Eu sou o Marcos, trinta e dois anos, casado com a Ana, morena baixinha de curvas gostosas que trabalha como recepcionista. A gente mora num apê simples num bairro tranquilo, vida normal sabe. Eu sou técnico de UTI, passo o dia consertando computador dos outros e à noite gosto de ficar no meu canto vendo filme ou jogando game. Sexo com a Ana é foda, adoro comer ela, chupar ela até ela gemer alto, mas ultimamente eu tava sentindo um vazio que eu não explicava.
Tudo começou uns meses atrás quando eu tava navegando na internet procurando um pornô pra bater uma enquanto a Ana tava no turno da noite. Eu sempre curti uns sites tipo xvideos e porra, essas paradas, e caí num vídeo que me pegou de jeito. Era uma mina trans loira, alta, corpo perfeito, peitos durinhos e uma bunda que parecia esculpida. Ela tava com um cara moreno fortão e no vídeo ela tava de joelhos chupando o pau dele com uma cara de quem tava amando aquilo. O pau dele era grande, preto lisinho, e ela lambia devagar olhando pra ele antes de engolir tudo.
Eu fiquei hipnotizado mano, não era só a mina, era o pau dele, do jeito que ela mexia a boca que me deixou duro na hora. Baixei o vídeo e salvei no meu HD, uns quinze minutos de pura sacanagem. Nas semanas seguintes eu assistia quase todo dia, batendo uma atrás da outra, gozando forte pra caralho. No começo eu pensava que era por causa dela a loira trans, mas aí um dia caiu a ficha, eu tava olhando mais pro pau dele do que pra ela. Isso me fodeu a cabeça, eu sou hétero porra casado, nunca nem pensei em um homem na vida, mas aquele pau me pegava, eu até lambia os lábios imaginando como seria chupar ele.
Fiquei puto comigo mesmo mano, tipo que merda é essa. Parei de ver o vídeo por uns dias tentando esquecer aquela parada, mas aí sonhei com aquilo, eu chupando um pau, acordando duro e sem dormir mais. Isso me deixou louco, eu tava com raiva, com vergonha, mas o tesão não ia embora. Depois de uma semana voltei pro vídeo batendo uma de novo e admiti pra mim mesmo, eu queria experimentar um pau, nem que fosse só pra tirar isso da cabeça.
Mas como porra, eu não podia sair por aí procurando rola, arriscando minha vida, meu casamento, meu trampo. Tinha que ser discreto seguro. Foi aí que eu lembrei do Craigslist, eu já tinha usado pra vender umas tralhas velhas tipo um sofá que a Ana odiava, mas nunca tinha olhado os anúncios de pessoal. Comecei a fuçar os homem pra homem, vendo como os caras combinavam essas paradas. Tinha de tudo, uns querendo rapidinha no banheiro público, outros pedindo foto do pau logo de cara. Me dava medo mano, parecia perigoso pra caralho, se eu pegasse uma doença, e se me roubassem.
Mas o tesão falava mais alto e eu respondi uns anúncios tipo uns caras casados que pareciam na mesma vibe que eu, curiosos, mas nada sério. Quase ninguém respondia e os que respondiam eram uns brutos querendo chupar e vazar sem nem conversar direito. Eu não tava afim de arriscar minha saúde então coloquei um anúncio, meu casado curioso, quero experimentar com outro casado, tem que ser limpo, fazer teste antes. Ninguém respondeu porra nenhuma. Tentei de novo mudando pra procuro limpo, HIV negativo, e aí vieram umas respostas, mas ninguém topava fazer teste. Eu tava quase desistindo, pensando que era loucura minha, até que vi um anúncio diferente, procuro trans pra trocar experiência, casado discreto, só curiosidade. O cara parecia tranquilo e eu respondi na hora.
Ele me mandou mensagem rápido dizendo que era o Léo, trinta e cinco anos, casado e que já tinha ficado com trans antes, mas nada sério. Perguntou se eu topava encontrar e eu disse que sim, mas não podia não receber em casa. Ele sugeriu um motel baratinho que tinha cabines privativas tipo aquelas com filmes adultos e eu topei. Nunca fiz nada com homem ou trans, mas quero tentar um boquete se rolar, eu escrevi e ele respondeu beleza eu te guio, encontro em uma hora. Meu coração disparou mano, mas eu disse sim.
Cheguei no motel de carro, o estacionamento quase vazio, e fiquei esperando nervoso pra caralho. Uns minutos depois um cara chegou numa moto, estacionou e acenou pra mim. Era o Léo, mais baixo que eu, um e setenta e cinco eu acho, magro, cabelo curto preto, camiseta polo e calça jeans. Ele desceu, me cumprimentou com um aperto de mão firme e vi que ele tava tão tenso quanto eu. E aí Marcos bora, ele perguntou apontando pro motel. Bora eu disse tentando parecer calmo.
Entramos, pagamos a cabine e a mina da recepção uma magrela com cara de quem já viu de tudo nem olhou pra gente direito. A cabine era pequena, luz fraca, uma TV com porno rolando, um sofá encardido e um banheiro no canto. Léo trancou a porta e me olhou sorrindo de leve, relaxa cara, a gente vai no teu tempo, ele disse. E eu senti o coração na boca.
Aí ele me contou que não era ele que eu ia encontrar, eu trouxe uma amiga, a Bia ela é trans, topa te ajudar nessa curiosidade, tá no quarto ao lado, quer conhecer. Eu gelei, mas o tesão falou mais alto. Beleza chama ela, eu disse. E ele saiu rapidinho voltando com a Bia. Mano ela era foda, sei lá um e setenta de altura, cabelo loiro liso até os ombros, pele morena, corpo magro mas com curvas, vestindo um vestido justo vermelho. Oi Marcos prazer, ela disse com voz suave e me deu um sorriso que me deixou sem chão.
A gente sentou no sofá e eles começaram a conversar comigo tipo pra me deixar à vontade. Bia perguntou da minha vida, do meu trampo, da Ana e eu fui abrindo o jogo contando como cheguei ali por causa do vídeo. Então tu quer chupar um pau né, ela falou rindo de leve e eu confirmei vermelho pra caralho. Relaxa eu te mostro como é, ela disse e o Léo ficou do lado só assistindo.
Nesse contos erotico eu senti o tesão misturado com o medo de foder tudo, meu coração batendo na garganta, olhando pra Bia e pro Léo enquanto a TV no fundo rolava um pornô que eu nem prestava atenção.
A Bia tava sentada do meu lado, pernas cruzadas, o vestido vermelho subindo um pouco e mostrando as coxas lisinhas. O Léo tava na outra ponta encostado no braço do sofá me olhando com uma cara de quem sabia que eu tava nervoso pra caralho. Então Marcos como tu quer começar essa parada, a Bia perguntou com aquele tom tranquilo que me deixava mais calmo mesmo com a cabeça a mil.
Sei lá mano eu nunca fiz isso tô curioso mas tô com medo de foder tudo, eu disse esfregando as mãos suadas na calça. Ela riu um som leve que quebrou o gelo, relaxa eu já passei por isso com os caras antes, a gente vai devagar tu manda no ritmo. O Léo assentiu botando a mão no meu ombro é isso aí cara a Bia é de boa ela te guia eu só vim pra te dar um apoio moral mas se tu quiser eu saio. Eu balancei a cabeça rapidão não fica aí tô mais tranquilo com tu por perto.
A gente ficou conversando um tempo tipo pra eu me acostumar com a ideia. A Bia contou que ela era de uma cidade pequena que saiu de casa aos dezoito quando começou a transição e agora aos vinte e seis vivia sozinha fazia uns bicos como maquiadora e às vezes encontrava caras como eu curiosos pra ajudar a descobrir as coisas. Eu gosto de ver um cara hétero se soltando sabe é tipo um poder que eu tenho, ela disse rindo e eu ri junto mesmo ainda sentindo o estômago embrulhado.
O Léo falou um pouco dele também que era casado há sete anos tinha uma filha pequena e que já tinha experimentado umas paradas com trans antes mas nunca com homem. Minha mulher não sabe óbvio mas eu curto essa adrenalina. E tu Marcos como tu esconde isso da tua mina, ele perguntou. Eu suspirei coçando a nuca a Ana trabalha muito de noite eu fico sozinho em casa ela nem desconfia mano mas eu fico com peso na consciência tipo eu amo ela pra caralho mas essa curiosidade tá me comendo vivo.
A Bia botou a mão na minha coxa um toque leve e me olhou nos olhos ó Marcos tu não tá traindo ninguém aqui tu tá só vendo quem tu é sacou se tu curtir beleza se não tu volta pra tua vida normal e pronto. Aquilo me acalmou um pouco e eu senti o calor da mão dela subindo um grau no meu corpo. Valeu Bia então tipo como a gente faz essa parada, eu perguntei.
Ela sorriu se levantando do sofá e ficando na minha frente. Primeiro tu relaxa eu vou te mostrar como é e tu decide se quer ir além. O Léo ficou quieto só assistindo enquanto a Bia começou a mexer no vestido subindo ele devagar até mostrar a calcinha preta que marcava um volume discreto. Meu coração disparou mano era tipo o vídeo que eu via só que real pra caralho.
Nesse contos erotico o tesão tava no auge, eu tava ali pronto pra dar o passo que mudaria tudo, o corpo tremendo de expectativa e o pau duro pra caralho na calça.
Clica no player do vídeo pra ouvir o contos erotico completo dessa aventura que me virou do avesso sem entregar o final mas te garantindo que é puro fogo.
