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Contos Eróticos — Enfiando o Pau Grosso no Cuzinho da Sobrinha e Gozando Até Transbordar no Transe

Naquela noite abafada de verão eu tava na sala, só de bermuda, suando pra caralho e tentando achar um canto fresco na casa. Tudo começou quando a sobrinha apareceu do nada. Ela caminhava devagar, só de camiseta e calcinha, cabelo bagunçado, olhar distante como se estivesse em outro mundo. Sentou do meu lado no sofá, se aconchegando no meu corpo. O calor da pele dela, o cheiro intoxicante, meu pau já ficou duro pra porra sentindo ela tão perto.

Eu tentei ser o cara responsável, falei pra ela voltar pra cama, mas ela se virou e me olhou com aqueles olhos meio abertos, soltando um sorrisinho que acabou com minha moral. Os lábios dela tocaram os meus de leve, depois com mais pressão. A mãozinha desceu e tocou meu pau por cima da bermuda, explorando a forma e a dureza. Porra, eu soltei um gemido rouco. Abaixei a bermuda, tirei a rola dura e babando pra fora, e ela começou a me chupar caprichado. A boca quente pra cacete, a língua habilidosa lambendo a cabeça, sugando fundo, mamando como se tivesse fome de pau. Eu segurei os cabelos dela, guiando a cabeça, metendo devagar na garganta enquanto ela engolia meu pau com vontade. A saliva escorrendo tudo, os sons molhados enchendo a sala.

O tesão tava me consumindo. Eu levantei ela, tirei a camiseta e comecei a chupar os peitinhos bicudos, mordiscando os bicos duros. Ouvi os gemidinhos dela. Virei ela de costas, puxei a calcinha pro chão e explorei a bucetinha depilada. Dedos deslizando nos lábios molhados, sentindo a umidade escorrendo. Depois passei pro cuzinho apertadinho, massageando o anel rosado. Ela soltou um gemido baixo, o corpo reagindo aos toques. Eu desci de boca, lambi a xoxota toda, a língua entrando fundo, chupando o clitóris inchado, lambuzando o rosto no gosto doce e viciante dela.

Não aguentei mais. Posicionei o pau na entrada da bucetinha inchada e enfiei de uma vez, sentindo o aperto gostoso da xoxota apertada envolvendo minha rola. Meti com força, socadas profundas e ritmadas, fodendo ela com tudo, as pernas erguidas, a visão da bucetinha engolindo o pau era insana. Eu sentia o clímax chegando e gozei dentro, porra quente jorrando em jatos grossos, enchendo ela até a porra escorrer pra fora.

Na noite seguinte o vício tinha piorado pra caralho. Eu tava nu, pau latejando e lubrificado, esperando ela. Ela apareceu com blusinha de renda transparente, sem sutiã nem calcinha. Coloquei ela de quatro no sofá, bunda empinada e perfeita. Comecei a massagear o cuzinho com o dedo, preparando devagar. Depois pressionei a cabeça do pau contra o anel apertado. Senti a resistência inicial ceder e enfiei fundo no rabo dela. O calor e o aperto do cuzinho era insano, diferente de tudo. Fodi com movimentos lentos no começo, depois mais rápidos e fortes, metendo até o talho, segurando a cintura dela e puxando contra mim a cada estocada. Ela gemia rouco, o corpo tremendo de prazer. Não demorou e eu gozei bem no fundo do cuzinho, porra farta e quente enchendo tudo, escorrendo grossa quando retirei o pau.

Esses encontros me deixavam num turbilhão de desejo e culpa. Ver a sobrinha se entregando assim, o corpo respondendo aos meus toques mesmo no transe, o tesão proibido crescendo mais forte a cada noite. Era loucura pura, mas eu não conseguia parar. Um contos erotico bruto e viciante que misturava risco, prazer intenso e desejo que vicia pra porra.

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