e quase gozei só de ver.

“Olha só pra essa porra…” Eu falei, metendo mais devagar na Vitória pra prolongar. “Minha filha chupando a buceta da irmã enquanto leva pau do tio. Que família safada a gente virou.”

Fábio riu e deu um tapa forte na bunda da Gabi. *plaft* *plaft*

“E você, Daniel? Tá comendo sua sobrinha enquanto olha suas filhas se chupando. Também não tá nada santo não.”

A Vitória virou a cabeça e olhou pra mim por cima do ombro.

“Tio… pode meter no meu cu também?” Ela pediu, a voz manhosa. “Eu gosto…”

Eu parei um segundo. Olhei pro Fábio. Ele levantou uma sobrancelha e sorriu.

“Então mete, porra. Eu quero ver.”

Eu tirei o pau da buceta da Vitória, cuspi na mão e passei no cu dela. Empurrei devagar. Ela soltou um gemido longo, tipo “ahhh… porra… tá apertado…”. Eu fui entrando devagar até estar todo dentro. Depois comecei a meter.

Do outro lado, Fábio tirou o pau da Gabi e olhou pra Larissa.

“Agora você, Lari. Vem chupar o pau do tio que tava na sua irmã.”

A Larissa virou rápido e engoliu o pau do Fábio sem reclamar. Chupou gostoso, babando tudo, enquanto a Gabi ficava de quatro sozinha, se tocando e olhando.

Depois de um tempo, a gente trocou tudo de novo.

Eu deitei na cama e chamei a Gabi. “Senta no meu pau, filha. De frente pra mim.”

Ela sentou. A buceta quente descendo no meu pau. Enquanto isso, Fábio colocou a Larissa de quatro em cima de mim, de frente pra irmã. As duas primas ficaram uma na frente da outra. Fábio enfiou na Larissa por trás.

Agora as duas estavam sendo comidas ao mesmo tempo, uma na frente da outra. Elas começaram a se beijar. Língua pra fora, gemendo na boca uma da outra enquanto levavam porrada.

A Vitória veio se ajoelhar do meu lado e começou a chupar meus mamilos enquanto eu metia na Gabi. Depois desceu e começou a lamber o pau entrando e saindo da buceta da prima.

“Que delícia…” Ela falou baixo, a língua passando no meu pau e na buceta da Gabi ao mesmo tempo.

A Larissa tava quase gozando. Fábio metia forte nela, segurando o cabelo.

“Goza, porra. Goza no pau do tio.” Ele mandava.

A Larissa gozou primeiro. O corpo tremendo, apertando o pau do Fábio. Ela mordeu o lábio da irmã enquanto gozava. A Gabi gozou logo depois, rebolando forte no meu pau e gemendo alto na boca da Larissa.

Eu não aguentei. Segurei a bunda da Gabi e gozei dentro dela de novo. Joguei tudo quente pra dentro.

Fábio tirou o pau da Larissa e gozou nas costas dela e na bunda, jorrando porra branca na pele dela. A Vitória lambeu tudo que escorreu, chupando a bunda da prima e engolindo o que conseguia.

A gente ficou uns minutos sem falar, só o barulho da respiração pesada.

Depois Fábio se levantou, foi até a cômoda e pegou uma garrafa d’água que tava lá. Tomou um gole e passou pra mim.

“Daniel… a gente vai ter que combinar umas coisas.” Ele falou, sentando na beira da cama.

Eu tomei água e passei a garrafa pras meninas.

“Que coisas?”

“Que isso aqui vai ser normal agora. Sem frescura. Sem ciúme. Quando a gente quiser foder, a gente fode. Na sala, no quarto, na cozinha… não importa. E elas vão ter que estar sempre disponíveis.”

As três meninas tavam deitadas, suadas, com porra escorrendo das bucetas e da boca. Nenhuma delas reclamou. Pelo contrário.

A Larissa foi a primeira a responder:

“Eu quero.” Ela falou, a voz rouca. “Quero fazer isso todo dia. Quero vocês dois me comendo quando der vontade.”

A Gabi concordou com a cabeça. “Eu também… gosto pra caralho de ser comida assim… na frente de todo mundo.”

A Vitória sorriu de canto, ainda lambendo os lábios.

“Eu quero continuar sendo a sobrinha safada de vocês dois.”

Eu olhei pro Fábio. Ele olhou de volta e deu de ombros.

“Então tá combinado.”

A gente ficou mais um pouco na cama. As meninas se abraçaram no meio, peladas, se beijando de leve. De vez em quando uma passava a mão na buceta da outra, devagar, sem pressa.

Fábio acendeu outro cigarro e falou olhando pro teto:

“Amanhã a gente começa de novo. Quero ver as três de joelho na sala, chupando a gente enquanto a gente assiste jogo.”

A Larissa riu baixo.

“Pode deixar, tio. A gente vai estar de quatro na frente do sofá antes mesmo de você pedir.”

Eu passei a mão na coxa da Gabi e apertei.

“E vocês vão andar peladas em casa quando a gente mandar. Sem roupa. Nada.”

“As três responderam ao mesmo tempo:

“Sim…”

A gente ficou mais um tempo em silêncio. O quarto escuro agora. Só o barulho da respiração.

Eu fechei os olhos.

Pela primeira vez em muito tempo, a casa não parecia vazia.

Parecia nossa.

E a gente ia usar ela direito a partir de agora.

Em breve novas historias ………..

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