Caralho, eu sou a Júlia, uma loira gostosa de peitos enormes e bunda redonda que deixa qualquer macho babando. Meu noivo Daniel é um moreno alto, com uma rola grossa e comprida que me faz salivar toda vez que eu vejo ela pulsando. O safado tem um fetiche do caralho: ele ama quando eu ajoelho e chupo ele em lugares arriscados, onde qualquer um pode aparecer e flagrar a gente no flagra.
A gente sai passeando no shopping, no cinema, no parque ou até em festa lotada, e de repente ele sussurra no meu ouvido que quer a boca quente da noiva mamando aquela pica dura ali mesmo. Eu finjo que tô chocada, mas minha bucetinha já tá encharcada, latejando de tesão só com a ideia de ser pega chupando ele em público. Eu me ajoelho rapidinho, abro o zíper, tiro aquela rola grossa pra fora e enfio tudo na boca sem pensar duas vezes. Chupo com vontade, lambo as bolas, engulo até o talo enquanto ele segura meu cabelo e geme baixinho pra não chamar atenção.
É foda demais sentir o risco, o coração batendo forte, a adrenalina correndo no corpo enquanto eu mamava gostoso. Ele me chama de safada, de puta louca por rola, e eu adoro ouvir isso porque é verdade. Minha xoxota fica pingando, eu me toco escondido enquanto chupo ele com mais força, sentindo a cabecinha bater no fundo da garganta. A gente já fez em canto escuro de bar, em banco de praça no meio da noite, até embaixo da mesa de restaurante enquanto o garçom tava perto. Cada vez mais arriscado, cada vez mais gostoso.
No carro estacionado na rua escura eu não aguento e já desço pra mamar de novo, engolindo aquela pica toda enquanto ele enfia o dedo no meu cuzinho apertado. Eu rebolo no colo dele, sento devagar na rola dura e cavalgo gostoso, sentindo ele me foder bem fundo, as bolas batendo na minha bunda. Gozo gritando baixinho, ele enche minha bucetinha de porra quente e ainda quer mais. Depois eu volto a chupar, limpando tudo com a língua porque eu amo o gosto dele.
Esse é o tipo de coisa que a gente vive o tempo todo. Eu mamando meu noivo em qualquer lugar, sentindo ele latejar na minha boca, engolindo leitinho quente enquanto o perigo deixa tudo mil vezes mais intenso. Minha bucetinha e meu cuzinho pedem por ele o tempo inteiro, e eu nunca digo não pra uma boa mamada pública.
Se você curte contos eróticos bem safados, cheios de risco e putaria sem limite, clica agora no player do vídeo e aproveita essa história quente até o final, gozando junto com a gente.
