Contos Erotico

Meu Chefe Me Transformou na Putinha Submissa Dele no Escritório

Eu sempre me achei o cara mais hétero do mundo, com minha namorada em casa e tudo certinho, mas bastou trabalhar perto do meu chefe pra essa porra toda desabar. Carlos, aquele homem de 38 anos, imponente pra cacete, barba bem feita, olhar que perfura e um corpo musculoso que o terno apertado não consegue esconder. Eu tentava disfarçar, mas toda vez que ele passava perto do meu cubículo meu pau dava sinal de vida e eu ficava imaginando ele me mandando ficar de quatro.

Certo dia, depois de um expediente infinito, ele me chamou na sala dele. Meu coração batia feito tambor quando fechei a porta. Ele elogiou meu trabalho, mas logo veio direto: tinha reparado como eu olhava pra ele. Eu gelei, mas o safado sorriu e falou que se eu quisesse, ele ia me dar exatamente o que eu desejava. Antes que eu pudesse pensar, ele me beijou forte, enfiou a mão na minha camisa e começou a me despir sem pressa. Meu pau já estava duro pra porra quando ele se ajoelhou e engoliu tudo de uma vez, chupando com uma fome que me fez gemer alto pra caralho.

Eu não aguentei só receber. Me ajoelhei também, lambi aquelas bolas grossas e mamei o pauzão dele até ele segurar minha cabeça e foder minha garganta. Depois ele me virou contra a parede, lambeu meu cuzinho até ficar molhado e enfiou aquela rola grossa e longa bem fundo. Porra, que delícia sentir ele me arrombando, socando cada vez mais forte, dando tapa na minha bunda enquanto eu gemia feito uma vadia no cio. Ele me fodia com vontade, batendo no meu ponto certo até eu não aguentar mais e gozar jorrando tudo na parede.

Ele não parou. Continuou metendo até encher meu cu de porra quente. A gente tomou banho juntos, rindo, se tocando, e o dia ainda não tinha acabado. Saímos do escritório e passamos o resto do tempo como se fôssemos um casal safado: cinema, almoço, compras, tudo com aquele tesão no ar. No carro, antes de me deixar em casa, ele me beijou de novo e eu só conseguia sorrir feito idiota.

Depois daquele dia a gente continuou se pegando tanto no escritório quanto fora. Noites inteiras explorando o corpo um do outro, ele me dominando do jeito que eu sempre quis secretamente. Eu virava a putinha particular dele e adorava cada segundo. O tesão era tanto que virou algo mais forte, algo que nenhum de nós esperava.

Se você curte contos eróticos gay bem safados, cheios de macho dominando macho e muita putaria sem frescura, esse aqui vai te deixar com o pau latejando.

Assiste o vídeo completo agora e vem gozar junto com essa história quente pra caralho.