Sou a Lari, morena safada, bundinha redonda e pele queimada de sol, e essa putaria que rolou com o tio Marcinho me deixou a xoxota latejando até hoje. O coroa bruto, alto, peludo e sem nenhum filtro, mora com a gente e não perde oportunidade de me secar com aqueles olhos de quem quer comer tudo. Ele chega cheirando a cachaça e suor, camisa aberta mostrando o peito forte, e já solta aquelas groselhas pesadas que me deixam vermelha mas com a bucetinha molhando o shortinho.
A safadeza desandou de vez numa sexta à noite, quando entrei no banho pra relaxar depois do trampo. De repente o desgraçado invadiu o banheiro, só de bermuda, rola já marcando forte, e me prensou contra a parede molhada. “Tá se lavando pra quem, putinha?”, ele rosnou, agarrando meu rabo e dando tapa estalado que fez minha bunda arder gostoso. Tentei resistir, mas o filho da puta é forte pra caralho, enfiou dedo grosso na minha xaninha lisinha e depois no cuzinho apertado, me deixando tremendo de tesão e medo ao mesmo tempo.
Ele me fez chupar aquela pica grossa, babando inteira, socando fundo na garganta enquanto dedava minha pepeca encharcada. Depois me jogou de quatro no chão do banheiro, cuspiu na rola e meteu tudo no meu rabinho virgem sem piedade. O barulho molhado de tapa na bunda, o vapor quente, o cheiro de sexo misturado com sabonete… porra, foi uma foda bruta, selvagem, ele arrombando meu cu com força enquanto eu gemia baixinho pra não acordar a casa toda.
O tesão misturado com aquela dor gostosa me deixou louca, xoxota escorrendo no azulejo enquanto ele socava sem parar, me chamando de vadia, safada, putinha gulosa. Gozou jorrando tudo dentro do meu rabinho, me enchendo de porra quente.
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