Contos Erotico

Fui Arrombado por Dois Machos Safados na Laje do Pagode e Gozei como uma Putinha Descontrolada

E aí, mano, vou te contar uma fita que rolou comigo e com dois trutas meus numa sexta à noite que deixou meu cu piscando até hoje. Tava rolando um pagodinho na laje, cerveja gelada, churrasquinho e a vibe boa, mas de repente a parada esquentou pra caralho quando um deles passou a mão na minha bundinha de brincadeira. Eu ri, mas por dentro já tava com o pau mexendo só de imaginar onde aquilo ia parar.

Aí o clima mudou rapidinho. Olhares safados, indiretas pesadas, e as mina zoando que ia dar tapa ou beijo. Eu entrei na onda sem frescura, porque o tesão já tava subindo e eu queria ver até onde aqueles dois machos malhados iam levar a brincadeira. Quando a gente desceu pro quarto pra pegar gelo, o bagulho ficou louco de verdade. Beijo molhado, mão na rola, corpo colado no corpo, e eu no meio daqueles dois safados que não tinham limite.

Eles me preencheram por todos os lados, mano. Um metendo gostoso enquanto o outro enfiava a rola na minha boca, me fazendo chupar com fome. Eu tava gemendo feito vadia, sentindo cada centímetro grosso entrando fundo, socando sem piedade no meu cuzinho apertado. A pegada era bruta, suada, com tapa na bunda, gemido rouco e porra escorrendo. Um me chamava de putinho safado enquanto o outro lambia tudo, preparando pra meter mais forte.

A suruba foi insana. Trocaram de posição, me viraram de quatro, me comeram de frente e de costas, e eu só pedia mais rola, mais fundo, mais forte. O quarto virou um puteiro particular com barulho de pele batendo, suor voando e gemidos que nem o funk da laje conseguia abafar. Eu gozei uma vez, depois outra, com a boca cheia e o cu arrombado, sentindo aqueles machos gozando quente dentro e fora de mim.

Foi uma noite de putaria sem limites entre três amigos que se conheciam desde o colégio. O tesão tomou conta e a gente se entregou completamente, virando uma bagunça gostosa de corpo suado e desejo cru.

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Meu Marido Ama Me Ver Sendo Arrombada Por Um Pauzudo Selvagem

E aí, eu sou a Mari, uma safada de 28 anos que mora na periferia mas vive uma vida sexual que é puro fogo no rabo. Meu marido, o Carlos, tem uma tara do caralho: ele ama pra caralho me ver sendo fodida sem dó nem piedade por outro macho. Não é sexo romântico não, é daquele tipo bruto, onde eu viro uma putinha gemendo alto enquanto levo rola grossa até o talo.

A gente começou nessa loucura meio por acaso, depois de uns drinks. Ele confessou que ficava louco só de imaginar eu de quatro tomando pirocada forte na frente dele. No começo fiquei meio chocada, mas a ideia foi molhando minha xoxota de um jeito que eu não consegui negar. Hoje em dia nossa cama (e o sofá também) virou palco dessa putaria toda e eu adoro cada segundo.

Hoje vou contar uma noite inesquecível que rolou numa sexta-feira. O Carlos tinha marcado com um cara que a gente conheceu online, o Rodrigo, um moreno alto, malhado pra porra, com um olhar de quem já vem pra comer. Eu me arrumei toda: lingerie mínima que mal cobria meus peitos e minha bunda, batom vermelho bem puta, salto alto e aquela ansiedade misturada com tesão que deixa a calcinha encharcada.

Quando a campainha tocou meu coração disparou. O Rodrigo entrou, me olhou de cima a baixo e soltou um “uau” bem safado. Não perdeu tempo: me puxou pro beijo quente, já apertando minha bunda e roçando aquela pica dura em mim. O Carlos sentou na poltrona do lado, de pau na mão, só assistindo tudo com cara de quem tava vivendo o sonho.

O Rodrigo me jogou no sofá, ajoelhou, puxou a calcinha pro lado e começou a me chupar com uma fome danada, lambendo meu grelo e enfiando a língua fundo na minha buceta molhada. Eu gemia feito uma vadia, segurando o cabelo dele enquanto rebolava na cara dele. Depois ele levantou, tirou aquela rola grande e grossa pra fora e me fez mamar gostoso, segurando minha cabeça e fodendo minha boca enquanto eu olhava pro meu marido se punhetando loucamente.

Ele me virou de costas, me deu uns tapas bem ardidos na bunda e me meteu tudo de uma vez, estocando forte, me arrombando sem pena. Eu rebolava no ritmo, sentindo cada centímetro me rasgando de prazer. Depois cavalguei ele como uma puta desesperada, peitos balançando, enquanto o Carlos gemia assistindo a cena. Mudamos de posição várias vezes: de quatro, de lado, ele me comendo com força e ainda brincando com meu cuzinho, me deixando louca de tesão.

A foda foi ficando cada vez mais bruta, com tapas, puxões de cabelo e gemidos altos pra caralho. Eu gozei gostoso pra porra, tremendo inteira, e o Rodrigo ainda me fez chupar ele de novo sentindo meu próprio gosto. No final ele gozou na minha boca e eu engoli tudo como a putinha obediente que sou, enquanto o Carlos também explodia de tanto tesão.

Depois ficamos ali deitados no tapete, suados e satisfeitos, curtindo o rescaldo daquela putaria intensa. Foi uma noite que deixou todo mundo realizado e com vontade de repetir.

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Meu Marido Ama Me Ver Sendo Arrombada por Três Paus Grosos Enquanto Ele Bate Punheta Babando

E aí, sou eu de novo, a Mari, a putinha safada do Carlos que vive molhada só de imaginar uma boa rola me rasgando. Essa noite foi daquelas que o cu e a buceta ficaram latejando por dias, cara. Meu marido tava louco de tesão só de planejar tudo, aquele corno tarado que adora me ver virar uma vadia completa na frente dele.

Tava uma noite quente pra caralho, daquelas que a gente só pensa em putaria pesada. Eu já tava no sofá com a mão na bucetinha melada, imaginando uns machos novos me usando sem dó. Carlos veio por trás, passou a mão no meu corpo e sussurrou no meu ouvido que ia ser inesquecível. Minha bucetinha pulsou na hora, caralho. A expectativa me deixou toda arrepiada e molhada pra dedéu.

Na sexta-feira o grande dia chegou. Escolhi aquela lingerie vermelha safada que mal cobre minha bucetinha e meus peitos. Unha feita, cabelo arrumado, pronta pra ser a vagabunda deles. Quando a campainha tocou meu coração disparou. Carlos abriu a porta e lá estavam os três: um moreno alto musculoso, um loiro de olhos azuis com sorriso malicioso e um moreno claro de barba por fazer que me deu arrepio só de olhar.

Eles entraram me olhando como se eu fosse um pedaço de carne pra devorar. Carlos sentou na poltrona com o pau já duro marcando na calça, pronto pra bater punheta enquanto me via virar puta. Os caras se aproximaram e o clima esquentou rapidinho. O moreno de barba ajoelhou na minha frente, puxou minha calcinha pro lado e enfiou a língua quente na minha bucetinha encharcada, lambendo cada dobra enquanto eu gemia feito uma cadela no cio.

O loiro veio por trás sussurrando putarias no meu ouvido e o moreno alto apertava meus peitos com aquelas mãos grandes. Logo eu tava chupando uma rola grossa, engasgando enquanto era dedada fundo. Carlos do outro lado se punhetava freneticamente, babando de tesão ao ver a esposa sendo tratada como uma biscate.

A coisa ficou braba pra valer. Me colocaram de quatro e começaram a me foder sem piedade, uma rola na buceta, outra no cu e a terceira na boca. Socadas brutais, tapas na bunda, puxão de cabelo, enforcadinha leve que me deixava tonta de prazer. Eu gritava, babava, implorava por mais como a piranha desesperada que sou. Meu marido assistia tudo de perto, gemendo e incentivando: “Isso, fode a piranha dela, ela adora ser arrombada”.

A intensidade foi subindo, cada estocada mais violenta, cada xingamento me deixando mais molhada. Eu me sentia completamente usada, uma vadia de luxúria, corpo coberto de suor e gemendo sem parar. Quando eles gozaram, um enchendo minha boca, outro jorrando dentro da buceta e o último pintando meu rosto de porra grossa, eu gozei tão forte que quase desmaiei.

Depois caí no chão tremendo, exausta, coberta de porra, saliva e suor. Carlos me levantou, me abraçou forte e sussurrou que eu tinha sido incrível. Deitada nos braços dele, me sentindo a mulher mais desejada do mundo, ainda latejando de tanto prazer.

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A Massagem nos Pés que Virou a Piroca Mais Gostosa da Minha Vida

Cheguei naquele salão fodido depois de um dia de trampo que destruiu minhas pernas. Dor pra caralho nas panturrilhas, nos pés inchados, só queria relaxar um pouco. Nunca na minha vida imaginei que uma simples massagem nos pés ia terminar com meu cu piscando e minha boca cheia de porra quente. O cara que me atendeu era um moreno alto, braços veiúdos, cara de safado nato. Nome dele era Rafael, e o toque dele já começou me deixando com um calor subindo pela espinha.

Ele pegou meus pés destruídos e começou a apertar com força, exatamente como eu pedi. Enquanto massageava, a gente foi conversando sobre vida, trampo e festinhas. A cada palavra, o clima ficava mais pesado. Meu pau já dava sinal de vida dentro da cueca, latejando sem eu conseguir controlar. Ele sorria daquele jeito sacana, perguntando se eu queria algo mais forte. Respondi que sim, mano, manda ver. Não sabia que “mais forte” ia incluir ele subindo as mãos pelas minhas coxas, apertando minha bunda e me deixando todo arrepiado.

Quando virei de bruços pra ele massagear as costas, o negócio esquentou de verdade. O toque dele virou carícia, depois beijo no pescoço, depois mão boba explorando cada canto do meu corpo. Senti o volume dele roçando na minha bundinha e quase gozei ali mesmo. Ele era guloso, safado pra porra, sabia exatamente onde apertar pra me fazer gemer como uma putinha no cio. A massagem virou outra coisa completamente: boca quente, dedos invadindo, rola grossa roçando na entrada do meu cuzinho.

Ele me deixou de quatro na maca, deu uns tapas bem dados na bunda e meteu devagar no começo, só pra eu sentir cada centímetro daquela piroca veia grossa abrindo meu rabo. Depois veio com força, socando fundo, me chamando de safado, de putinha, enquanto eu pedia mais. A sensação era absurda, prazer misturado com aquela dor gostosa que só uma boa foda entrega. Gozei como nunca, jorrando enquanto ele ainda metia sem parar, até encher meu cu de porra quente.

Depois da primeira rodada, a gente não parou. Rolou mais pegação, mais chupada, mais safadeza. O cara sabia foder de verdade. E o melhor: não ficou só na foda. A conexão foi tão forte que a gente acabou se vendo de novo, saindo, curtindo a cidade juntos, sempre terminando com muita rola, cu e gemido alto.

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Foder Minha Namorada no Shopping Até Ela Pingar Gozo pela Perna

Caralho, eu tava louco pra sair com a Larissa naquele calor de Salvador. Ela apareceu de shortinho jeans que mal cobria a metade da bunda e uma regatinha fina marcando os peitos durinhos sem sutiã nenhum. Só de olhar já fiquei com o pau latejando dentro da calça.

Ela disse que precisava de sandália nova e um vestido pra aguentar esse inferno, mas eu sabia que a safada queria era provocar. Tomamos banho juntos antes de sair e eu ensaboei cada centímetro daquele corpo gostoso, apertando os peitinhos, esfregando a bucetinha lisinha e brincando com o cuzinho apertado dela enquanto ela gemia baixinho. Quase meti ali mesmo, mas guardei o leitinho pra depois. Ela me lavou também, mão escorregadia subindo e descendo no meu pau duro até eu quase gozar.

No shopping da Bahia o clima esquentou pra valer. Na loja de sapatos a vendedora se ajoelhou na frente da Larissa e eu mandei ela abrir as pernas. O shortinho subiu, a calcinha ficou à mostra e a mina ficou vermelha quando a Larissa esfregou o salto na buceta molhada dela. Depois mandei a vendedora lamber o salto sujo de tesão antes de levarmos os sapatos.

Na loja de lingerie a coisa ficou ainda mais safada. A loira alta entrou no provador com a minha namorada e logo as duas tavam peladas. Larissa enfiou a língua na buceta da vendedora enquanto eu metia fundo nela por trás, sentindo a buceta apertada engolir meu pau. A loira gozou gritando e eu gozei no rosto e nos peitos da Larissa, mandando ela sair com meu porra escorrendo pelo decote sem limpar nada.

Comemos acarajé na praça de alimentação e eu enfiei o dedo na bucetinha dela por baixo da mesa, esfregando o clitóris até ela ficar louquinha. Depois na loja de vestidos entrei no provador com a vendedora curvilínea e a Larissa chupou a mina enquanto eu comia ela de quatro. Gozei na boca da minha putinha e ela engoliu tudo misturado com o tesão da outra.

Na loja de acessórios a vendedora novinha com cabelo roxo colocou coleira e algemas na Larissa. Nos fundos da loja ela chupou meu pau algemada enquanto a mina ajudava segurando a base e metendo dedo na buceta dela. Saímos com as sacolas e o tesão acumulado.

No carro do estacionamento ela não aguentou e sentou no meu colo, rebolando gostoso até gozarmos juntos. Chegando em casa tirei tudo e meti com força, puxando a coleira enquanto ela gemia pedindo mais.

Essa foi uma ida às compras que deixou minha namorada pingando gozo o dia inteiro.

Contos erotico assim são perfeitos pra quem curte putaria sem limite.

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