Imagina só: eu lá no escritório, toda arrumadinha com uma saia curta pra caralho, peituda, bunduda, loira de 28 anos malhando todo dia, quando a Priscila, aquela morena gostosa de 30 anos, cabelo ondulado até a cintura, corpo de matar, aparece na porta da minha sala com um olhar safado que já molhou minha calcinha na hora. Ela veio com aquela saia lápis marcando a bundinha empinada e blusa justa apertando os peitos, perguntando se eu tinha um minutinho. Meu cu apertou de tesão só de ver ela se aproximando.
A safada começou a jogar verde, falando de uma festa da empresa e que tinha algo especial planejado pra nós duas. Fiquei com a bucetinha latejando o resto da tarde, pensando naquela vadia me olhando como se quisesse me comer ali mesmo. No final do expediente corri pra comprar um vestidinho preto colado que grudava nas minhas curvas e fui pra festa. Quando cheguei, ela já estava no bar, me viu e me puxou pro canto, elogiando meu corpo, dizendo que eu tava muito sexy. A putinha sussurrou no meu ouvido que não tava brincando e que ia me fazer sentir prazer pra caralho aquela noite.
Não deu outra. Ela me pegou pela mão, me levou pro estacionamento escuro, encostou no carro e veio pra cima de mim. Beijou minha boca com vontade, enfiando a língua, apertando meus peitos e minha bunda enquanto eu gemia feito uma cadela no cio. A filha da puta disse que tava louca pra me chupar bem gostoso e depois queria que eu fizesse o mesmo com ela. Entramos no banco de trás e as coisas esquentaram pra valer. Ela desceu beijando meu pescoço, chupando meus mamilos, lambendo minha barriga até chegar na minha bucetinha molhada. Quando a língua dela passou na minha xoxota eu arqueei o corpo inteiro, agarrando o cabelo dela e implorando pra ela não parar.
A Priscila chupou minha buceta com maestria, alternando lambidas leves com sugadas fortes, enfiando o dedo enquanto brincava no meu cuzinho. Eu gozei gostoso pra caralho na boca dela, tremendo toda, molhando o banco do carro. Depois fomos pro apartamento dela e continuamos a putaria a noite inteira. Ela me comeu de novo na cama, eu retribuí chupando aquela xaninha deliciosa dela até ela gozar gritando meu nome. Ficamos nos comendo, trocando gemidos, lambidas e dedadas até o amanhecer, sem conseguir parar de meter os dedos e a boca uma na outra.
Essa foi uma das noites mais safadas que eu já vivi, cheia de tesão, suor e gozo pra todo lado. Contos erotico assim são perfeitos pra quem gosta de uma boa safadeza entre colegas de trabalho.
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