Fala sério, mano, naquela casa o clima esquentava pra caralho toda vez que os pais viajavam. Eu, com meus 23 anos, sempre fui o safadinho da família, mas a Bia, dois anos mais nova, era uma gata de corpo que deixava qualquer pau duro na hora. Peitinhos bicudos, bundinha empinada e uma xaninha depiladinha que eu não conseguia parar de imaginar.
Naquela noite de sexta a casa era só nossa. Ela apareceu com um shortinho minúsculo que mal cobria a bunda gostosa. Sentamos no sofá pra ver filme, mas meu olhar tava grudado naquele rabo. A conversa foi esquentando, ela chegou perto, perfume me deixando zonzo, e de repente a safada perguntou se eu já tinha pensado em ficar com alguém da família. Meu coração quase saiu pela boca, mas o tesão já tava gritando mais alto que a razão.
Relaxa irmãozinho, ela sussurrou com aquele sorrisinho putinha, passando a mão na minha coxa subindo devagar. Eu tentei resistir, mas quando ela me beijou no pescoço e enfiou a mão perto do meu pau, eu me entreguei. Beijo quente, molhado, cheio de desejo proibido. Minhas mãos apertaram aquela bundinha macia enquanto ela gemia baixinho no meu ouvido.
Tirei a blusa dela e caí de boca nos peitinhos duros, chupando e mordiscando enquanto enfiava a mão dentro do shortinho. A xaninha dela já tava molhadinha pra caralho. Meti o dedo, depois dois, fodendo gostoso enquanto ela rebolava pedindo mais. Bia tava louca de tesão, gemendo alto e apertando meu pau por cima da calça.
Ela abriu o zíper, liberou minha rola dura e caiu de boca fazendo uma chupada caprichada. Mamava com gosto, engolindo fundo, me deixando doido. Eu não aguentei e coloquei ela de quatro no sofá. Puxei a calcinha pro lado e meti com força, socando até o talo naquela bucetinha apertadinha. Fodia sem piedade, dando tapas na bunda enquanto ela gritava “isso irmão, fode forte meu rabo”.
A foda tava selvagem, ela rebolando gostoso e pedindo mais estocada. Quando ela gozou apertando meu pau, eu ainda segurei. Depois ela caiu de joelhos e mamei até eu explodir gozando na cara dela. A safada lambeu tudo com cara de puta feliz.
Depois do banho ela trouxe o vibrador que guardava escondido. Sentou no sofá, abriu as pernas e me pediu pra brincar com ela. Fiz ela gozar de novo com o brinquedinho enquanto meu pau voltava a ficar duro. Em seguida ela me mamou gostoso até eu gozar na boca dela.
No final da noite a gente ainda brincou mais, ela sentando na minha cara enquanto usava o vibrador no meu pau. Chupei aquela xoxota molhada até ela gozar na minha boca de novo. Foi uma loucura atrás da outra, desejo proibido virando foda insaciável.
(Contos erotico como esse deixam a gente viciado nessa putaria entre irmãos.)
Depois de tanto gozo a gente se olhou sabendo que tinha cruzado o limite, mas o tesão não deixava parar. Quando os pais chegaram, fingimos que nada tinha acontecido, mas aquele segredo queimava entre nós.
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A noite terminou com a casa em silêncio, mas dentro da gente o fogo continuava aceso. Uma loucura que ninguém mais entenderia.
