A gnt continuou dirigindo devagar pelas ruas do bairro dela, perto da casa dos pais. Eu tava com a mão direita na coxa dela o tempo todo, apertando de vez em quando, subindo até a virilha por cima do jeans que ela tinha recolocado. O cheiro de sexo ainda tava forte no carro, porra quente e buceta misturado com o ar condicionado fraco. Ela tava quieta, olhando pra janela, mas eu via que as pernas dela não fechavam direito, ficavam abertas um pouquinho. Eu sabia que a calcinha tava encharcada com a minha porra que eu tinha gozado dentro dela há pouco.
Eu falei, voz baixa, sem tirar a mão:
“Júlia, eu não vou te deixar descer em casa ainda não. Para o carro aqui na rua de trás, naquele lugar com as árvores. Quero te comer de novo antes de você entrar.”
Ela não respondeu com palavras. Só mordeu o lábio de novo (eu vi pelo canto do olho) e deu um assentinho de cabeça bem pequeno. Eu virei na rua lateral, estacionei debaixo de uma árvore grande, longe da luz do poste. Desliguei o motor e as luzes. O bairro tava quieto, quase não passava carro. Eu virei pra ela e puxei ela pra cima de mim de novo. Beijei forte, língua pra dentro, enquanto minha mão abria o botão do jeans dela de novo. Ela ajudou, levantando o quadril. Eu tirei o jeans e a calcinha juntos, joguei pro banco de trás. A buceta dela tava toda melada, os lábios inchados, minha porra escorrendo devagar pra fora. Porra que visão gostosa.
Eu falei enquanto esfregava o pau (que já tava duro de novo) na entrada dela:
“Olha como essa sua bucetinha tá cheia da minha porra. Você vai entrar em casa assim, com o cu e a buceta melada de tio. Gosta disso né, sua safadinha?”
Ela gemeu baixinho e respondeu, voz rouca:
“gosto… me fode de novo tio… aqui mesmo…”
Eu sentei ela no meu colo de frente pra mim, o pau entrando fácil dessa vez porque ela tava escorregadia. Ela desceu devagar, gemendo quando eu enchi ela toda. Comecei a meter por baixo, segurando a bunda dela com as duas mãos, abrindo as nádegas enquanto subia e descia ela no meu pau. O carro balançava de leve. Eu abri um pouco a janela do motorista, deixei entrar o ar da rua. Exibicionista pra caralho. Qualquer um que passasse a pé podia ouvir os gemidos dela se falasse alto.
Ela tava rebolando agora por conta própria, subindo e descendo no meu pau, os peitos balançando debaixo da camiseta que eu tinha levantado de novo. Eu chupava um mamilo, depois o outro, mordiscando forte o suficiente pra deixar marca. Ela gemia mais alto, cabeça jogada pra trás. Eu enfiei um dedo no cuzinho dela enquanto metia na buceta, devagar no começo, depois mais fundo. Ela apertou tudo, gemeu alto e falou:
“ai caralho tio… faz isso… me fode os dois buracos…”
Eu ri baixo e meti mais forte, dedo no cu, pau na buceta, o barulho molhado enchendo o carro. De repente ouvi passos na calçada. Um vizinho qualquer caminhando com o cachorro. Eu não parei. Continuei metendo, só abaixei um pouco mais o banco pra gente ficar mais escondido, mas a janela tava aberta uns dez centímetros. O cara passou perto, olhou pro carro um segundo mas continuou andando. Júlia mordeu meu ombro pra não gemer alto, mas eu senti a buceta dela apertar mais forte. Ela tava gostando do risco, porra. Eu falei no ouvido dela:
“viu? Alguém quase te viu sendo fudida pelo tio. Sua bucetinha ficou ainda mais molhada. Você é uma puta exibicionista disfarçada.”
Ela não negou. Só rebolou mais forte, gemendo baixo contra meu pescoço. Eu meti até ela gozar de novo, o corpo tremendo inteiro, buceta apertando e soltando mais porra pra fora, escorrendo pelo meu pau e pelo saco. Eu gozei logo depois, jorrando mais fundo ainda, enchendo ela de novo. A gente ficou parado ali, suados, respirando pesado, o carro cheirando a foda.
Depois de uns minutos eu ajudei ela a se vestir. A calcinha tava tão molhada que ela nem quis botar de volta, guardou no bolso da minha jaqueta. O jeans voltou pro lugar, mas dava pra ver que ela tava andando estranho quando desceu do carro. Eu desci também, dei um beijo demorado na boca dela na calçada, mão apertando a bunda por cima do jeans.
Eu falei:
“Amanhã eu passo aqui de novo às duas da tarde. Seus pais vão estar trabalhando, né? Você desce e a gente vai pra um lugar mais tranquilo. Motel ou uma estrada abandonada. Eu quero te foder o dia inteiro, sem pressa. Quero ver você pelada de verdade, sem essa roupa de santinha.”
Ela olhou pra mim, ainda com o rosto vermelho, cabelo bagunçado, lábio inchado de tanto beijar. Mordeu o lábio de novo e falou baixinho:
“eu vou… me avisa quando chegar perto… eu desço rápido.”
Eu dei um tapa leve na bunda dela e falei:
“Boa menina. Agora entra em casa com a buceta cheia de porra do tio. E não limpa não. Quero que você sinta escorrendo enquanto conversa com sua mãe.”
Ela corou mais, mas sorriu safado antes de virar e ir andando pra porta da casa. Eu fiquei no carro vendo ela entrar, a bunda balançando um pouco mais do que o normal. Entrei no carro de novo e dirigi pra minha casa, o pau ainda latejando, a cabeça cheia de imagens dela.
Cheguei em casa, tomei banho, mas não consegui tirar ela da cabeça. Por volta das onze da noite eu peguei o celular e mandei mensagem:
“já deitou? tá sentindo minha porra escorrendo ainda?”
Ela respondeu rápido, em menos de um minuto:
“tô na cama… sim… tá tudo melado… não limpei como vc mandou”
Eu respondi:
“boa putinha. Tira a roupa agora e manda foto da buceta pra mim. Quero ver como ficou depois de eu foder duas vezes.”
Ela demorou uns três minutos. Quando chegou a foto… porra. Ela tava deitada na cama, luz apagada, só a luz do celular. Calcinha fora, pernas abertas, buceta inchada, brilhando de porra seca e molhada misturada. Os lábios vermelhos, o clitóris ainda um pouco inchado. Eu respondi na hora:
“caralho que buceta gostosa. Amanhã eu vou chupar ela até você gozar na minha boca. Depois eu meto até você pedir pra parar. Se prepara.”
Ela mandou outra mensagem:
“eu nunca fiz isso com ninguém… só com vc hoje… tô com medo mas quero dnv”
Eu respondi:
“não precisa ter medo. Eu cuido de você. Amanhã a gente faz tudo devagar no começo. Mas depois eu vou te foder como uma puta mesmo. Quero ouvir você pedindo pra eu gozar dentro de novo.”
A gente ficou trocando mensagem até quase uma da manhã. Ela foi ficando mais safada conforme a conversa foi rolando. Mandou outra foto, dessa vez segurando os peitos com as duas mãos, mamilos duros. Eu mandei foto do meu pau duro de novo, ela respondeu “quero isso dentro de mim dnv”. Eu falei que ia buscar ela de carro, a gente ia pra um motel baratinho na estrada de Itapecerica, daqueles de beira de estrada que ninguém fiscaliza muito. Ela concordou na hora.
No dia seguinte, eu passei na rua dela exatamente às duas. Mandei mensagem “tô aqui”. Ela desceu em dois minutos, roupa simples de novo: outra calça jeans, camiseta preta básica, tênis. Cabelo solto dessa vez. Entrou no carro rápido, olhou pra mim com aqueles olhos grandes e falou:
“meu pai saiu pro trabalho, minha mãe tá na casa da minha avó. A gente tem até umas seis.”
Eu não respondi com palavras. Só botei a mão na coxa dela enquanto dirigia pra fora da cidade. Dessa vez eu não esperei chegar no motel. Parei num posto de gasolina abandonado na estrada, atrás do prédio, lugar que quase não passa ninguém. Desliguei o carro e falei:
“Tira a roupa aqui dentro agora. Quero te ver peladinha de verdade.”
Ela hesitou só um segundo, depois tirou a camiseta, o jeans, a calcinha. Ficou pelada no banco do passageiro, peitos à mostra, buceta exposta, o sol da tarde batendo no corpo dela. Eu tirei minha calça também, pau já duro. Mandei ela sentar de quatro no banco de trás. Eu subi atrás dela, segurei o quadril e meti tudo de uma vez. Ela gemeu alto, sem ninguém pra ouvir dessa vez. Eu meti forte, o carro balançando, a bunda dela batendo contra mim. Uma mão puxando o cabelo, a outra dedando o cu. Eu falei enquanto metia:
“Você é minha sobrinha safada agora. Vou foder você toda vez que der vontade. Em casa, no carro, no motel, na rua se eu quiser. E você vai deixar.”
Ela respondeu gemendo, voz meio-cortada:
“deixo… sou sua… fode mais forte tio…”
Eu meti até ela gozar gritando, depois gozei dentro de novo, enchendo ela pela terceira vez em menos de vinte e quatro horas. A gente ficou ali um tempo, pelados, suados, eu passando a mão no corpo dela, apertando os peitos, esfregando a buceta melada.
Depois a gente se vestiu e continuou pra o motel. Chegamos lá, peguei um quarto simples, cama grande, espelho na parede. Assim que fechamos a porta eu mandei ela tirar tudo de novo. Dessa vez eu tirei a roupa devagar, fiz ela ficar de joelhos e chupar meu pau enquanto eu olhava no espelho. Depois deitei ela na cama, abri as pernas e chup ei a buceta dela pela primeira vez. Porra, o gosto dela misturado com a minha porra era viciante. Ela gozou na minha boca em menos de cinco minutos, apertando minhas orelhas com as coxas, gemendo meu nome.
Eu subi em cima dela, meti de novo, agora devagar, olhando nos olhos. Beijei ela o tempo inteiro, falei coisas safadas no ouvido enquanto metia fundo. Ela foi se soltando mais, falando mais putaria, pedindo pra eu gozar dentro, pedindo pra eu foder o cu dela também (eu fiz, devagar, com bastante cuspe e paciência, ela gemeu e gozou de novo).
A gente ficou no motel até quase cinco da tarde. Fodemos em todas as posições possíveis naquela cama. Eu gozei dentro dela três vezes, na boca uma vez, na bunda uma. Ela saiu de lá com as pernas bambas, calcinha encharcada de novo, sorrindo de um jeito que nunca tinha visto antes.
No caminho de volta pra casa dela eu falei:
“Da próxima vez a gente faz num lugar mais arriscado. Eu quero te foder no carro com a porta aberta. Ou num estacionamento de shopping. Quero que alguém te veja sendo comida pelo tio.”
Ela olhou pra mim, mordeu o lábio e respondeu:
“eu quero… tô ficando viciada nisso… em você me usando…”
Eu deixei ela na porta de casa de novo. Dessa vez dei um beijo longo na boca na calçada, mão dentro da camiseta apertando o peito. Ela entrou cambaleando um pouco.
Eu dirigi pra casa pensando que isso não ia parar. A santinha da família tinha virado minha putinha particular e eu ia explorar isso de mais.
