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Suruba Selvagem com Pausudos Desconhecidos na Praça Durante a Chuva!

Eu tava voltando da faculdade numa sexta chuvosa daquelas bem pesadas, usando uma saia curta que mal cobria as coxas e uma blusa apertada que marcava meus seios de um jeito que chamava atenção pra caralho. Andava rápido tentando fugir da água mas no fundo tinha uma parte de mim que tava louca por uma aventura fora da curva, algo que tirasse o tédio do dia a dia e me fizesse sentir viva de verdade.

Parei numa praça que costuma ser cheia de movimento mas por causa da chuva tava completamente vazia, sem ninguém por perto. No meio dela tinha um coreto e eu me enfiei lá pra tentar me secar um pouco, sentindo a roupa grudando na pele e o corpo inteiro reagindo ao frio misturado com o calor que já subia por dentro.

Foi aí que eu vi uns caras altos e morenos se aproximando com aquele olhar safado que arrepiava da cabeça aos pés. Um deles chegou falando direto, propondo um pouco de diversão na chuva, e em vez de sair correndo eu senti um calor subindo pelo corpo todo e respondi de um jeito que deixou claro que eu tava no clima, sem medo nenhum.

Eles se entreolharam e sorriram de um jeito malicioso pra caralho. O mais alto veio pra cima sem enrolação e me prensou contra a parede do coreto, enquanto o outro deslizou as mãos pela minha cintura subindo devagar pros meus peitinhos. A respiração quente no meu ouvido misturada com o som da chuva me deixou molhada não só da água que caía.

A chuva batia forte ao redor, fazendo cada gota na pele aumentar o tesão e o risco de estar num lugar público assim só deixava tudo mais insano. Meu coração tava disparado, as pernas fracas, o corpo todo entregue ao momento sem eu conseguir controlar nada. Era como se o cenário tivesse sido feito pra isso, a praça deserta, o coreto como abrigo, a água caindo sem parar e eu ali no meio de tudo sentindo o desejo tomar conta.

Eu não esperava nada disso quando saí de casa mais cedo, mas a saia curta molhada colando nas pernas, a blusa ficando transparente e marcando tudo, a sensação de vulnerabilidade misturada com a vontade de ir além me consumiram. Os caras tinham aquela energia direta, sem frescura, e quando eles se aproximaram de verdade foi como se o mundo tivesse parado só pra gente.

Cada segundo ali parecia durar uma eternidade, o cheiro de terra molhada se misturando com o calor dos corpos, o vento frio contrastando com o fogo que eu sentia por dentro. Eu tava ali, exposta, desejada, vivendo algo proibido que muita gente só imagina mas poucos têm coragem de deixar rolar. O corpo respondia sozinho, gemendo baixinho, a pele arrepiada, a mente a mil com o que podia acontecer.

A combinação da chuva, do local vazio e da roupa que não escondia nada transformou tudo num clima de pura loucura. Eu me sentia poderosa e ao mesmo tempo completamente rendida, sabendo que aquilo ia marcar pra sempre. Os pingos batendo, o som abafando os gemidos, o corpo tremendo de expectativa… foi intenso pra caralho desde o primeiro toque.

No fim eu fiquei com aquela sensação de ter vivido algo que ninguém mais ia entender, o corpo marcado pela chuva e pelo desejo, a mente cheia de imagens que eu revivo toda vez que penso naquilo. Foi uma noite que mudou o jeito como eu encaro o risco e o prazer, tudo ali naquela praça que de dia parece tão normal.

Clica no player do vídeo aí e mergulha junto comigo nessa aventura que me deixou sem fôlego do começo ao fim.

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