Contos Erotico

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Contos Eróticos — Pai Bate Punheta Cheirando a Calcinha da Filha e ela vê tudo.

Eu moro com minha filha num apartamento pequeno aqui em Campinas, num bairro sem nome. A mãe dela sumiu faz uns anos, deixou a gente pra trás e nunca mais deu notícia. Então é só eu e a Lívia. Ela tem a casa toda o dia todo. N trabalha, n estuda, fica no celular, vê série, anda de um lado pro outro de shortinho curto e top colado. Porra… ela é safada. Eu sei que é,  e de propósito. A bunda empina quando ela se abaixa, o peito marca, ela senta de perna aberta no sofá como se n tivesse ninguém olhando. Mas eu olho, e eu… eu tava viciado nela fazia tempo.

Tudo começou de verdade uns meses atrás. Um dia ela tomou banho, saiu do banheiro enrolada na toalha e foi pro quarto. O cesto de roupa suja ficou no banheiro. Eu entrei pra mijar e vi. Uma calcinha preta de algodão, ainda úmida no meio. Eu n pensei duas vezes. Peguei, levei pro nariz e cheirei fundo. O cheiro era forte, doce, de buceta suada o dia inteiro, misturado com sabonete. Meu pau ficou duro na hora, latejando dentro da calça. Eu tranquei a porta do meu quarto… mas deixei uma frestinha… e comecei a bater punheta ali mesmo, cheirando aquela calcinha como se fosse droga. Imaginava a Lívia abrindo as pernas pra mim, eu enfiando o pau na buceta quente e apertada dela, ela gemendo meu nome… gozei rápido, jorrando na minha mão, quase sujando o chão. Depois limpei tudo e guardei a calcinha no fundo da gaveta.

Daí virou rotina. Todo dia eu esperava ela trocar de roupa ou tomar banho. Quando ela saía do quarto eu ia no banheiro, revirava o cesto bem devagar. Pegava a calcinha do dia. Às vezes era fio dental preto, às vezes uma calcinha normal de algodão branca. Sempre com aquele cheiro dela. Uma vez tava com uma mancha branca bem no meio, seca. Eu lambi. O gosto era salgado, forte, de porra velha misturada com buceta. Meu pau ficou tão duro que doeu. Eu fui pro quarto, cheirei enquanto batia uma bem lenta, pensando em lamber direto da fonte, na buceta novinha e molhada da minha filha. Gozei gemendo baixo, jorrando na calcinha dela mesmo.

Eu ficava o dia inteiro pensando nisso. No trabalho eu mal conseguia focar. Voltava pra casa já com o pau meio duro só de imaginar. Às vezes ela tava na sala de short branco tão curto que dava pra ver o contorno da buceta marcando. Eu ia pro meu quarto, pegava a calcinha mais recente, cheirava fundo, batia punheta devagar, imaginando ela sentando no meu pau, rebolando, pedindo pra eu gozar dentro. Às vezes eu gozava na calcinha e deixava secar, depois cheirava de novo no dia seguinte. Viciado pra caralho.

Comecei a ficar mais ousado. Deixava a porta do meu quarto entreaberta quando tava batendo punheta. Às vezes ela passava no corredor pra ir na cozinha e eu via ela olhar de relance. Ela n falava nada. N fechava a porta também. Uma vez eu tava de pau pra fora, batendo forte, cheirando a calcinha vermelha que ela usou no dia anterior. Ela passou devagar, parou um segundo no corredor, olhou dentro do quarto e mordeu o lábio inferior. Porra… meu pau pulsou na mão. Eu continuei batendo, olhando pra ela. Ela ficou mais uns segundos, depois seguiu. Mas eu sei que ela viu tudo.

Outro dia eu tava na cozinha só de cueca boxer, o pau meio inchado já. Ela entrou pra pegar água na geladeira. De shortinho jeans rasgado, tão curto que a bunda quase caía pra fora. Ela se abaixou bem devagar pra pegar algo na parte de baixo… a bunda empinou toda na minha direção. Eu comecei a esfregar o pau por cima da cueca, sem pressa, olhando. Ela ficou mais tempo mexendo as coisas na geladeira. Eu vi no reflexo do vidro que ela tava me olhando. Quando se levantou, olhou de canto de olho e deu um sorrisinho de ladinho. Safada do caralho.

Eu tava ficando louco. Cheirava calcinha dela todo dia, às vezes duas vezes por dia. Guardava as melhores no criado-mudo. Uma preta fio dental que ela usou quando tava com calor… tava molhada pra porra na parte da frente. Eu enfiei o nariz, respirei fundo, quase gozei só do cheiro. Bati punheta pensando em meter nela sem camisinha, gozar fundo na buceta, ver o leitinho escorrer e ela passar o dedo e lamber.

Aos poucos eu fui deixando ela me ver mais. Saía do banho sem toalha, ia pro quarto pelado, pau balançando duro. Ela tava na sala, via tudo. N reclamava. Às vezes eu deixava a porta do banheiro aberta quando ia mijar, ela passava no corredor e via meu pau. Eu começava a ficar duro só de saber que ela tava olhando. Uma noite eu tava de cueca na sala, o volume marcando forte. Ela sentou no sofá do meu lado, de perna cruzada primeiro, depois abriu um pouco. Eu via o short subindo na coxa. Meu pau ficou duro na hora. Eu esfreguei por cima da cueca, disfarçando com a mão. Ela olhou. N desviou.

A gente tava vendo filme qualquer na TV. Eu n tava nem prestando atenção. O pau latejava dentro da bermuda. Eu comecei a esfregar devagar por cima do pano. Ela tava do meu lado, respirando um pouco mais forte. Eu puxei a bermuda um pouco pra cima, deixando o volume bem marcado. Ela mordeu o lábio de novo, igual quando me viu batendo punheta. Eu continuei esfregando mais firme. O pau pulsava. Eu tava quase gozando só de esfregar ali, com ela do lado.

Levantei, disse que ia no banheiro. Fui pro meu quarto, peguei a calcinha vermelha que tava escondida, cheirei enquanto batia uma rápida e forte. Gozei na mão pensando nela na sala sentindo o cheiro de porra no ar. Quando voltei pro sofá ela tava ainda lá, olhando pra TV mas com a cara de quem sabia exatamente o que eu tinha feito.

Eu tava decidido. N ia mais só bater punheta cheirando calcinha no quarto. Ia fazer de verdade. Ia começar a tocar nela, mostrar o pau de perto, ver até onde a safada ia. Ela é exibicionista, eu sei. E eu sou o pai… porra, isso só deixava tudo mais quente, mais errado, mais gostoso.

Eu sentei de novo no sofá, mais perto agora. Minha mão foi pro joelho dela devagar. Ela n tirou. Eu subi um pouco a mão na coxa macia, apertando de leve. Ela respirou mais fundo mas ficou quieta, olhando pro filme. Meu pau tava duro pra caralho dentro da bermuda. Eu apertei a coxa dela de novo, mais pra cima. A pele tava quente. A Lívia n tirou minha mão. Continuou olhando pro filme como se nada estivesse acontecendo, mas eu sentia ela respirando diferente. Meu pau tava latejando dentro da bermuda, duro pra caralho. Eu subi mais a mão devagar, sentindo o shortinho fino. Quando cheguei no meio das pernas dela, o tecido tava quente e um pouco úmido. Porra… ela tava molhada já.

Eu esfreguei dois dedos por cima do short, bem no meio. Ela abriu um pouco mais as pernas, sem falar nada. Eu continuei esfregando devagar, sentindo a buceta inchando por baixo do pano. O short tava ficando molhado no dedo. Eu olhei de lado. Ela tava mordendo o lábio inferior, os olhos ainda na TV mas sem ver nada. Eu apertei mais forte. Ela soltou um suspiro baixinho.

Eu puxei o shortinho um pouco pro lado com os dedos. A calcinha dela tava branca, fina, e tava encharcada no meio. Eu passei o dedo por cima da calcinha, sentindo os lábios inchados. Tava quente pra porra. Eu enfiei o dedo por baixo da calcinha e encontrei a buceta peladinha, molhada, quente. Deslizei o dedo devagar entre os lábios, sentindo ela pulsar. A Lívia abriu mais as pernas pro sofá, deixando eu fazer o que queria.

Eu tirei o dedo, levei no nariz e cheirei. O cheiro era forte, doce, bem mais forte que o das calcinhas do cesto. Meu pau quase explodiu. Eu mostrei o dedo molhado pra ela e falei baixo:

olha como sua buceta tá molhada pra mim… cheira.

Ela virou a cabeça, olhou pro meu dedo, depois olhou pra mim. Os olhos dela tavam brilhando. Ela cheirou meu dedo sem falar nada, depois passou a língua devagar na ponta. Porra… quase gozei só de ver isso.

Eu voltei a mão pra buceta dela. Agora sem pressa. Deslizei dois dedos entre os lábios, abri ela um pouco, senti o clitóris duro. Comecei a fazer círculos lentos. A Lívia soltou outro suspiro, mais alto. As pernas dela tremeram de leve. Eu continuei esfregando devagar, sentindo ela ficar mais molhada a cada segundo. O shortinho tava todo encharcado agora.

Eu tirei a mão, segurei a cintura dela e puxei devagar. Ela entendeu. Levantou o quadril e eu tirei o shortinho junto com a calcinha de uma vez. A buceta dela apareceu, rosada, molhada, os lábios brilhando. Ela tava peladinha da cintura pra baixo. Eu abri as pernas dela mais, coloquei uma perna por cima do meu colo. Agora eu via tudo.

Eu me abaixei um pouco no sofá e cheirei direto. O cheiro subiu forte, quente, de buceta excitada. Eu passei a língua devagar de baixo pra cima, sentindo o gosto salgado e doce. A Lívia gemeu baixo, a mão foi pro meu cabelo. Eu lambi de novo, mais devagar, abrindo ela com os dedos. O clitóris tava inchado. Eu chupei ele de leve, depois lambi em volta. Ela rebolou o quadril contra minha boca.

Eu enfiei um dedo dentro dela devagar. Tava apertada, quente, escorregadia. Comecei a chupar o clitóris enquanto metia o dedo pra dentro e pra fora. Ela tava gemendo baixo, tentando não fazer barulho. Eu tirei o dedo, lambi ele, depois enfiei dois. A buceta dela apertou em volta. Eu chupei mais forte, fazendo barulho molhado. Ela puxou meu cabelo, o quadril subindo pra minha boca.

Depois de um tempo eu levantei a cabeça. O queixo tava molhado da buceta dela. Eu olhei pra ela e falei:

tá gostoso? quer que eu continue chupando essa sua buceta safada ou quer sentir o pau do pai agora?

Ela mordeu o lábio, olhou pro volume da minha bermuda e falou quase num sussurro rouco:

quero sentir… mas devagar primeiro…

Eu sorri. Levantei, tirei a bermuda e a cueca de uma vez. Meu pau pulou pra fora, duro, grosso, a cabeça brilhando de porra. A Lívia olhou fixo. Os olhos dela tavam vidrados. Eu segurei o pau na base e aproximei da cara dela. Ela cheirou, igual eu tinha feito com ela. Depois passou a língua devagar na cabeça, lambendo a porra que tava saindo.

Eu segurei a nuca dela e falei:

isso… cheira o pau do pai. lambe tudo.

Ela lambeu de baixo pra cima, devagar, depois abriu a boca e chupou a cabeça. A boca dela tava quente. Ela chupou devagar, a língua rodando. Eu gemi baixo. Ela desceu mais, tentando engolir. Não conseguiu tudo de uma vez, mas chupou com vontade, fazendo barulho molhado. A mão dela segurava a base e subia e descia junto com a boca.

Eu segurei o cabelo dela e comecei a meter devagar na boca dela. Ela aceitou, engasgando um pouco mas continuando. A saliva escorria pelo meu pau. Eu olhei pra baixo e vi a buceta dela brilhando, pingando no sofá. Eu tirei o pau da boca dela com um estalo molhado.

Deita no sofá, abri as pernas bem.

Ela obedeceu. Deitou, abriu as pernas o máximo que deu. A buceta tava inchada, molhada pra caralho. Eu me posicionei entre as pernas dela, segurei o pau e passei a cabeça devagar entre os lábios, molhando tudo. Não entrei. Só esfreguei, batendo de leve no clitóris. A Lívia rebolava, tentando me puxar pra dentro. Eu segurava firme.

Eu falei baixo, quase rosnando:

quer o pau do pai dentro dessa buceta safada? quer que eu meta fundo?

Ela olhou pra mim, olhos vidrados, e falou:

quero… porra, eu quero… mete devagar…

Eu continuei esfregando a cabeça do pau na entrada dela, empurrando só um pouco, sentindo ela abrir e fechar. A cabeça entrava um centímetro e eu tirava. Ela gemia de raiva e tesão. Eu fiz isso várias vezes, molhando tudo, sentindo a buceta dela pulsar querendo engolir.

Depois de um tempo eu empurrei mais. A cabeça entrou. Quente pra porra. Apertada. Eu parei, deixei ela sentir. A Lívia tava ofegante. Eu empurrei mais um pouco, metade do pau dentro dela agora. Parei de novo. Ela tava tremendo.

Eu tirei tudo, esfreguei de novo na buceta, depois enfiei devagar até o fundo de uma vez. Ela soltou um gemido alto, o corpo arqueando. Eu fiquei parado, sentindo a buceta apertando meu pau inteiro. Porra… tava quente, molhada, apertada pra caralho.

Eu comecei a meter devagar, saindo quase tudo e voltando até o fundo. Cada vez mais fundo. A Lívia gemia sem parar, as unhas cravando no meu braço. Eu segurava a cintura dela e metia mais forte, mas ainda controlado. O barulho molhado enchia a sala. O pau saía brilhando de tanto mel que ela tava soltando.

Eu me deitei mais em cima dela, peguei a boca dela e beijei enquanto metia. Ela chupou minha língua, gemendo na minha boca. Eu meti mais rápido, o pau batendo fundo. Ela tava molhada pra caralho, escorrendo no meu pau e no sofá.

Eu levantei um pouco, segurei uma perna dela no ar e meti mais fundo ainda. Ela gritou baixo. Eu continuei metendo, olhando pra buceta engolindo meu pau. Depois de um tempo eu tirei, ajoelhei no chão e comecei a chupar ela de novo, lambendo meu próprio pau na buceta dela. Depois subi e enfiei de novo.

A gente ficou assim um tempo… eu metendo devagar, depois rápido, depois parando pra chupar ela de novo. Ela gozou uma vez assim, apertando meu pau, gemendo alto, o corpo tremendo todo. Eu segurei, não gozei ainda. Queria aproveitar mais.

Eu tirei o pau, peguei ela no colo e levei pro quarto dela. Deitei ela na cama, abri as pernas de novo e comecei a meter de ladinho, segurando uma perna dela pra cima. A buceta tava ainda mais molhada. Eu metia fundo, batia na bunda dela, ouvia o barulho molhado. Ela rebolava pra trás, querendo mais.

Depois eu tirei de novo, deitei de costas e falei:

sobe em cima. senta devagar.

Ela subiu, segurou meu pau e posicionou na entrada. Desceu devagar, sentindo cada centímetro entrar. Quando sentou tudo, ela ficou parada, sentindo o pau fundo dentro dela. Depois começou a rebolar devagar, pra frente e pra trás. Os peitos balançando. Eu segurei a cintura dela e ajudei, subindo e descendo.

Ela tava gemendo alto agora. Eu falei:

rebola mais… isso… usa a buceta no pau do pai…

Ela rebolou mais forte. O pau entrava e saía, brilhando. Eu sentia ela apertando. Depois de um tempo ela se inclinou pra frente, os peitos na minha cara. Eu chupei um mamilo enquanto ela rebolava. Ela gozou de novo, apertando forte, o corpo tremendo em cima de mim.

Eu segurei ela, tirei o pau e coloquei ela de quatro. A bunda empinada, a buceta piscando. Eu enfiei de uma vez e comecei a meter forte, segurando o quadril dela. O barulho era alto. A bunda batia na minha barriga. Eu metia fundo, batia na bunda com a mão de leve. Ela gemia pedindo mais.

Eu meti assim um bom tempo, sentindo que tava perto. Tirei o pau, virei ela de barriga pra cima de novo, abri as pernas e meti fundo. Agora metendo rápido e fundo. Ela tava gemendo sem parar. Eu falei:

vou gozar… onde você quer?

Ela olhou pra mim, olhos perdidos de tesão e falou:

dentro… goza dentro da buceta do pai… enche ela…

Eu meti mais três vezes forte e gozei. Jorrando fundo, quente, enchendo ela. O pau pulsando dentro da buceta dela. Eu fiquei parado, gozando tudo, sentindo ela apertar. Quando parei, tirei devagar. O leitinho começou a escorrer da buceta inchada dela.

Eu deitei do lado dela, ofegante. A Lívia tava suada, o cabelo grudado na testa, a buceta ainda pulsando, o leitinho escorrendo. Ela passou o dedo na buceta, pegou um pouco e lambeu devagar, olhando pra mim.

Eu sorri, suado também.

a gente ainda n acabou não…

Ela sorriu de volta, safada.

Eu sei…

A gente ficou ali um tempo, recuperando o fôlego. Depois eu comecei a passar a mão na buceta dela de novo, sentindo ela ainda sensível, o leitinho misturado com o mel dela. Ela abriu as pernas de novo pra mim.

Eu falei baixo:

agora eu quero ver você gozar na minha boca de novo… depois eu meto mais.

Ela mordeu o lábio e abriu mais as pernas.

Eu me abaixei de novo entre as pernas da Lívia, a buceta ainda inchada e pingando o leitinho que eu tinha gozado dentro. Eu passei a língua devagar por cima, sentindo o gosto salgado da minha porra misturado com o mel quente dela. Ela abriu mais as pernas, soltando um gemido baixo. Eu chupei os lábios inchados, lambi tudo, depois enfiei a língua dentro dela o mais fundo que deu. A Lívia rebolou contra minha boca, a mão no meu cabelo apertando.

Eu chupava e lambia sem pressa, sentindo ela ficar molhada de novo. O clitóris tava duro. Eu chupei ele de leve primeiro, depois mais forte, enquanto enfiava dois dedos dentro e metia devagar. Ela tava gemendo alto agora, o quadril subindo e descendo. Eu continuei chupando o clitóris, fazendo círculos com a língua, metendo os dedos mais rápido. A buceta dela apertava meus dedos. Eu senti quando ela tava chegando perto. Aumentei o ritmo, chupei forte e meti os dedos fundo. Ela gozou gemendo meu nome, o corpo tremendo todo, apertando meus dedos, mais mel escorrendo na minha boca. Eu lambi tudo devagar enquanto ela descia do orgasmo.

Quando ela parou de tremer, eu subi e beijei ela na boca, deixando ela sentir o gosto da buceta dela misturado com minha porra. Ela chupou minha língua com vontade. Meu pau tava duro de novo, latejando contra a barriga dela. Ela desceu a mão e segurou, apertando devagar.

Eu falei baixo na orelha dela:

chupa de novo… quero sentir essa boca safada no pau.

Ela desceu na cama, ajoelhou entre minhas pernas e segurou meu pau. Cheirou primeiro, como antes, depois lambeu a cabeça devagar, limpando o que tinha sobrado. Depois abriu a boca e engoliu o que conseguiu. Começou a chupar com vontade, subindo e descendo a cabeça, a mão masturbando a base. A saliva escorria pelo meu pau e pelas bolas. Eu gemi, segurei o cabelo dela e meti devagar na boca dela. Ela engasgou um pouco mas continuou, olhando pra cima com os olhos marejados de tesão.

Eu tirei o pau da boca dela depois de um tempo, tava brilhando de saliva. Levantei ela, virei de quatro de novo na cama e enfiei de uma vez. A buceta tava ainda mais molhada depois do orgasmo. Eu meti forte, segurando o quadril dela com as duas mãos. O barulho era molhado e alto. A bunda dela batia na minha barriga toda vez que eu metia fundo. Eu batia de leve na bunda dela, ela gemia e rebolava pra trás.

Depois de um tempo eu tirei, deitei de costas e falei:

senta de frente pra mim… quero ver sua cara enquanto você rebola.

Ela subiu, virou de frente, segurou meu pau e sentou devagar. Quando encaixou tudo, ela ficou parada um segundo, sentindo o pau fundo. Depois começou a rebolar pra frente e pra trás, os peitos balançando na minha cara. Eu segurei os peitos dela, apertei, chupei um mamilo enquanto ela rebolava mais forte. A buceta apertava meu pau toda vez que ela descia. Eu gemia junto com ela.

Ela rebolou assim um bom tempo, gozando de novo em cima de mim, apertando forte, o corpo tremendo. Eu segurei a cintura dela e comecei a meter por baixo, subindo o quadril. Ela se inclinou pra frente, os peitos na minha cara, e eu meti mais rápido. O pau entrava e saía molhado. Depois eu virei ela de lado, deitei atrás dela e enfiei de ladinho, segurando uma perna dela no ar. Meti fundo assim, beijando o pescoço dela, falando putaria no ouvido:

sua buceta é tão gostosa… aperta meu pau toda vez que eu meto… safada…

Ela gemia e rebolava pra trás. Eu meti mais forte, a mão na frente apertando o peito dela. Depois eu tirei, pus ela de barriga pra baixo, levantei o quadril e enfiei de novo por trás, agora mais fundo. Meti forte, batendo na bunda. Ela gemia no travesseiro, a mão apertando o lençol. Eu segurei o cabelo dela e puxei de leve, metendo sem parar.

Eu tava perto de novo. Tirei o pau, virei ela de barriga pra cima, abri as pernas bem e meti fundo. Agora metendo rápido e fundo, olhando na cara dela. Ela tava com a boca aberta, gemendo toda vez que eu batia no fundo. Eu falei:

vou gozar de novo… dentro ou na boca?

Ela olhou pra mim, ofegante, e falou:

dentro… enche a buceta do pai de novo…

Eu meti mais três vezes forte e gozei de novo, jorrando quente dentro dela. O pau pulsando, enchendo ela mais uma vez. Fiquei parado, gozando tudo, sentindo a buceta apertar. Quando parei, tirei devagar. O leitinho escorreu bastante, escorrendo pela bunda dela e molhando o lençol.

A gente ficou ofegante um tempo. Eu passei a mão na buceta dela, sentindo ela sensível, cheia de porra. Ela abriu as pernas de novo. Eu desci e comecei a lamber devagar, limpando o que tinha gozado. Ela gemia baixinho, o corpo mole. Eu chupei o clitóris de leve, ela tremeu. Depois subi e beijei ela, dividindo o gosto.

A gente ficou deitado um tempo, suados, respirando pesado. Meu pau tava mole mas ainda pulsando. A Lívia passou a mão nele devagar, masturbando de leve. Eu fiquei duro de novo em pouco tempo. Ela sorriu safada e desceu, chupou de novo, devagar, só pra deixar bem duro.

Eu falei:

agora eu quero te foder em pé… contra a parede.

Ela levantou, eu levantei junto. A gente foi até a parede do quarto. Eu segurei ela pela cintura, levantei uma perna dela e enfiei devagar. A buceta tava escorregadia de porra e mel. Eu meti fundo, segurando ela contra a parede. Meti assim um tempo, forte, o corpo dela batendo na parede. Ela gemia alto, as unhas no meu ombro.

Depois eu virei ela de frente pra parede, segurei o quadril e enfiei por trás de pé. Meti fundo, uma mão na frente apertando o peito dela, a outra no clitóris. Ela rebolava pra trás enquanto eu metia. Gozou de novo assim, tremendo contra a parede, gemendo meu nome.

Eu tirei, levei ela de volta pra cama e deitei ela de barriga pra cima. Abri as pernas e meti de novo. Agora metendo devagar, profundo, olhando na cara dela. A gente beijava enquanto eu metia. Depois eu acelerei, meti forte até gozar de novo dentro dela, mais fraco dessa vez mas ainda quente.

A gente ficou ali, suados, o pau ainda dentro dela. Eu tirei devagar, deitei do lado. A Lívia tava com as pernas abertas, a buceta inchada e cheia, o leitinho escorrendo devagar. Ela passou o dedo, pegou um pouco e lambeu, depois passou na minha boca. Eu lambi o dedo dela.

A gente ficou quieto um tempo, só respirando. Depois eu comecei a passar a mão na buceta dela de novo, bem de leve, sentindo ela pulsar. Ela abriu as pernas mais. Eu falei baixo:

a noite ainda é longa… quer mais?

Ela virou pra mim, sorriu safada e falou:

quero… mas agora quero chupar você até você gozar na minha boca… depois você me fode de novo.

Eu sorri, deitei de costas e falei:

então vem…

Minha filha desceu na cama devagar, segurou meu pau que tava meia bomba e começou a chupar com calma. Lambia de baixo pra cima, chupava a cabeça, descia devagar até onde conseguia. A saliva escorria quente. Eu gemi baixo, segurei o cabelo dela com uma mão. Ela olhava pra cima de vez em quando, os olhos marejados, a boca cheia. Eu falei rouco:

Issoooo…… chupa bem… quero gozar na sua boca safada hoje.

Ela chupou mais forte, a mão subindo e descendo junto com a boca. As bolas dela tavam molhadas de saliva. Eu sentia o pau latejando dentro da boca quente dela. Ela engasgava um pouco quando descia mais, mas continuava. Eu meti devagar na boca dela, segurando a nuca. Ela aceitava, gemendo com o pau dentro. A vibração da garganta me deixou ainda mais duro.

Depois de um tempo ela tirou o pau da boca, lambeu as bolas devagar, chupou uma de cada vez, depois voltou pro pau. Chupava com mais vontade agora, fazendo barulho molhado. Eu tava perto. Segurei o cabelo dela com as duas mãos e meti mais firme na boca. Ela engasgou mas segurou firme, deixando eu usar a boca dela. Eu gemi alto quando senti que tava chegando.

Eu falei:

vou gozar… engole tudo…

Ela chupou mais rápido, a mão apertando a base. Eu gozei forte, jorrando quente na boca dela. Ela engoliu o primeiro jato, continuou chupando enquanto eu gozava mais. O pau pulsava na boca dela, enchendo ela de porra. Ela engoliu quase tudo, só um pouco escorreu pelo canto da boca. Quando eu parei de gozar, ela lambeu o pau devagar, limpando tudo, depois lambeu os lábios e engoliu o resto que tinha sobrado.

Eu tava ofegante, o corpo mole. Ela subiu, deitou do meu lado e beijou minha boca. Eu sentia o gosto da minha porra na língua dela. A gente ficou ali um tempo, só respirando. Meu pau tava mole agora, mas ainda sensível.

Depois de umas 2h mais ou menos dormindo meio cochilando ela meio sonolenta passou a mão nele de novo, sujo melado, me masturbando devagar. Eu fiquei duro outra vez em pouco tempo. Ela sorriu safada e falou:

ainda quer mais?

Eu ri baixo e falei:

quero… mas dessa vez eu quero ver você gozar na minha cara primeiro.

Ela subiu, sentou na minha cara de frente pra parede. A buceta inchada e molhada desceu na minha boca. Eu abri ela com os dedos e lambi tudo. Ela rebolava devagar em cima da minha língua. Eu chupei o clitóris, enfiei a língua dentro dela, lambi os lábios. Ela gemia, as mãos na parede. Eu segurei o quadril dela e fiz ela sentar mais forte na minha boca. Chupava e lambia sem parar. Ela gozou rápido, tremendo em cima de mim, mel escorrendo na minha boca e no queixo.

Quando ela desceu, eu tava duro pra caralho de novo. Ela se virou de costas, sentou de ré no meu pau. Segurou na base e desceu devagar. Quando encaixou tudo, ela começou a rebolar pra trás, a bunda batendo na minha barriga. Eu segurei o quadril dela e ajudava, subindo pra encontrar. O pau entrava fundo. Eu via a bunda dela rebolando, o pau sumindo dentro da buceta. Ela rebolava gostoso, gemendo toda vez que descia.

Depois eu sentei na cama, ela continuou de costas em cima de mim. Eu segurei os peitos dela por trás, beliscava os mamilos enquanto ela rebolava. A gente metia assim um tempo, devagar e fundo. Depois eu deitei ela de barriga pra baixo, abri as pernas e enfiei por trás de novo. Meti forte, uma mão na nuca dela pressionando de leve no travesseiro. Ela gemia abafado, rebolando pra trás.

Eu meti assim até sentir que tava perto de novo. Tirei o pau, virei ela de barriga pra cima e abri bem as pernas. Meti fundo, agora olhando na cara dela. A gente beijava enquanto eu metia. Depois eu acelerei, meti forte e fundo. Ela gemia na minha boca. Eu falei:

goza mais uma vez pra mim… goza no pau do pai…

Ela apertou forte, gozou tremendo, as pernas tremendo ao meu redor. Eu continuei metendo enquanto ela gozava, depois meti mais três vezes forte e gozei dentro dela de novo. Jorrando quente, enchendo ela mais uma vez. Fiquei parado, o pau pulsando dentro da buceta cheia.

A gente ficou assim um tempo, suados, grudados. Eu tirei devagar. O leitinho escorreu bastante, escorrendo pela bunda dela e molhando o lençol já sujo. Eu deitei do lado dela. A Lívia tava com os olhos fechados, respirando pesado, um sorrisinho no canto da boca.

Eu passei a mão na buceta dela de leve, sentindo ela pulsar ainda. Ela abriu as pernas um pouco mais, deixando eu fazer o que queria. Eu enfiei dois dedos devagar, sentindo minha porra dentro dela. Ela gemeu baixinho. Eu tirei os dedos e levei na boca dela. Ela lambeu devagar.

A gente ficou quieto um tempo. O quarto tava quente, cheirando a sexo. A janela tava entreaberta, a cortina balançando de leve. Eu falei baixo:

a gente quase n conseguiu ficar quieto… se alguém passar na rua vai ouvir.

Ela abriu os olhos, olhou pra mim e sorriu safada.

que se foda… foi gostoso pra caralho.

Eu ri. Passei a mão no cabelo suado dela. Depois de um tempo eu levantei, fui no banheiro, trouxe uma toalha úmida. Limpei ela devagar, entre as pernas, tirando o que tinha escorrido. Ela ficou quieta, deixando eu cuidar dela. Depois ela fez o mesmo comigo, limpando meu pau com a toalha.

A gente voltou pra cama. Eu deitei de costas, ela deitou a cabeça no meu peito. A mão dela descendo devagar, acariciando meu pau mole. Eu passei a mão na bunda dela, apertando de leve.

Eu falei:

isso vai acontecer de novo… muitas vezes.

Ela levantou a cabeça, olhou pra mim e falou:

eu quero… toda vez que eu te ver com a porta aberta batendo punheta… ou cheirando minha calcinha… eu vou querer de novo.

Eu sorri. Apertei a bunda dela mais forte.

então tá combinado… a partir de agora a gente n precisa mais fingir.

Ela mordeu o lábio e desceu a mão, segurou meu pau de novo. Começou a masturbar devagar. Eu fiquei duro mais uma vez. Ela subiu em cima de mim, sentou devagar no pau e começou a rebolar bem devagar, só sentindo. A gente ficou assim um tempo, metendo devagar, sem pressa, só curtindo.

Depois ela se deitou de lado, eu enfiei por trás de ladinho e meti devagar enquanto beijava o pescoço dela. Gozamos juntos dessa vez, bem devagar, gemendo baixo. Quando terminei de gozar dentro dela de novo, a gente ficou abraçado, o pau ainda dentro.

A Lívia falou quase dormindo:

eu quero dormir assim… com você dentro de mim.

Eu apertei ela contra mim e fiquei ali. O pau mole dentro da buceta quente e cheia dela. A gente dormiu assim, suados, grudados, cheirando a sexo.

Quando acordei de manhã, o pau tava duro de novo dentro dela. Ela tava acordada, rebolando devagar de costas pra mim. Eu meti mais um pouco, gozei de novo dentro dela sem nem sair da cama. Depois a gente tomou banho junto, ela ajoelhou no box e chupou meu pau até eu gozar na boca dela de novo.

A partir daquele dia mudou tudo. Ela parou de usar calcinha em casa. Eu parava de trabalhar no meio do dia pra foder ela no sofá, na cozinha, no quarto. Às vezes ela me acordava de manhã sentando no meu pau. Às vezes eu acordava ela lambendo a buceta dela. A gente n parava mais.

E toda vez que eu via uma calcinha suja no cesto… eu ainda cheirava. Só que agora ela sabia. E às vezes ela deixava uma calcinha especialmente molhada só pra eu cheirar enquanto batia punheta na frente dela.

A vida ficou bem melhor depois daquela noite.

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