Imagina só uma tarde abafada daquelas, céu azul, sol a pino queimando tudo. A Carolzinha, cabelos pretos lisos um pouco compridos, morena daquelas que não passam despercebida na rua, tá em casa morrendo de calor e já de biquíni pronta pro chuveiro. O pai dela, Jorge, robusto, alto, moreno, barba por fazer que dá um charme a mais, chega mais cedo do trampo todo suado falando que precisa de banho pra renovar as energias. Um apertamento aconchegante onde intimidade rola solta, então pra economizar água cara eles resolvem dividir o chuveiro como faziam desde pequena. Afinal no barraco a gente sempre dá um jeitinho.
Lá estão os dois no banheiro apertado, água caindo forte formando vapor que embaça tudo. Ele tira a camisa revelando o peitoral esculpido pelo trabalho pesado. Ela tenta não olhar mas é difícil, o homem tem porte pra caralho. Ele entra primeiro, água batendo nas costas largas. Ela fica parada só de biquíni meio sem graça, faz tempo que não rola isso, mas pensa qual é relaxa e entra sentindo a água misturar com o suor da tarde. O pai brincalhão começa a imitar locutor de rádio falando do tempo e da economia de água. Ela ri tentando esconder o nervosismo que sobe.
A conversa flui sobre faculdade, provas, trabalhos, mas tem uma tensão estranha no ar, cada movimento carregado de algo a mais, energia que não dá pra explicar. O espaço pequeno faz os corpos quase se tocarem o tempo todo. Água quente cria névoa distorcendo tudo. Eles se ensaboam devagar, mãos se tocam no shampoo, arrepio percorre o corpo. Ele massageia o couro cabeludo de olhos fechados. Ela observa hipnotizada. Depois é a vez dela, água escorrendo pelo corpo todo. Movimentos viram uma dança silenciosa e íntima. De repente ele escorrega, ela segura o braço instintivamente, corpos agora mais próximos que nunca. Ela sente o calor saindo dele misturado ao vapor. Coração batendo acelerado, mistura de medo e desejo puro.
Ele quebra o momento dizendo não pode terminar ali e sai, deixando ela sozinha com pensamentos confusos. A água parece mais fria agora, energia sugada do ambiente. Ela termina rápido, enrola a toalha e sai. Encontra ele na cozinha preparando saladinha, mas o silêncio é palpável, cada garfada carregando peso e tensão não dita. Depois do almoço ele vai descansar, ela sai pra caminhar pra espairecer, ruas cheias, sol se pondo laranja e rosa, senta no banco vendo crianças brincar. Celular vibra, mensagem do pai: volta pra casa precisamos conversar. Coração na boca, volta preparando pro que vem.
Chega, ele no sofá nervoso igual ela. Senta e o papo sobre o banho começa hesitante, sentimentos estranhos surgindo, algo que não devia. Silêncio eterno, olhares carregados. É o começo de uma avalanche que mexe com todos os sentidos, calor do dia virando fogo interno, tensão sexual pesada, emoções conflitantes que não largam. O vapor, o suor, o toque acidental, o silêncio depois, tudo constrói uma atmosfera elétrica que te prende e não solta. Dias de pensamentos girando, evitando olhar mas o elefante na sala ali, uma noite na cozinha podendo mudar tudo de novo. Uma jornada pelo proibido cheia de sensações cruas, desejo que desafia limite familiar, prazer e culpa misturados de um jeito besteira e viciante pra caralho. O banho compartilhado que virou muito mais que economia de água, virou tempestade de emoções que vai te deixar sem ar e repensando tudo.
Clica no player do vídeo e vem mergulhar nessa história quente agora!
