Contos Erotico

Banho Quente com Papai: Fodi com Meu Pai no Chuveiro e Gozei Gritando no Pau Dele

Fala sério, eu sou a Carol, tenho 19 anos e sou morena gostosa pra caralho, daqueles corpo que ninguém deixa passar batido na rua. Tava um calor do caralho naquela tarde, sol queimando tudo, e eu só queria entrar no chuveiro pra refrescar essa bucetinha quente. Meu pai, o Seu Jorge, chegou suado do trampo, robusto, alto, moreno, com aquela barba por fazer que dá um tesão danado. Ele pediu pra entrar primeiro no banho, mas eu falei na cara: qual é, pai, desde pequena a gente economiza água tomando banho junto, hoje não vai ser diferente.

Entramos os dois no banheiro apertado, água caindo quente, vapor embaçando tudo. Eu de biquíni, ele tirando a camisa e mostrando aquele peitoral marcado de quem trabalha pesado. Meu coração já tava batendo forte pra porra. A gente se ensaboando, corpos quase se roçando, e de repente o clima mudou. Toquei no braço dele pra ele não cair, e senti o pau dele roçando em mim. Foi ali que a porra toda começou a esquentar de verdade.

Depois do banho, a tensão ficou no ar o dia inteiro. Eu saí pra caminhar pra tentar esquecer, mas ele me mandou mensagem pra voltar pra casa porque precisava conversar. Sentamos no sofá, e as palavras saíram: eu senti algo que não devia no banho, filha. Eu confessei que também tava sentindo a mesma coisa. O olhar dele mudou, virou puro desejo bruto. Ele se aproximou, tocou meu rosto, e eu não aguentei: me joguei e beijei meu próprio pai na boca. Foi um beijo safado, molhado, que foi ficando cada vez mais urgente.

A gente se embolou no quarto, roupa voando. Ele chupou meus peitinhos bicudos com vontade, lambendo e mordendo enquanto eu gemia feito uma vadia no cio. Peguei na rola dura dele, grossa e latejando, e comecei a bater uma punheta gostosa. Ele me virou de quatro na cama e meteu aquela rola toda na minha bucetinha molhada, socando fundo, me fazendo gritar de prazer. “Você é tão gostosa, Carol”, ele rosnava enquanto me fodia com força, dando tapa na minha bunda.

Eu empinava o rabo pedindo mais, sentindo cada centímetro me esticando. Gozei loucamente no pau do meu pai, apertando ele todo, e ele encheu minha buceta de porra quente. Mas a loucura não parou por aí. Mais tarde na cozinha, ele me pegou de novo, dessa vez enfiando a rola no meu cuzinho virgem. Doeu pra caralho no começo, mas virou um prazer doentio que me deixou gemendo e gozando de novo enquanto ele me arrombava sem piedade.

Foi intenso, proibido e viciante pra porra. Aquele banho compartilhado virou a foda mais safada da minha vida, quebrando todos os limites entre pai e filha.

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