Eu tava em casa numa tarde normal, a vizinhança sempre foi tranquila, mas o novo vizinho mudou tudo pra mim. O Rafael era um moreno bem safado, daqueles com corpo definido de academia. Eu observava ele escondida entre as cortinas enquanto ele malhava sem camisa. O torso todo marcado, as gotas de suor escorrendo pelos peitos bem torneados, aquilo me deixava com a xoxotinha pulsando sem parar. Cada exercício dele era um show particular pra mim, e eu sentia o desejo crescer a cada dia.
Um dia eu tava sozinha em casa quando vi uma movimentação estranha pela janela do quarto dele. Eu me aproximei com cautela, o coração já disparado de curiosidade misturada com tesão. Me aproximei mais e consegui ver o suficiente. Lá estava ele sentado na cama, batendo uma punheta com o pau firme e grosso nas mãos. Ele deslizava pra cima e pra baixo com um ritmo intenso, o pau todo duro, veias saltadas, a cabeça brilhando. Meu corpo inteiro esquentou na hora, um calor subiu pelo meu ventre, meus seios ficaram rígidos de desejo e minha buceta pulsava querendo ser tocada imediatamente.
Eu mal podia acreditar no que tava vendo bem ali na minha frente. Meu vizinho, aquele moreno safado, se entregando ao prazer sozinho, o pau dele nas mãos, o movimento rápido e gostoso. Eu tava adorando assistir, o tesão me consumindo por dentro. Fiquei ali um tempo, só olhando, sentindo minhas pernas fraquejarem e a umidade aumentar entre minhas coxas. Era uma cena tão íntima, tão excitante, que eu não conseguia parar de olhar.
O impulso veio forte e eu não resisti. Eu abri a porta da minha casa e fui direto até a janela aberta dele. O ar tava carregado, a tensão sexual era palpável só de estar perto. Eu vi ele ali, tão entregue, e não pensei duas vezes. Eu perguntei com um sorriso safado no rosto se ele precisava de ajuda com aquilo, apontando pro pau dele que tava tão duro e pronto.
A surpresa dele foi grande, mas ele acenou com a cabeça me convidando pra entrar no quarto. A partir daquele momento, o desejo tomou conta de nós dois de um jeito que eu não imaginava. Tudo que eu tinha sentido ao observar ele se exercitando e depois na punheta explodiu ali. Foi um momento de pura agitação na minha rotina tranquila, um tesão que eu nunca tinha sentido antes.
Eu não conseguia parar de pensar no pau dele, no jeito que ele batia punheta, no ritmo, na grossura. Meu corpo reagia de formas que eu não controlava, o calor, os arrepios, a pulsação na xoxota. A vizinhança podia ser calma por fora, mas por dentro eu tava em chamas só com aquele flagra.
Depois de ver ele se exercitando tantas vezes, eu já tava viciada na visão daquele corpo suado. Os músculos se contraindo, o suor brilhando na pele morena, era de deixar qualquer uma com água na boca. Eu me pegava tocando em mim mesma só de lembrar, imaginando o que ele faria com aquele pau grosso.
Quando o flagra aconteceu, foi como se todos os meus desejos se concentrassem naquele instante. O pau dele era tudo que eu imaginava e mais. Firme, grosso, perfeito pra segurar e sentir. O ritmo da punheta dele era hipnotizante, subindo e descendo, apertando na base e soltando na cabeça. Eu tava hipnotizada, o tesão subindo pelo meu corpo como uma onda.
Eu me aproximei da janela com o coração na boca, o corpo todo tremendo de antecipação. Ver ele ali, tão vulnerável e ao mesmo tempo tão poderoso no prazer dele, me deu o empurrão final. Eu tinha que ajudar, eu tinha que participar daquele momento.
A pergunta saiu da minha boca com um sorriso que mostrava todo o meu desejo. Precisa de ajuda com isso? E apontando pro pau dele, eu esperei a reação. O convite pra entrar veio e mudou minha noite completamente.
A tensão no quarto era elétrica, o cheiro de desejo no ar, os corpos próximos. Foi o começo de algo quente, algo que agitou minha vida de vizinha tranquila de um jeito que eu nunca esperava.
Eu sabia que aquela noite ia ser inesquecível, e foi.
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