Nem sei por onde começar essa loucura que rolou comigo. Era sexta-feira, noitada pesada na Lapa, Rio de Janeiro, chopp gelado, música ao vivo e eu, Cauê, surfista de 24 anos com o corpo sarado, só querendo curtir o rolê. Tava num canto tranquilo quando vi ele: o Léo, mecânico de 30 e poucos, moreno, cabelo raspado, barba cerrada, corpo de quem malha pra caralho e um olhar de safado que já entregava o jogo.
Troquei ideia com o cara, o papo fluiu fácil, as mãos se tocaram sem querer e o clima esquentou pra porra. Ele soltou que tava com um tesão do cão depois de um trampo suado na oficina. Eu retruquei na hora, porque também tava louco pra sentir aquela pegada firme. Saímos do bar, fomos pra uma ruazinha escura e o filho da puta me encostou na parede com força. O beijo veio quente, língua se enrolando, mão dele apertando minha bundinha por cima da calça. Safado pra caralho.
Desci o olhar e vi aquela rola grossa, veia pulando, babando de tesão. Me ajoelhei ali mesmo no beco, lambi da base até a cabecinha sentindo o gosto salgado e comecei a mamar com vontade. Chupei gostoso, guloso, brincando com as bolas enquanto ele segurava meu cabelo e ditava o ritmo. O risco de ser pego só deixava tudo mais safado. Caralho, que rola deliciosa, grossa demais pra uma mão só.
Mas o Léo não aguentou só na boca. Virou meu corpo, abaixou minha calça e meteu devagar no meu cuzinho apertado. Doeu no começo, mas logo virou prazer puro. Ele socava com força, segurando minha cintura, gemendo rouco no meu ouvido: “Seu cuzinho é apertadinho pra caralho, mano”. Eu rebolava pedindo mais, implorando pra ele me encher de porra. E ele gozou gostoso, jatos quentes me invadindo enquanto eu me contorcia de tesão.
A noite não parou por aí. Fomos pro apê dele, mais cerveja, mais putaria. Ele me jogou no sofá, mamou minha rola com uma chupada profunda que me fez delirar. Depois me fodeu de novo de quatro, de lado, cavalgando no colo dele, o sofá balançando com as estocadas brutas. Tapas na bunda, cabelo puxado, gemidos altos e muito leite quente enchendo meu cu mais uma vez. Era foda insana, selvagem, sem limite.
Entre uma rodada e outra rolou papo, risada, conexão de verdade. Mas no dia seguinte veio a bomba: ele ia se mudar pra São Paulo. Mesmo assim a gente aproveitou cada segundo que sobrou, curtindo o presente sem pensar no depois. Meses depois ele voltou pro Rio num feriadão e a química explodiu de novo entre praia, festa e muita safadeza.
Se você curte contos erotico bem safados, cheios de rola grossa, cu arrombado e porra quente, esse aqui vai te deixar com a mão na pica o tempo todo.
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