Acordei no meio da noite com um aperto forte na jaula. Abri os olhos devagar. O quarto tava escuro, só a luzinha vermelha do abajur acesa. Laura tava deitada do meu lado, de bruços, e tinha passado a perna por cima da minha. A mão dela tava segurando a jaula por cima do lençol, apertando de leve, balançando devagar como se testasse até onde eu conseguia ficar duro.
“Acordou?”, ela murmurou, voz rouca de sono. “Tava sentindo você se mexer. O pau tenta subir mesmo dormindo, né?”
Eu gemi baixo. Meu pau tava inchado dentro do acrílico, latejando. As bolas estavam pesadas, cheias. Tinha vazado um pouco durante a noite, eu sentia a pele úmida e grudenta.
“Porra… tá doendo.”
“É normal”, ela falou, quase carinhosa. “Acontece com todo mundo que usa pela primeira vez.”
Do outro lado, Rafa se mexeu. Ela tava acordada também. Sentou na cama, cabelo bagunçado, peitos soltos. Olhou pra jaula e sorriu.
“Vamos brincar mais um pouco antes de dormir de verdade?”
Laura não respondeu com palavras. Só puxou o lençol pra baixo, me deixando pelado de novo. A jaula brilhava um pouco na luz baixa. Ela subiu em mim, sentou na minha barriga primeiro, depois foi subindo até ficar com a boceta bem na minha cara de novo. O cheiro dela tava mais forte agora, depois de horas.
“Lamba devagar. Sem pressa.”
Eu obedeci. A língua cansada, mas eu lambi mesmo assim. Ela rebolava devagar, gemendo baixo, controlando o ritmo. Rafa sentou do meu lado e começou a brincar com a jaula de novo. Dessa vez ela usou os dois dedos pra apertar as bolas presas por baixo, massageando de leve. Meu pau tentou endurecer mais uma vez. A jaula apertou forte. Eu gemi contra a buceta da Laura.
“Isso… geme gostoso”, Rafa falou. “Olha como vaza.”
Ela passou o dedo na fresta da frente da jaula e mostrou pra mim. Tava brilhando, transparente. Pré-gozo ou porra velha, não importava. Ela esfregou no meu mamilo.
Laura gozou mais rápido dessa vez. O corpo dela tremeu, ela apertou as coxas na minha cabeça e soltou um gemido longo, abafado. Quando desceu, tava ofegante, suor escorrendo entre os peitos.
“Agora você”, ela falou pra Rafa.
Rafa trocou de lugar. Sentou na minha cara também. Enquanto eu lambia ela, Laura ficou entre minhas pernas e começou a chupar as bolas presas por fora da jaula. A boca quente, a língua molhada passando devagar. Meu quadril subiu sozinho. O pau latejava tanto que parecia que ia explodir dentro do acrílico.
“Por favor…”, eu falei, voz abafada pela buceta da Rafa. “Tira… só um pouco… eu aguento.”
Elas riram.
“Você aguenta sim”, Laura respondeu. “A gente combinou.”
Rafa gozou em cima de mim uns minutos depois. Mais líquido quente na minha boca. Eu engoli. Quando ela desceu, as duas ficaram olhando pra mim, sorrindo.
Laura pegou as chaves do bolso do short que tava jogado no chão. O barulhinho do metal me fez tremer.
“Você foi bonzinho hoje”, ela falou. “Então a gente vai te dar um presente antes de dormir.”
Ela destrancou o cadeado. Click. O som pareceu alto. Ela tirou o tubinho devagar. Meu pau saiu mole primeiro, mas começou a endurecer assim que saiu da pressão. Doeu pra caralho quando o sangue voltou. Eu gemi alto.
“Caralho… ai porra…”
Rafa segurou meu pau agora livre e começou a masturbar devagar, usando a própria saliva. Laura sentou do meu lado e passou a mão nas minhas bolas, apertando de leve.
“Goza rápido”, ela mandou. “A gente não vai ficar te masturbando a noite toda.”
Eu não aguentei nem um minuto. O corpo inteiro travou, o pau pulsou forte e eu gozei pra caralho. Jatos quentes subiram e caíram na minha barriga, no peito. Eu gemi alto, sem conseguir controlar. As duas assistiram em silêncio, só com sorrisos safados.
Quando parei de gozar, o pau tava mole de novo, sensível pra porra. Laura pegou a jaula sem falar nada. Passou a argola de novo, enfiou o tubinho no pau mole e fechou o cadeado com outro click.
“Agora sim”, ela falou. “Pode dormir.”
Eu tava ofegante, o corpo mole, a jaula de volta. O pau latejava fraco dentro do acrílico, tentando endurecer de novo por reflexo e falhando. Doía menos agora que eu tinha gozado, mas ainda apertava.
Elas se deitaram de novo dos dois lados. Laura passou o braço no meu peito. Rafa encostou as costas na minha lateral.
“Se você se comportar até de manhã… quem sabe a gente tira de novo antes de você ir embora”, Laura murmurou no meu ouvido.
Eu não respondi. Só fechei os olhos. O peso da jaula era estranho, mas depois de um tempo eu acostumei. Consegui dormir de novo, mesmo com o pau preso.
Acordei de manhã com luz entrando pela cortina. Eram quase 8h. Meu pau tava duro dentro da jaula — morning wood preso. Doía pra caralho. Eu me mexi devagar.
Laura já tava acordada, sentada na cama, tomando café que ela tinha feito. Rafa tava no banheiro, escovando os dentes.
“Bom dia, putinho”, Laura falou, sorrindo. “Dormiu bem?”
“Tentei”, eu respondi, voz rouca.
Rafa saiu do banheiro pelada, cabelo molhado. Veio até a cama e sentou do meu lado.
“Vamos tirar isso agora”, ela falou. “Mas você vai tomar banho com a gente primeiro.”
Elas me levaram pro banheiro. O chuveiro era pequeno pros três, mas elas fizeram questão. Laura destrancou a jaula de novo. Meu pau saiu mole, marcando onde o acrílico tinha apertado. As bolas estavam sensíveis. Eu tomei banho devagar, sentindo o corpo voltar ao normal.
Depois do banho, elas me levaram de volta pra cama. Laura sentou em cima de mim, de frente. Segurou meu pau agora livre e enfiou devagar nela. Tava quente, molhada. Eu gemi.
“Não goza dentro”, ela avisou. “Você vai gozar na minha mão.”
Ela rebolou devagar uns minutos. Meu pau tava sensível demais, mas o tesão era forte. Quando eu comecei a ficar perto, ela saiu de cima e Rafa terminou com a mão, rápido e apertado. Eu gozei de novo, menos forte que da noite anterior, mas ainda gostoso. A porra caiu na minha barriga.
Elas limparam tudo com uma toalha.
Laura pegou a jaula de novo.
“Última vez hoje”, ela falou. “Depois você vai pra casa.”
Ela colocou de volta. O clique do cadeado soou diferente agora, de manhã, com a luz do dia. Mais real.
“Você vai ficar com ela até eu te chamar de novo”, ela falou, guardando a chave no pescoço, num cordão fino. “Pode ser amanhã. Pode ser na próxima semana. Depende de como você se comportar.”
Eu levantei devagar. O peso da jaula entre as pernas era estranho, mas eu já tava acostumando. Vista a roupa. As duas me levaram até a porta do apto.
Rafa me deu um beijo no rosto.
“Foi divertido”, ela falou. “Volta quando ela mandar.”
Laura me puxou pela guia uma última vez, só de brincadeira, e depois tirou a coleira do meu pescoço. Guardou tudo.
“Vai pra casa agora”, ela mandou. “E não toca na jaula. Se precisar mijar, senta no vaso como mulher. Entendeu?”
“Entendi”, eu respondi baixo.
Ela abriu a porta. O corredor do prédio tava vazio.
“Te chamo”, ela falou, e fechou a porta atrás de mim.
Desci as escadas devagar. Cada passo fazia a jaula balançar um pouco. O pau tentava endurecer de novo quando eu pensava no que tinha acontecido. Falhava. Apertava.
Saí do prédio. O sol de Campinas tava forte. Entrei no carro, sentei e senti o acrílico frio contra a coxa.
Peguei o celular. Tinha uma mensagem da Laura, enviada uns minutos depois que eu saí:
“Chegou bem? Manda foto da jaula quando chegar em casa. E não goza sem permissão.”
Eu sorri sozinho no carro.
Respirei fundo.
Liguei o carro e saí dirigindo devagar pro meu bairro.
A jaula tava lá, firme.
E eu já tava contando as horas pra próxima mensagem dela.
Fim.
