Sou a Lara, farmacêutica de 27 anos, e caralho, nunca imaginei que minha vida ia virar essa putaria toda depois que a Paula apareceu no balcão da farmácia. Essa morena alta, com a bunda redondinha empinada e aqueles peitinhos bicudos quase saltando da blusa toda vez que ela se inclinava pra perguntar de remédio, me deixou com a bucetinha latejando só de olhar. Um dia flagrei a pulseira BDSM no pulso dela e soube na hora: aquela vadia não era cliente comum, era pura safadeza disfarçada.
A gente começou a flertar baixinho, sem ninguém notar. Cada vez que ela vinha comprar alguma coisa rolava aquele clima pesado, tesão no ar. Até que ela soltou um “você tem algo pra dor? Ontem a noite foi intensa” e piscou pra mim, me deixando gelada e molhada ao mesmo tempo. Meu coração disparou, a xoxota apertadinha já babando só de imaginar o que rolava na vida dela. Depois veio o papo direto: ela precisava de uma ajudinha especial pros roxinhos e, puta que pariu, quando confessou que gostava de safadeza sem limites, eu admiti mordendo o lábio que sempre tive curiosidade por essa vida.
Ela se inclinou no balcão, os peitos quase pulando pra fora, e perguntou com a voz rouca o que me excitava. Falei que talvez dominar, mas no fundo eu queria era me entregar. Paula riu safada, me passou o número dela e saiu me deixando toda arrepiada, bucetinha encharcada só de pensar nas possibilidades. Naquela noite mandei mensagem, nervosa pra caralho mas louca de tesão. Ela respondeu rapidinho com emojis bem putos e marcou na casa dela pro dia seguinte.
Cheguei no apê dela e o clima já era outro: velas, cheiro de incenso, ela de roupão com os peitinhos bicudos quase pra fora. Abriu uma caixa cheia de brinquedinhos – algemas, chicotes, venda, consolo – e me colocou a venda nos olhos sussurrando que confiar era a chave. Me levou pra cama, tirou minha roupa devagar e começou a alisar meu corpo todo, descendo até minha bucetinha depilada que já estava pingando. Enfiou um dedinho atrevido enquanto eu gemia baixinho, depois me virou de bruços e deu um tapa gostoso na bunda redonda.
Senti algo frio e duro roçando minha xaninha suculenta. Era a rola de borracha dela, grossa e implacável. Paula esfregou devagar, me deixando louca, depois meteu centímetro por centímetro, aumentando o ritmo até me foder com força. Eu gemia alto, pedindo mais, enquanto ela socava fundo, chupava meus peitinhos bicudos e ainda esfregava meu grelinho com habilidade. O prazer era tão intenso que eu implorava pra não parar. Ela me virou, me fodeu de quatro, mandou rebolar como cachorra e ainda invadiu meu cuzinho apertadinho com a rola de borracha, misturando dor e gozo de um jeito que eu nunca tinha sentido.
Depois veio a língua dela chupando minha xoxota encharcada enquanto o brinquedo trabalhava meu rabinho, me levando ao orgasmo mais avassalador da vida. Eu tremia inteira, gozando sem parar na boca dela. E quando achei que tinha acabado, ela me algemou na cama, colocou a venda de novo e continuou brincando com meu corpo, me torturando de prazer até eu implorar.
Isso é só o começo dessa putaria deliciosa, mano. Se você curte contos erotico bem safados, com buceta molhada, cuzinho invadido e muita dominação lésbica sem limites, clica agora no player do vídeo e vem gozar comigo essa história quente pra caralho.
