E aí, sou eu de novo, a Mari, a putinha safada do Carlos que vive molhada só de imaginar uma boa rola me rasgando. Essa noite foi daquelas que o cu e a buceta ficaram latejando por dias, cara. Meu marido tava louco de tesão só de planejar tudo, aquele corno tarado que adora me ver virar uma vadia completa na frente dele.
Tava uma noite quente pra caralho, daquelas que a gente só pensa em putaria pesada. Eu já tava no sofá com a mão na bucetinha melada, imaginando uns machos novos me usando sem dó. Carlos veio por trás, passou a mão no meu corpo e sussurrou no meu ouvido que ia ser inesquecível. Minha bucetinha pulsou na hora, caralho. A expectativa me deixou toda arrepiada e molhada pra dedéu.
Na sexta-feira o grande dia chegou. Escolhi aquela lingerie vermelha safada que mal cobre minha bucetinha e meus peitos. Unha feita, cabelo arrumado, pronta pra ser a vagabunda deles. Quando a campainha tocou meu coração disparou. Carlos abriu a porta e lá estavam os três: um moreno alto musculoso, um loiro de olhos azuis com sorriso malicioso e um moreno claro de barba por fazer que me deu arrepio só de olhar.
Eles entraram me olhando como se eu fosse um pedaço de carne pra devorar. Carlos sentou na poltrona com o pau já duro marcando na calça, pronto pra bater punheta enquanto me via virar puta. Os caras se aproximaram e o clima esquentou rapidinho. O moreno de barba ajoelhou na minha frente, puxou minha calcinha pro lado e enfiou a língua quente na minha bucetinha encharcada, lambendo cada dobra enquanto eu gemia feito uma cadela no cio.
O loiro veio por trás sussurrando putarias no meu ouvido e o moreno alto apertava meus peitos com aquelas mãos grandes. Logo eu tava chupando uma rola grossa, engasgando enquanto era dedada fundo. Carlos do outro lado se punhetava freneticamente, babando de tesão ao ver a esposa sendo tratada como uma biscate.
A coisa ficou braba pra valer. Me colocaram de quatro e começaram a me foder sem piedade, uma rola na buceta, outra no cu e a terceira na boca. Socadas brutais, tapas na bunda, puxão de cabelo, enforcadinha leve que me deixava tonta de prazer. Eu gritava, babava, implorava por mais como a piranha desesperada que sou. Meu marido assistia tudo de perto, gemendo e incentivando: “Isso, fode a piranha dela, ela adora ser arrombada”.
A intensidade foi subindo, cada estocada mais violenta, cada xingamento me deixando mais molhada. Eu me sentia completamente usada, uma vadia de luxúria, corpo coberto de suor e gemendo sem parar. Quando eles gozaram, um enchendo minha boca, outro jorrando dentro da buceta e o último pintando meu rosto de porra grossa, eu gozei tão forte que quase desmaiei.
Depois caí no chão tremendo, exausta, coberta de porra, saliva e suor. Carlos me levantou, me abraçou forte e sussurrou que eu tinha sido incrível. Deitada nos braços dele, me sentindo a mulher mais desejada do mundo, ainda latejando de tanto prazer.
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