Eu sou a Camila, 28 anos, magrinha com uma bunda que já chamava atenção, e nunca imaginei que ia cair tão fundo nessa loucura. Meu namorado André soltou a ideia no meio da foda: chamar alguém pra me comer enquanto ele assistia. Achei que era só tesão falando, mas no dia seguinte ele tava sério pra caralho falando da Jéssica, uma mina pesada que curtia coisa braba.
Fomos pra casa dela num sítio isolado. Quando ela abriu a porta, alta, ruiva, corpo forte e tatuada, já me deu um tapa na bunda e me chamou de vadia. Dentro da casa bagunçada, cheia de cordas e correntes penduradas, ela não perdeu tempo. Mandou eu tirar toda a roupa na frente dos dois e fiquei pelada, tremendo, enquanto ela me olhava como quem ia me destruir.
Ela me amarrou na cadeira de metal, me deu tapas na cara fortes pra cacete e começou a me chicotear sem piedade. As tiras batendo nas coxas, na bunda e nos peitos me faziam gritar, mas minha buceta traidora ficava cada vez mais molhada. André só olhava com o pau duro, adorando ver eu apanhar. Depois me arrastou pro quarto, me amarrou na cama de bruços e usou vara de madeira, cinto grosso e chicote com pontas de metal que chegavam a tirar sangue.
Eu gritava, chorava, pedia pra parar, mas ao mesmo tempo obedecia como uma cadela no cio. Ela enfiou os dedos em mim, me fez gozar rápido e limpou na minha cara. Me colocou de joelhos, me fez chupar a buceta dela enquanto André se masturbava olhando. Depois ele me fodeu com força, e ela ainda batia em mim ao mesmo tempo.
A coisa ficou ainda mais pesada quando ela trouxe o aparelho de choque. Enfiou um consolo de metal gigante na minha buceta, colocou pinças nos mamilos e ligou a porra toda. Os choques me faziam convulsionar na mesa de metal, o corpo pulando enquanto eu gritava feito louca. Mesmo assim minha buceta pingava, traindo meu sofrimento.
Ela me pendurou no teto como um pedaço de carne, me fez chupar ela de novo e, no final, usou um ferro quente pra marcar minha bunda com as iniciais dela. A dor foi insana, mas o André gozou mais uma vez me vendo quebrada. Saí de lá com o corpo todo marcado, a buceta e o cu fodidos, o colar de puta no pescoço e uma marca permanente na pele.
contos erotico como esse mostram até onde o tesão pode levar uma mulher comum.
Se quiser sentir cada tapa, cada choque e cada grito bem de perto, clica no player do vídeo e mergulha nessa viagem pesada agora.
