Eu sou a Carla, 22 anos, morena curvilínea da periferia, e caralho, o que rolou naquela noite quente de verão ainda me deixa com a bucetinha latejando só de lembrar. Meu pai Gilberto, aquele coroa de 45 anos, alto, moreno, bigode grosso e corpo de machão, sempre foi o homem da casa desde que minha mãe vazou. A gente vivia só nós dois no apartamento pequeno, mas aquela noite a música da rua invadiu tudo e eu comecei a dançar sozinha na sala, rebolando bem safada.
De repente senti o olhar dele queimando em mim. Ele encostado na porta, me olhando de um jeito que nunca tinha visto. “Tá dançando pra quem, filha?” perguntou com aquela voz rouca. Eu encarei ele, sentindo um tesão proibido subindo, e respondi sem pensar: “Pra você, pai.” O ar ficou pesado na hora. Ele deu um passo, eu senti o cheiro de suor e cerveja misturado com o perfume dele, e meu corpo inteiro arrepiou.
Eu sabia que era errado pra caralho, mas a minha xoxota já estava molhada só com aquele olhar dele. Continuei dançando, roçando de leve no corpo dele, sentindo a rola grossa dele endurecendo dentro da calça. Ele tentou falar que não tava certo, mas a voz falhou. Eu parei na frente dele, nossos rostos quase se tocando, e deslizei a mão devagar sobre a braguilha, apertando aquele pau veiudo que pulsava pra mim.
“Parece que tem algo aí querendo brincar, pai”, falei com um sorriso safado. Ele abaixou a cueca e aquela pica grossa, cabeçuda e latejando saltou pra fora, apontando direto pra minha cara. Caralho, era enorme. Eu segurei ela com as duas mãos, sentindo o calor e a dureza, e comecei a mexer devagar enquanto ele gemia baixo. Depois inclinei e chupei gostoso, lambendo cada veia daquela rola do meu próprio pai, engolindo fundo até ele segurar meu cabelo e foder minha boca.
Ele me carregou pro quarto, me deitou na cama e explorou meu corpo inteiro com aquelas mãos fortes. Chupou meus peitos, desceu a boca até minha bucetinha encharcada e me comeu com a língua até eu tremer. Quando ele enfiou aquela pica grossa dentro de mim, devagar no começo e depois metendo forte, eu gritei de prazer. Ele me fodia fundo, apertando meus quadris, chamando eu de putinha dele enquanto socava sem parar.
Eu gozei gostoso sentindo ele me arrombando, e ele também gozou dentro, enchendo minha xoxota de porra quente. Depois ainda rolou mais uma rodada de bruços, ele me comendo por trás com tudo, batendo na minha bunda enquanto eu pedia mais. Foi loucura, foi proibido, foi o tesão mais forte que eu já senti na vida.
Contos erotico como esse são feitos pra te deixar louco de tesão e pau duro o dia inteiro.
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