Contos Erotico

Minha Vizinha Virgem de 20 Anos Aprendeu a Chupar e Cavalgar Buceta Como Uma Safada Louca

Eu tenho 23 anos e sempre fui a mina mais descolada, vivida e que curte se jogar nas aventuras da vida. Minha vizinha Ana tem 20 aninhos e sempre teve aquela carinha de quem não quebra um prato, com os cabelos cacheados que caem pelas costas, um sorriso tímido e um olhar curioso que entregava que ela queria descobrir o mundo. Eu percebi que ela tava precisando de uma ajudinha pra conhecer umas coisas mais apimentadas da vida, vamos dizer assim.

A gente tomava uma cervejinha na laje, rindo alto, e eu falava pra ela relaxar, se soltar, sentir o que a vida tem de bom pra oferecer. Ela ria meio sem jeito, passava a mão nos cabelos e dizia que nem sabia por onde começar. Aí eu falava deixa comigo Ana, vou te ensinar umas coisas que vão fazer você ver estrelas. Naquele papo cheio de risadas e olhares maliciosos eu sabia que tava plantando uma sementinha da curiosidade na cabeça inocente dela. Era só uma questão de tempo.

Num sábado de lua cheia chamei a Ana pra fazer um esquenta lá em casa à noite. Eu tava toda animada pra ser a professora daquela aula particular. Ela apareceu com um vestido florido que destacava cada curva do corpo dela e eu não pude evitar de soltar um assobio. Uau Ana, tá querendo causar infarto por aí? Brinquei vendo ela corar. Ah Aline, parei no primeiro brechó e peguei o que achei bonitinho, ela disse, mas os olhinhos dela brilhavam.

Coloquei uma música ambiente daquelas que fazem o corpo se mover sem a gente nem perceber e servi umas caipirinhas. A gente começou a dançar meio desengonçadas no começo, mas logo o álcool e a vibe foram tomando conta. Eu vi a Ana se soltando, jogando os cabelos e o clima foi esquentando. Cheguei mais perto e sussurrei no ouvido dela pra relaxar e seguir meu movimento. Ela me olhou mordendo o lábio inferior e a gente já não tava só dançando. Nossos corpos começaram a falar a mesma língua, uma linguagem que não precisa de palavras, só de toques, olhares e suspiros. A Ana tava começando a entender a lição.

A vibe tava ficando cada vez mais quente e a timidez da Ana derretia como gelo no sol. O ar ficou pesado de desejo e a gente já não se controlava. Eu fui guiando a mão dela pela minha cintura, deixando que ela explorasse enquanto eu roçava minha perna na dela. Aline eu nunca fiz nada assim, ela confessou com a respiração ofegante. Só se entrega Ana, que eu te mostro o caminho, eu disse com a voz rouca, já sentindo a eletricidade da pele dela contra a minha.

Minhas mãos deslizaram pelas costas dela, achando o fecho do vestido. Com um movimento suave deixei que a peça caísse, revelando a Ana em toda sua essência. A luz da lua beijando sua pele. Ela tremia, mas não de frio, era tesão puro e novo. Eu tava pronta pra ensinar tudo que ela precisava saber. Entrelaçamos os dedos e fui levando ela pro quarto, cada passo aumentando a expectativa. A cama já tava arrumada, convidativa. E ali a gente mergulhou na lição que ia mudar tudo.

Nesse contos erotico que rolou entre a gente, as coisas foram intensas e cheias de surpresas, com ela se abrindo pra um mundo novo de sensações que eu guiava com maestria. Eu adorava ser a guia turística dela nesse universo desconhecido. Depois daquele início quente, a Ana olhava pra mim com um misto de agradecimento e surpresa. Eu dei aquele sorrisinho de canto que diz eu te avisei que era bom e puxei ela pra mais perto.

Nesse contos erotico ela ganhou confiança crescente e começou a explorar também, com uma curiosidade faminta que me deixava louca. Cada toque dela era mais firme, mais certeiro e eu me contorcia entregue àquela sensação. Ana agora com uma confiança nova se mostrava uma aluna aplicada, pronta pra aprender tudo. As coisas esquentavam mais uma vez e a noite prometia ser uma longa sessão de aprendizados e descobertas.

Nesse contos erotico a gente trocou energias de um jeito que sincronizou nossos desejos perfeitamente, levando a momentos de pura conexão. No final, com o rescaldo ainda vibrando, a Ana se deitou ao meu lado respirando pesado. O suor desenhava caminhos pela pele dela e ela parecia uma obra de arte perfeita iluminada pelo luar. Meu deus Aline, isso foi demais, ela disse ainda tentando recuperar o fôlego. Eu só consegui rir, uma risada baixa e satisfeita.

Eu disse que ia te ensinar o que era bom né. Ela se virou pra mim, o rosto ainda corado, os olhos brilhando com aquele brilho de quem acabou de descobrir o paraíso. A gente ficou ali no silêncio confortável que só vem depois de compartilhar algo intenso. Eu acariciava os cabelos dela pensando no quanto essa noite tinha sido especial. A Ana tinha entrado aqui uma menina e agora, depois de todas essas descobertas, ela tava pronta pra abraçar a mulher que sempre foi, sem medos, sem dúvidas.

Ao nascer do sol, exaustas mas mais satisfeitas que nunca, nos abraçamos sentindo o calor uma da outra. Sabíamos que o que aconteceu entre nós tinha mudado algo fundamental, algo que não tinha volta. E estava tudo bem. Obrigada Aline por tudo, ela murmurou e eu senti uma pontada de emoção. Não tenho que agradecer, foi um prazer, eu respondi. E nós duas rimos leves e livres.

Nesse contos erotico eu mostrei pra ela o que significa realmente se soltar e curtir sem limites. Foi uma viagem inesquecível.

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