Contos Erotico

ME CHAMOU DE ‘PAI’ ENQUANTO EU METIA FORTE NA BUCETINHA VIRGEM! 🔥🍆💦

Eu estava no quarto trocando de roupa depois do banho, a toalha já no chão, quando a porta se abriu sem aviso. Era ela.

Parou no batente, os olhos arregalados fixos direto na minha rola, que ainda estava meio inchada do calor da água quente. Não desviou. Não piscou. Só ficou ali, olhando, o rosto ficando vermelho em camadas — primeiro as bochechas, depois o pescoço, depois até as orelhas.

— O que foi, filha? — perguntei, voz baixa, sem me cobrir. — Você anda quase pelada pela casa o dia inteiro… shorts minúsculos, regatinha sem sutiã, biquíni molhado grudado… e nunca reparou no meu pau?

Ela engoliu em seco. A boca entreabriu, mas não saiu som nenhum. Os olhos ainda grudados ali, acompanhando o movimento quando o sangue começou a descer de novo só de ela me encarar daquele jeito.

— Nunca… — a voz dela saiu fininha, quase sumindo. — Nunca tinha visto… de perto assim.

Dei um passo na direção dela. Ela não recuou. Só respirou mais rápido, o peito subindo e descendo sob a camiseta larga que usava pra dormir — sem nada por baixo, dava pra ver os bicos endurecendo contra o tecido.

— Quer ver melhor? — perguntei, segurando a base com a mão direita, levantando um pouco pra ela enxergar tudo: a cabeça já brilhando de pré-gozo, as veias marcadas, o saco pesado pendurado.

Ela fez que sim com a cabeça, quase imperceptível. Depois falou, rouca:

— Posso… tocar?

Sentei na beira da cama, abri as pernas. Ela se aproximou devagar, como se tivesse medo de que eu mudasse de ideia. Ajoelhou entre minhas coxas, os joelhos no tapete. As mãos tremiam quando encostaram na minha pele — primeiro nas coxas, depois subindo, hesitantes.

Quando os dedos dela finalmente envolveram o tronco, soltei um gemido baixo. Estava quente, macia, insegura. Ela apertou de leve, testando.

— Assim? — perguntou, olhando pra cima, os olhos brilhando de curiosidade e algo mais escuro.

— Mais firme — respondi, colocando minha mão por cima da dela, guiando. — Aperta mais… desliza a pele pra cima e pra baixo… isso… caralho, assim…

Ela aprendeu rápido. A outra mão subiu até as bolas, segurando com cuidado, como se fossem algo precioso. Eu gemia baixo, olhando pra cara dela: bochechas vermelhas, boca entreaberta, língua passando nos lábios de vez em quando como se estivesse com sede.

— Pai… tá ficando mais grosso — ela murmurou, quase admirada.

— Porque você tá me deixando louco, filha.

Ela levantou o rosto, os olhos vidrados.

— Posso… provar?

Não esperei nem um segundo pra responder. Só segurei a nuca dela com carinho e guiei a boca até a cabeça. Quando a língua encostou, eu quase gozei na hora. Ela lambeu devagar, experimental, como se estivesse provando um doce novo. Depois abriu mais a boca, engoliu a glande inteira, chupou com cuidado. Os dentes roçaram de leve — não doeu, só excitou mais.

— Isso… engole mais fundo se conseguir… devagar… assim… porra, que boquinha quente…

Ela tentou. Engasgou um pouco, os olhos lacrimejaram, mas não parou. Subia e descia, babando, o som molhado enchendo o quarto. Uma das mãos dela desceu entre as próprias pernas — por cima do shortinho de algodão já manchado. Esfregava o clitóris por cima do tecido enquanto chupava.

— Tá molhada, filha? — perguntei, voz rouca.

Ela fez que sim com a cabeça, sem tirar a boca. Tirei o pau de dentro dela só pra ouvir:

— Tô pingando… nunca fiquei assim antes…

Puxei ela pra cima da cama. Deitei ela de costas, abri as pernas dela. O short já estava encharcado no centro. Tirei com calma, junto com a calcinha. A bucetinha apareceu lisinha, rosada, os lábios inchados e brilhando. O clitóris pulsava visivelmente.

Passei o dedo devagar na entrada, só sentindo o calor e a umidade absurda.

— Nunca ninguém te tocou aqui?

— Nunca… — ela gemeu, quadril subindo sozinho atrás do meu dedo.

— Nem você mesma?

— Não… eu tinha vergonha… mas agora… por favor, pai…

Enfiei um dedo devagar. Ela era apertadíssima. Contraiu em volta de mim na mesma hora, gemendo alto. Coloquei o segundo dedo, abri um pouco, preparei. Enquanto isso, minha boca foi pro clitóris — chupei devagar, lambi em círculos, sentindo ela tremer inteira.

— Tá gostando da língua do papai na sua bucetinha virgem?

— Tô… tô gozando… ai meu deus…

Ela gozou rápido, o corpo todo arqueando, as coxas apertando minha cabeça. O líquido quente escorreu pelos meus dedos. Não parei. Continuei chupando até ela implorar:

— Quero você dentro… por favor… quero sentir o pau do papai me abrindo…

Posicionei a cabeça na entradinha. Empurrei devagar. Ela era tão apertada que precisei segurar firme nos quadris dela. A cabeça entrou com um estalo molhado. Ela gritou, unhas nas minhas costas.

— Devagar… dói um pouquinho… mas não para…

Fui entrando aos poucos, sentindo cada centímetro sendo engolido por aquela buceta quentíssima e virgem. Quando cheguei no fundo, parei, deixando ela se acostumar. Beijei a boca dela — língua com língua, gemidos misturados.

— Tá sentindo o pau do papai bem lá no fundinho?

— Tô… tá pulsando dentro de mim…

Comecei a mexer. Devagar no começo, depois mais fundo, mais rápido. Ela gemia alto, sem vergonha nenhuma agora. As pernas enroscaram na minha cintura, puxando.

— Mais forte… fode sua filha, pai… me fode…

Aumentei o ritmo. A cama batia na parede. O som da buceta molhada engolindo meu pau era obsceno. Ela gozou de novo, apertando tão forte que quase me fez gozar junto.

— Vou gozar dentro… quer o leitinho do papai enchendo você?

— Quero… goza dentro… me enche…

Segurei firme nos quadris dela e meti até o talo, esvaziando tudo lá no fundo. Jatos quentes, grossos, enchendo a bucetinha apertada enquanto ela tremia e gemia meu nome misturado com “pai… pai…”.

Quando terminei, fiquei dentro dela ainda pulsando, os dois ofegantes. Ela passou os braços em volta do meu pescoço, beijou meu rosto suado.

— Agora eu sei como é… — sussurrou. — E quero de novo. Todo dia.

Sorri, ainda enterrado nela.

Fiquei ali dentro dela, ainda latejando, o pau meio mole mas sem vontade de sair. O quarto cheirava a sexo — suor, buceta molhada, porra fresca. Ela respirava fundo contra meu peito, os braços em volta do meu pescoço como se tivesse medo que eu desaparecesse.

— Pai… — sussurrou, voz rouca de tanto gemer. — Tá escorrendo… sinto seu leitinho saindo devagarinho.

Desci a mão entre nós, tirei o pau bem devagar. Um filete grosso e branco escorreu da entradinha rosada, descendo pela bunda dela e manchando o lençol. Ela olhou pra baixo, fascinada, passou o dedo no próprio gozo misturado com o meu e levou à boca sem pensar.

— Salgado… quente… — murmurou, lambendo devagar. Depois olhou pra mim com aqueles olhos ainda vidrados. — Dói um pouco, mas… eu quero mais. Agora.

Segurei o rosto dela, beijei devagar, língua macia, sem pressa. Senti o gosto dela misturado com o meu. Meu pau já começava a endurecer de novo só de ouvir aquele pedido tão direto, tão inocente e sujo ao mesmo tempo.

— Deita de lado, filha. Assim fica mais fácil pra você.

Ela obedeceu na hora, virou de ladinho, uma perna dobrada pra cima. Eu me encaixei atrás, o peito colado nas costas dela, o pau roçando a bunda macia. Passei a cabeça na entrada de novo — ainda inchada, molhada pra caralho. Empurrei devagar, centímetro por centímetro, sentindo ela apertar e relaxar ao mesmo tempo.

— Ai… tá entrando inteiro de novo… — gemeu baixinho, segurando minha mão que estava no seio dela. — Vai fundo… quero sentir tudo.

Comecei a mexer devagar, quadril colado na bunda dela, mão descendo até o clitóris inchado. Esfreguei em círculos lentos enquanto metia. O som era molhado, ritmado, pele batendo pele. Ela empinava o quadril pra trás, pedindo mais sem falar.

— Você é tão apertadinha… parece que tá me sugando pra dentro — falei no ouvido dela, mordendo o lóbulo de leve. — Nunca imaginei que minha filha ia me apertar assim.

Ela tremeu inteira com a palavra “filha”. Virou o rosto, me beijou de lado, língua desesperada.

— Eu sou sua… sempre fui. Só não sabia que queria isso.

Aumentei o ritmo. A mão dela desceu e segurou minhas bolas, apertando de leve enquanto eu entrava e saía. Senti ela contrair forte de novo, o corpo todo tensionando.

— Tô gozando outra vez… pai… não para… por favor não para…

Gozei junto com ela dessa vez. Jatos longos, fundos, enchendo ela pela segunda vez enquanto ela apertava meu pau como se quisesse guardar tudo lá dentro. Ficamos assim, encaixados, ofegantes, suor colando pele com pele.

Depois de um tempo, saí devagar. Ela virou de frente, me abraçou apertado, a cabeça no meu peito.

— Amanhã… quando você acordar… eu quero chupar de novo. Quero aprender a engolir tudo. Quero que você me ensine tudo, pai. Devagarinho, como hoje. Sem pressa.

Passei a mão no cabelo dela, beijei o topo da cabeça.

— Vai aprender, filha. Todo dia. E eu vou te foder até você não conseguir mais andar direito.

Ela sorriu contra minha pele, já meio dormindo, a buceta ainda pulsando de leve contra minha coxa.

— Promete?

— Prometo. Agora dorme… amanhã a gente continua.

20 mar 2026 12:57