Porra, depois daquela loucura no Tietê eu não conseguia mais bater punheta sozinho em casa. Meu pau endurecia só de lembrar do tesão de ser visto, de gozar sabendo que um filho da puta tava ali espiando. Eu precisava de mais. Precisava sentir uma mão alheia na minha rola, um toque bruto, diferente do meu.
Decidi mudar o esquema e fui pra rodoviária de Jundiaí num domingo à tarde. O calor tava insuportável, o asfalto queimando, e o banheiro masculino era um buraco nojento no fundo do prédio: três cabines apertadas, mictórios quebrados e um cheiro forte de mijo seco misturado com suor velho que já deixava meu cacete latejando dentro da cueca.
Entrei na cabine do meio, tranquei a porta, baixei a calça e tirei o pau pra fora. Ele já tava meia bomba, quente e pesado. Passei lubrificante bem devagar, sentindo o gel escorrer pelas veias enquanto eu começava a me punhetar bem gostoso. As paredes finas tinham rabiscos de pica, números de telefone e um buraco mal feito na divisória que eu não tirava o olho.
Não demorou muito. Ouvi passos pesados, a porta da cabine ao lado fechando e o barulho de cinto sendo aberto. Meu coração disparou, mas eu continuei batendo. Pelo buraco vi a sombra se mexendo. O cara não falou nada no começo. Só enfiou dois dedos grossos pelo glory hole, mexendo como se estivesse me chamando.
Eu colei minha rola no buraco e senti na hora: uma mão grande, calejada, agarrou meu pau com força bruta. Caralho, que pegada diferente da minha. Dedos grossos apertando forte, subindo e descendo, espalhando o lubrificante e fazendo um barulho molhado que ecoava na cabine. Ele me punhetava devagar no início, depois acelerou, apertando a base, puxando o saco, me fazendo gemer baixo feito um puto no cio.
Eu imaginava ele do outro lado: talvez um caminhoneiro suado, talvez um pedreiro com a calça suja de obra. Não importava. O que me deixava louco pra caralho era saber que um completo desconhecido tava ali, batendo minha rola com vontade, me levando pro limite naquele banheiro imundo.
Ele alternava o ritmo, ora rápido, ora lento, esfregando o polegar na cabeça melada enquanto eu tremia inteiro. Meu cu piscava sem parar, mas eu me segurei. Hoje era só a mão dele. E já tava bom demais.
Quando ele mandou eu gozar na mão dele, meu pau inchou e eu explodi. Jatos grossos de porra voaram pela divisória enquanto ele grunhia do outro lado, gozando junto. O cheiro de leite fresco ficou forte no ar.
Limpei tudo, subi a calça ainda com as pernas moles e saí dali com um sorriso safado no rosto, o corpo ainda formigando de tesão.
Essa foi uma das punhetas mais brutas e safadas que já levei na vida.
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A sacanagem continua na próxima parte, ainda mais pesada.

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