Contos Erotico

Contos Eróticos — Castiguei minha filha fodendo o cú dela depois da surra de palmadas. (Parte 3 de 4)

Quando acordei no dia seguinte a mãe já tava na cozinha fazendo café. Minha filha desceu um pouco depois, com short e blusa normal. Não olhou muito pra mim na frente da mãe dela, mas quando a mãe virou as costas ela passou a mão rápido na minha coxa por baixo da mesa. Eu apertei a mão dela forte por um segundo. Ela mordeu o lábio e tirou.

Depois do café a mãe falou que ia visitar uma prima que morava na cidade vizinha. Ia passar o dia todo, voltar só à noite. Perguntou se a gente ia ficar bem sozinhos. Eu disse que sim, que ia arrumar umas coisas na chácara. A Bianca disse que ia ficar por perto também.

A mãe saiu por volta das nove. Carro sumindo pela estrada de terra.

Eu fiquei na varanda um tempo. A Bianca subiu pro quarto dela. Eu ouvi ela mexendo nas coisas, depois silêncio. Quando fui olhar, a porta tava meio aberta. O quarto vazio. A blusa de ontem tava jogada na cama.

Eu desci a trilha até a praia. Vazia. Voltei. Procurei no mato perto da casa. Nada. A Bianca tinha sumido. De novo.

Fiquei puto da vida. Não do jeito normal. Agora era diferente. Depois do que rolou ontem, ela era minha. Não podia sair assim sem falar nada. Fui pro quarto dela de novo. Olhei a janela. Via o começo da trilha pro lago. Ela tinha ido pra lá, eu sabia.

Peguei uma toalha, pus na mochila e desci a trilha de novo. Cheguei na prainha mais ou menos uma hora depois. Ela tava lá. Deitada na areia, de biquíni, óculos escuros. Sozinha. Celular na mão, rindo de alguma coisa que tava vendo.

Eu parei na sombra das árvores um tempo, olhando. Depois saí.

Bianca.

Ela se assustou, tirou o óculos. Sentou rápido.

Pai… eu só vim tomar um sol…

Eu caminhei até ela. Peguei no braço dela, não forte demais mas firme.

Levanta. A gente vai voltar pra casa agora.

Ela tentou reclamar, disse que a mãe tinha liberado, que ia voltar logo. Eu não respondi. Só puxei ela pela trilha de volta. Ela foi reclamando baixo no começo, depois ficou quieta quando viu que eu tava sério.

Quando chegamos na casa eu fechei a porta da frente com chave. Joguei a mochila no sofá.

Vem aqui.

Ela parou no meio da sala. Eu sentei na poltrona grande do canto. Puxei ela pelo braço até ela ficar na minha frente.

Tira o biquíni.

Ela hesitou.

Pai… e a mãe…

Sua mãe não tá aqui não, cacete. Tira logo. Vai.

Ela desceu o biquíni de baixo primeiro. Depois o de cima. Ficou peladinha na sala. Os melõezinhos subindo e descendo rápido. Lindos. A xoxota ainda com a listrinha de pelos.

Eu abri as pernas.

De bruços. No meu colo. Pra agora. Tô mandando.

Ela entendeu a ordem. Subiu devagar, não querendo muito não, deitou de barriga pra baixo no meu colo. A bunda empinada pra cima. As pernas um pouco abertas. Eu passei a mão na bunda dela, bem lento, apertando as duas bandas.

Você sumiu de novo. Depois de ontem. Depois de eu falar que você era minha putinha. Achou que ia sair assim sem castigo?

Ela não respondeu. Só ficou tensa no meu colo.

Eu levantei a mão e dei a primeira palmada. Forte. O som ecoou na sala. Ela soltou um grito baixo.

Ai!

Segunda palmada no outro lado. Mais forte. A bunda dela tremeu. Vermelho aparecendo na pele clara.

Você não some mais sem falar comigo. Entendeu?

Terceira palmada. Quarta. Quinta. Eu ia devagar no começo, deixando ela sentir cada uma. A bunda dela ficando rosa, depois mais vermelha. Ela começou a se mexer no meu colo, tentando desviar. Eu segurei a cintura dela com uma mão e continuei.

Sexta. Sétima. Oitava. Ela começou a chorar. Não alto, mas soluçando. Lágrimas caindo no chão da sala.

Pai… dói… para…

Não paro. Você vai aprender.

Nona. Décima. A bunda dela tava quente agora. Vermelha forte. Eu dava as palmadas na parte mais carnuda, depois mais em cima, perto da cintura. Ela chorava mais, o corpo tremendo no meu colo. Mas eu sentia também. A xoxota dela tava molhada. Molhando minha coxa. Cada palmada fazia ela apertar as pernas e gemer misturado com o choro.

Décima primeira. Décima segunda. Eu parei um pouco, passei a mão na bunda vermelha dela. Apertava. Ela chorava mais baixo agora, respirando ofegante.

Olha só… você tá molhada pra caralho. Gosta de levar surra de palma na bunda, né sua putinha?

Ela não respondeu. Só soluçou. Eu enfiei dois dedos entre as pernas dela por trás. Tava escorregadia, quente. Enfiei devagar. Ela gemeu alto, misturando com choro.

Dói… pai… mas… não para…

Eu tirei os dedos. Dei mais três palmadas seguidas, bem fortes. Ela gritou e chorou mais. O corpo dela se contorcendo no meu colo. A bunda agora bem vermelha, quente ao toque.

Eu segurei o cabelo dela, puxei a cabeça um pouco pra trás.

Diz que você é minha putinha. Diz que não vai sumir mais.

Eu… eu sou sua putinha, pai… não vou sumir mais não… eu juro…tá???

Eu dei mais duas palmadas. Ela chorou alto, lágrimas escorrendo pelo rosto. Mas a xoxota continuava molhando minha perna. Ela rebolava um pouco, procurando mais.

Eu passei a mão de novo na bunda dela, apertando forte onde tava mais vermelha. Ela gemeu de dor.

Você vai ficar assim o dia todo. Bunda vermelha. Toda vez que sentar vai lembrar do castigo. E se sumir de novo, eu faço pior. Entendeu?

Ela chorava, cabeça baixa.

Entendi… pai…

Eu deixei ela ali mais uns minutos, de bruços no meu colo. Passando a mão na bunda quente dela de vez em quando. Apertando. Ela chorava baixinho, mas não tentava levantar. A xoxota dela pingava um pouco na minha coxa.

Depois de um tempo eu falei:

Levanta. Fica de joelhos.

Ela desceu devagar, ajoelhou no chão na frente da poltrona. Rosto inchado de chorar, bunda vermelha brilhando. Eu tirei a bermuda. Meu pau tava duro pra caralho.

Chupa. E não para até eu mandar.

Ela pegou no meu pau com as mãos trêmulas. Começou a chupar. Devagar no começo, ainda soluçando um pouco. Cuspe escorrendo. Eu segurei a cabeça dela e deixei ela ir. Não meti forte. Só deixei ela chupar enquanto o choro ia diminuindo devagar.

Depois de uns minutos eu tirei o pau da boca dela.

Agora vai pro seu quarto. Não veste nada. Fica pelada o dia todo. Se eu quiser te castigar de novo, você vem na hora. Entendeu?

Ela assentiu, ainda com lágrimas no rosto.

Sim, pai…

Ela levantou devagar. A bunda vermelha balançando quando ela andou pro corredor. Foi pro quarto dela e fechou a porta.

Eu fiquei sentado na poltrona um tempo. Pau duro, mas eu não ia foder ela hoje. O castigo tinha sido a surra. Queria ela sentindo a bunda ardendo o dia inteiro. Queria ela chorando de dor e de tesão ao mesmo tempo, lembrando quem mandava agora.

A mãe ia voltar só à noite. Tinha tempo.

Eu levantei, pus a bermuda de novo. Fui pra varanda tomar uma cerveja. O dia tava quente. O mato quieto.

A Bianca tava no quarto dela. Pelada. Bunda vermelha. Chorando baixinho, provavelmente se masturbando pensando no que tinha rolado.

Eu sorri. Amanhã ia ser diferente de novo. Talvez eu levasse ela de volta pra praia. Ou talvez fizesse ela pedir o próximo castigo.

Por enquanto, o dia ia ser longo pra ela.

Contos Eróticos

Leia também