Imagina só uma manhã qualquer em São Paulo, céu nublado, trânsito do cacete, e eu, uma gostosa de 35 anos com corpo que ainda faz macho babar, tomando café na cozinha com minha filha Júlia, 21 anos, uma vadia com curvas de dar inveja e boca suja pra caralho.
De repente ela entra toda sorridente e solta: “Mãe, cê não vai acreditar, o novo vizinho do 74 é um pedaço de mau caminho, moreno alto, braços fortes e um volume na calça que já mostra que o cara é pausudo pra porra.” Eu ri, mas já senti a bucetinha piscar de curiosidade. A gente sempre foi aberta pra safadeza, conversa sobre pica, buceta, tudo na cara.
A campainha tocou e Júlia voltou com um sorriso de quem já tava molhada: era ele, o Rodrigo, o vizinho tesudo pedindo uma ferramenta. Quando eu vi o cara na sala, porra, o sujeito era um espetáculo. Alto, cheiro de macho, sorriso safado e aquela pica marcando forte na calça. O clima esquentou na hora. Júlia começou a flertar descaradamente, eu observava meio excitada, sentindo o tesão subir.
Ele não perdeu tempo e soltou que tinha encontrado algo bem mais interessante que martelo. Minha filha, sempre a mais atirada, passou a mão no braço dele e já ofereceu “algo mais forte”. Rodrigo olhou pra nós duas com aquele olhar que devora e disse que curtia aventura. O papo foi ficando cada vez mais quente, pernas cruzando, decote aparecendo, bucetinha pulsando.
Logo a gente tava no quarto da Júlia. Ela beijou ele primeiro, língua pra dentro, enquanto eu já sentia a rola grossa dele por baixo da calça. A vadia se ajoelhou, abriu o cinto e soltou um “nossa mãe, olha o tamanho dessa pica, tá babando de tesão”. Eu me juntei e nós duas fizemos uma chupeta caprichada, uma lambendo a cabeça, outra chupando as bolas, revezando, engolindo fundo, fazendo barulho de puta safada. Rodrigo gemia “caralho, vocês são incríveis, chupem minha pica gostoso”.
Depois a coisa pegou fogo de verdade. Júlia deitou, abriu as pernas e pediu pra ele meter naquela bucetinha dela. Eu chupei o grelinho enquanto ele socava forte, ela gritando “mete gostoso, fode essa buceta”. Troquei de lugar, ele me fodeu com força, pica grossa entrando fundo, enquanto Júlia lambia meu clitóris. Gozei pra caralho na rola dele, tremendo toda.
Ainda não tava satisfeito. Júlia empinou a bunda redonda e pediu no cu: “fode meu rabo agora, arromba esse cuzinho”. Rodrigo meteu com tudo, dando tapa na bunda, socando sem piedade enquanto eu beijava ela. Ele gozou enchendo o cu dela de porra quente. Depois rolou mais, eu cavalgando, ela debaixo lambendo, posições loucas, gemidos, porra e prazer até a tarde.
Essa foi a foda mais insana que já rolou aqui em casa. O vizinho pausudo virou nossa nova diversão favorita.
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