E aí, eu sou a Alice, uma casada de 30 anos com o corpo cheio de curvas, cabelo longo e um olhar que já entrega tudo. Meu marido, o Marcelo, até que é um cara legal, mas foda-se, ele trabalha pra caralho e na cama deixa muito a desejar. Aí entra o Jorge, o amigo dele desde a faculdade, um moreno alto, com sorriso safado e aquele jeito de macho que faz qualquer mulher ficar molhada só de olhar.
Eu tentava ser a esposa perfeita, mas toda vez que o Jorge aparecia em casa pra ver jogo ou tomar uma, eu não conseguia tirar os olhos dele. O safado chegava perto demais, me olhava como se já estivesse me comendo com os olhos e soltava umas frases que me deixavam com a buceta latejando. Eu sentia uma tensão sexual absurda, uma mistura louca de culpa e tesão que me deixava louca.
Numa noite que o Marcelo saiu pra reunião, o Jorge apareceu do nada com aquela desculpa esfarrapada. A gente ficou conversando na sala, ele se aproximando cada vez mais, até que colocou a mão no meu ombro e eu gelei. O toque foi simples, mas carregado de putaria. Ele se inclinou, me deu um beijo na testa e saiu me deixando excitada pra porra, frustrada e com a calcinha encharcada.
Depois disso o clima só piorou. Cada visita virava um joguinho perigoso de flerte. Num sábado à tarde, enquanto o Marcelo tava jogando bola, o Jorge apareceu de novo. Sentou do meu lado no sofá, falou direto que me achava uma puta gostosa, que imaginava a maciez da minha pele. Eu tentei resistir, mas o corpo trai. Ele me beijou rápido, intenso, e saiu deixando claro que aquilo era só o começo.
Alguns dias depois, com o Marcelo viajando a trabalho, o Jorge invadiu minha casa sem enrolação. Falou tudo que queria fazer comigo, me pegou no colo, me jogou na cama e começou a me devorar. Tirou minha roupa devagar, explorou cada curva com as mãos e a boca. Quando chegou na minha bucetinha, chupou com tanta habilidade que eu quase gozei na hora, gemendo sem vergonha enquanto ele me lambia inteiro.
A gente quase foi pego quando o Marcelo voltou mais cedo, mas o Jorge escapou pelos fundos. A partir daí o tesão só aumentou. Eu mandei mensagem pro Jorge numa noite que o corno tava na festa da firma e, assim que ele chegou, a gente não perdeu tempo. Ele me prensou contra a parede, me comeu com força, me dedou gostoso até eu implorar, depois me fodeu selvagem na cama do meu próprio casamento. Cada estocada era profunda, ritmada, me fazendo gritar de prazer enquanto eu gozava forte.
Os encontros secretos viraram rotina. Uma tarde chuvosa, outra noite quente de verão… ele me levava ao limite toda vez. Teve até uma escapada pra uma casa de praia isolada onde a gente fodeu na varanda com o mar como testemunha, explorando fantasias que eu nem sabia que tinha.
Essa história é puro fogo, desejo proibido e putaria sem limites. Se você curte contos eróticos bem safados e intensos, não perde esse vídeo não.
Clica no play e vem se deliciar com cada detalhe dessa foda proibida que mexe com a cabeça e com o corpo. O vídeo tá logo aí embaixo, corre pra assistir agora.
