E aí, eu sou a Aline, a putinha safada do subúrbio que todo mundo conhece. Sempre fui louca por uma rola grossa e uma buceta molhada, sem frescura. Tudo começou nas vielas onde o pagode e o funk batiam forte, eu na janela só esperando um olhar safado da minha vizinha Cássia, aquela morena de 25 anos com bundinha empinada que me deixava a xana latejando.
Ela trabalhava no salão ali perto e toda vez que passava eu ficava babando, imaginando chupar aqueles peitos e enfiar a língua bem fundo na boceta dela. Mas tinha também o seu Jorge, coroa malhado de cinquenta anos, pedreiro daqueles com braço forte e barba rala que fazia qualquer mulher sonhar em ser arrombada por ele. Eu vivia fantasiando aquele pauzão me rasgando.
E o papai? Ah, o refúgio da história. Seu Carlos, dono da oficina, alto, forte, cheio de tattoo, jeito bruto mas com aquela pegada que me deixava molhadinha só de olhar. Ele já tinha percebido meu jeitinho devasso e vivia dando aqueles toques: “cuida dessa bundinha, hein Aline, não fica dando mole por aí”.
Eu e a Cássia começamos a nos pegar escondido, beijo quente, mão na buceta, aquela química safada que fazia o mundo parar. Até que seu Jorge nos pegou no flagra e entrou na brincadeira. O clima ficou pesado, cheio de tesão e perigo. Enquanto isso, papai sem saber de nada começou a se aproximar da Cássia e eu sentia um ciúme misturado com uma vontade louca de ver tudo.
No dia seguinte, saindo pra dar um role, cruzei com seu Jorge no caminho. Ele me puxou pro beco, me chamou de putinha de primeira e eu já fiquei com a pepeca pingando. A boca dele no meu pescoço, as mãos apertando minha bunda, a rola dura pressionando minha barriga… eu me ajoelhei ali mesmo e comecei a mamar aquele pauzão com vontade, engolindo até o fundo.
Mas aí veio o tapa na cara da realidade. Uma voz conhecida interrompeu tudo. Era papai, olhos arregalados, vendo a filha dele de boca cheia de rola alheia. O mundo desabou. Seu Jorge saiu correndo e eu fiquei sozinha com ele, coração disparado, buceta ainda latejando.
Ele me levou pra casa puto da vida, mas quando a porta fechou, o olhar mudou. Aquele olhar safado que eu nunca tinha visto. Me prensou contra a parede, sussurrou no meu ouvido que eu era mesmo uma putinha e me deu um beijo que queimou tudo. As mãos dele apertando minha bundinha, descendo pra minha xaninha molhada… foi o começo do nosso refúgio secreto.
Papai me comeu com força no sofá, me chamou de putinha deliciosa, me fodeu de quatro, gozou dentro de mim enquanto eu gozava gritando. Depois ainda teve mais, boca, mão, dedo no cuzinho, tudo bem gostoso e proibido. A noite inteira foi pura putaria entre pai e filha.
Se você curte contos erotico bem safados, cheios de incesto, putaria sem limite e muita rola e buceta, não perde tempo. Clica no player do vídeo agora e vem gozar comigo nessa história quente pra caralho.
