Eu tinha acabado de me mudar pra casa do meu pai aos 22 anos, recém-formada e sem um puto no bolso. Era a única opção. O coroa de 45 anos, separado, vivia numa casa espaçosa e eu mal sabia que aquilo ia virar o maior puteiro da minha vida.
Nos primeiros dias eu tentava me comportar, mas o safado andava só de cueca pela casa, corpo definido, andando com aquela confiança de macho que fode bem. Eu fingia que não via, mas minha buceta já latejava só de cruzar com ele saindo do banho. O clima ficava pesado, cheio de tesão reprimido.
Uma noite, enquanto preparava o jantar, ele chegou por trás, colou o corpo no meu e eu senti o cacete dele endurecendo contra minha bunda. O filho da puta sussurrou no meu ouvido como eu tinha ficado gostosa e suas mãos grandes apertaram minha cintura. Eu não afastei. Virei, olhei nos olhos dele e deixei rolar. O beijo começou tímido, mas virou uma chupada de língua desesperada, mão dele já subindo por baixo da minha blusa apertando meus peitos.
A partir dali não teve mais volta. No sofá da sala ele me comeu pela primeira vez. Tirou minha roupa devagar, abriu minhas pernas e meteu a língua na minha bucetinha molhada enquanto eu gemia “ai pai” sem conseguir parar. O safado sabia comer, lambia o clitóris com vontade, enfiava a língua fundo até eu ficar escorrendo. Depois me penetrou devagar, enfiando todo o pau grosso, estocando cada vez mais forte até eu gozar gritando no cacete dele.
As noites viraram um festival de putaria. No chuveiro eu entrei de surpresa, ajoelhei e dei uma mamada gulosa no pau do meu pai, engolindo até o fundo enquanto a água caía. Ele me encostou na parede e me fodeu de pé, socando forte, gemendo baixo que eu era a puta mais safada que ele já tinha comido.
No escritório, vesti uma lingerie bem puta e sentei no colo dele. O coroa perdeu o controle, me jogou na mesa e me comeu ali mesmo, rasgando a calcinha e metendo sem piedade. No jardim, de biquíni minúsculo, ele me pegou no colo, me carregou pro quarto dele e me fodeu na cama que era da minha mãe, estocando com raiva e tesão enquanto eu pedia mais.
Cada encontro era mais safado. No meu quarto, ele me virava de quatro, metia fundo na buceta e no cu quando eu pedia, gozando dentro de mim com força. A casa inteira virou cenário de foda proibida: sofá, banheiro, escritório, jardim. Eu virava uma vadia completa toda vez que ele olhava pra mim.
A tensão crescia, o risco de sermos pegos só deixava tudo mais molhado e intenso. Mas o tesão era maior que qualquer juízo.
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contos erotico como esse são perfeitos pra quem curte uma história bem quente e sem frescura.
