Contos Erotico

Meu Pai Me Fodia Enquanto Eu Fingia Dormir e Eu Gozava Como Uma Vadia Louca

Sempre acordava cansada pra caralho, o corpo todo moído, a bucetinha latejando e a calcinha melada. Eu morava com meu pai na quebrada, já era maior de idade pra porra toda, mas o coroa ainda me mandava pra cama cedo pra caralho. Eu reclamava, questionava, ficava bolada, mas no fundo meu corpo traía tudo. Toda vez que via aquelas tatuagens nos braços dele, aquele jeito de macho dominante, minha pepeca dava uma latejada forte e eu ficava molhada sem nem entender direito.

Meu namoradinho Ricardo até tentava, mas não chegava aos pés. O safado do meu velho tinha uma pegada que me deixava louca só de imaginar. E uma noite, depois de um rolezinho, eu cheguei mó cansada e ele mandou eu subir pra dormir. Deitei fingindo que ia apagar, mas senti a cama afundar. A mão grande e quente dele subiu pela minha perna devagar, passou pela coxa e foi direto pra minha bucetinha depilada. Porra, eu quase gozei só com aquele toque.

Ele começou a me chupar com vontade, língua habilidosa lambendo meu grelo, enfiando fundo na minha pepeca encharcada. Eu mordia o travesseiro pra não gemer alto, fingindo que tava no maior sono enquanto meu pai me comia com a boca como ninguém. Depois ele subiu, roçou aquela rola grossa e pulsante na minha bunda, me deixou sentindo cada veia latejando. O safado sussurrou no meu ouvido chamando de putinha, perguntando se eu tava gostando do pau do papai.

Eu continuei fingindo dormir, mas abri a boca devagar quando ele encostou a cabecinha nos meus lábios. Ele enfiou a piroca dura na minha boca e começou a foder meu rosto com força, socando fundo, batendo a rola na minha cara, me chamando de vadia gulosa. Eu chupava sem parar, com saliva escorrendo, enquanto ele gemia rouco dizendo que a filhinha dele mamava tão bem até dormindo.

Depois me virou de bruços, puxou minha calcinha pro lado, lambeu meu cuzinho com vontade, enfiou a língua fundo enquanto apertava minha bunda. Eu tava ensopada, tremendo de tesão. Ele passou lubrificante, brincou com a rola na entrada do meu cu apertadinho, provocou pra caralho, entrando devagar, me enchendo toda. Ficou parado dentro de mim só pra me torturar, depois meteu forte, estocada atrás de estocada até eu quase explodir.

O coroa sabia exatamente o que fazia. Me dominava, me usava, me chamava de princesinha safada enquanto me fodia sem piedade. Eu tava no céu, sendo a putinha particular do meu próprio pai e adorando cada segundo daquela safadeza.

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