Laura segurou a jaula com uma mão e com a outra pegou meu pau ainda mole, melado de porra. Eu tava sensível pra caralho, o corpo todo tremendo depois do orgasmo forte. Ela passou a argola de metal por baixo das minhas bolas primeiro, puxando devagar pra encaixar atrás. O metal tava frio. Eu dei um pulo.
“Ai……… porra, tá apertado, caralho.”
“Calma, putinho. Tem que ficar bem justo”, ela falou, voz calma, quase doce. “Se não ficar bem apertado, não serve pra nada.”
Rafa riu baixo, segurando meu pau com dois dedos pra ajudar. Laura empurrou a argola até ficar no lugar certo, apertando minhas bolas pra frente. Doeu um pouco, mas não era ruim. Era … estranho. Pesado. Depois ela pegou o tubinho transparente de acrílico e começou a enfiar meu pau mole dentro. Tava mole mesmo, graças a Deus, senão não ia entrar. O acrílico era frio também. Ela foi empurrando devagar, encaixando os pinos laterais na argola.
Eu olhei pra baixo. Meu pau parecia pequeno dentro daquilo. Preso. Sem espaço nenhum pra crescer. A cabeça ficava apertada contra o fundo furadinho.
“Perfeito”, Laura murmurou. Ela pegou o cadeadinho pequeno, passou no furo e fechou com um clique seco. Click.
O barulhinho pareceu alto pra porra no quarto silencioso.
Ela balançou as chaves na frente do meu rosto e depois guardou no bolso do short.
“Pronto. Agora você é nosso de verdade.”
Eu tentei mexer o quadril. Meu pau tentou endurecer por reflexo, como sempre acontecia depois de gozar. Mas não tinha pra onde ir. A jaula apertou forte. Doeu gostoso e ruim ao mesmo tempo. Eu gemi baixo.
“Caralho… tá apertando.”
“É pra isso que serve”, Rafa falou, dando uma batidinha leve na jaula com a unha. O som foi seco. “Olha como fica bonitinho preso.”
Laura subiu na cama de novo, ainda sem calcinha. Ela passou uma perna por cima do meu peito e sentou na minha cara de novo, dessa vez de frente pro meu corpo. A boceta dela tava quente e molhada, cheirando forte. Ela esfregou devagar na minha boca e nariz.
“Agora você vai lamber as duas enquanto tá presinho. Sem reclamar.”
Eu abri a boca e comecei a lamber. O gosto dela misturado com o meu suor. Ela rebolava devagar, gemendo baixinho. Do lado, ouvi o barulho da Rafa tirando a própria calça. Depois senti a mão dela de novo na jaula, apertando de leve por cima do acrílico, balançando meu pau preso.
“Ele tá tentando subir”, ela comentou, rindo. “Olha como incha por dentro… coitadinho.”
Eu gemi contra a boceta da Laura. O som saiu abafado. Meu pau latejava dentro da jaula, tentando crescer, mas só conseguia ficar mais preso. A pressão nas bolas era constante. Doía, mas meu corpo respondia mesmo assim. Eu sentia líquido escorrendo pela fresta da jaula — porra residual ou pré-gozo novo, não sabia.
Laura apertou mais as coxas na minha cabeça, quase me sufocando de propósito. Eu lambi mais rápido, chupando o clitó dela quando conseguia. Ela gemeu mais alto.
“Isso… bom garoto. Chupa direito.”
Rafa continuou brincando com a jaula. Ela passou o dedo na fresta da frente, pegando o líquido que escorria e espalhando na minha barriga. Depois deu um tapa leve nas minhas bolas presas. Não foi forte, mas o susto fez meu pau tentar endurecer de novo. A jaula apertou mais. Eu soltei um gemido rouco contra a buceta da Laura.
“Ele gosta”, Rafa riu. “Toda vez que eu aperto ele tenta ficar duro.”
Elas trocaram de lugar depois de uns minutos. Rafa sentou na minha cara agora. Ela era mais pesada, mais molhada. A boceta dela cobria minha boca e nariz quase inteiro. Eu tive que virar a cabeça um pouco pra conseguir respirar entre as lambidas. Laura desceu pro meu lado, pegou a jaula com a mão e começou a mexer devagar, pra frente e pra trás, como se estivesse masturbando um pau normal. Mas não era. Era só pressão e frustração.
Meu quadril subiu sozinho. Eu gemi alto, abafado pela buceta da Rafa.
“Porra… por favor…”
“Por favor o quê?”, Laura perguntou, voz manhosa. “Você já gozou uma vez. Agora vai ficar assim um tempinho.”
Ela continuou mexendo a jaula. O acrílico raspava de leve na pele sensível. Meu pau tentava crescer, falhava, inchava dentro do espaço pequeno. A sensação era louca — tesão misturado com aperto constante. Eu sentia as bolas cheias, pesadas.
Rafa rebolava na minha cara, gemendo mais alto agora. Eu chupava e lambia o que conseguia, língua cansada, queixo molhado. De vez em quando ela levantava um pouco pra eu respirar e depois sentava mais forte.
“Ele lambe gostoso”, ela falou pra Laura. “Tá ofegante já.”
“É porque tá preso”, Laura respondeu. “O corpo dele não entende que não pode gozar de novo.”
Elas riram. Rafa gozou primeiro. Eu senti ela tremer em cima de mim, apertando as coxas na minha cabeça, gemendo longo e rouco. Líquido quente escorreu na minha boca. Eu engoli o que deu. Ela ficou sentada mais uns segundos, ofegante, depois desceu devagar.
Laura não gozou ainda. Ela se ajoelhou do meu lado, passou a mão no meu peito suado.
“Agora você vai ficar de quatro.”
Elas soltaram meus pulsos. As mãos estavam formigando. Eu rolei devagar, o corpo mole depois de dois orgasmos seguidos (o meu e o dela). A jaula balançava entre as pernas quando eu me movi. Era estranho sentir o peso ali, o pau preso apontando pra baixo.
“De quatro, bunda alta”, Laura mandou.
Eu obedeci. Joelho e cotovelo na cama, bunda empinada. A jaula pendurada, balançando. Laura passou a mão na minha bunda, apertou uma nádega.
“Bonita bunda”, ela comentou. Depois deu um tapa. Plaf. Não foi forte, mas ecoou. Eu dei um pulo.
“Conta”, ela mandou.
“Um… obrigada, senhora.”
Outro tapa, no outro lado. Plaf.
“Dois… obrigada.”
Ela deu mais uns cinco, alternando. Nada muito forte, mas o suficiente pra esquentar a pele. Toda vez que eu contava, meu pau tentava endurecer dentro da jaula. A pressão aumentava. Eu gemia baixo entre os números.
Rafa sentou na minha frente, abriu as pernas e puxou minha cabeça pra lamber ela de novo. Enquanto eu lambia, Laura continuou dando uns tapas leves na bunda e nas coxas, comentando como eu ficava apertado na jaula.
Depois de um tempo ela parou os tapas. Eu ouvi o barulho de ela tirando o resto da roupa. Depois senti ela se posicionar atrás de mim. Ela passou dois dedos molhados na minha bunda, perto do cu, sem entrar. Só circulando, provocando.
“Relaxa”, ela falou baixo. “Não vou te foder hoje. Mas quero que você sinta que poderia.”
Os dedos pressionaram de leve no meu cu, sem forçar. Eu tremi inteiro. O pau preso na jaula latejava forte. Eu gemi contra a buceta da Rafa.
“Porra… tá louca…”
Elas riram de novo.
Laura tirou os dedos. Deu mais um tapa na bunda.
“Agora deita de costas de novo.”
Eu obedeci. A jaula estava apertada pra caralho agora. Meu pau tinha inchado o máximo que conseguia dentro do acrílico e parou. Doía de um jeito que misturava com tesão. Eu tava ofegante, suado, o corpo inteiro sensível.
Laura deitou do meu lado, passou o braço no meu peito. Rafa deitou do outro lado. As duas peladas agora. Laura segurou a jaula de novo, balançando devagar.
“Você vai dormir aqui hoje”, ela falou, voz baixa. “Preso assim. A gente vai te acordar de madrugada se quiser brincar mais. Ou talvez a gente te mande pra casa de manhã com a jaula e a chave comigo.”
Eu engoli em seco. Meu pau tentou crescer de novo. Falhou. A jaula apertou.
“Você aceitou sem saber”, ela continuou. “Agora é tarde pra reclamar.”
Rafa passou a mão no meu peito, beliscou um mamilo de leve.
“Mas se você se comportar… quem sabe a gente te dá um prêmio amanhã.”
Laura beijou meu ombro, depois mordeu de leve.
“Agora fecha os olhos e tenta dormir. Amanhã a gente decide se você merece gozar de novo ou se vai ficar mais uns dias assim.”
Eu fechei os olhos. O corpo tava exausto, mas o pau preso não parava de latejar. A jaula era fria no começo, agora tava quente do meu corpo. Toda vez que eu respirava fundo, sentia o peso.
Elas se aconchegaram nos dois lados. Laura passou a perna por cima da minha. Rafa encostou os peitos no meu braço.
O quarto ficou em silêncio, só o barulho baixo do ar-condicionado e nossa respiração.
Meu pau tentou endurecer uma última vez antes de eu apagar.
Não conseguiu.
