Contos Erotico

Contos Erotico — Tio Marcinho Arrombou Meu Cuzinho Virgem no Banheiro e Eu Gozei Sem Dó

E aí, eu sou a Lari, 19 anos, morena de pele queimada de sol, cabelo cacheado batendo na cintura, 1,65 de altura e uma bundinha redonda que os caras da rua não param de secar. Moro em São Gonçalo, num cantinho simples, trabalho o dia todo numa lojinha de roupas e à noite só quero relaxar. Mas quem bagunça meu juízo pra caralho é o tio Marcinho, irmão da minha mãe, um coroa de 42 anos, alto, robusto, barba rala e aquele olhar de quem tá sempre tramando sacanagem pesada.

O desgraçado mora com a gente desde que separou da ex e não larga meu pé. Vive me secando, soltando groselha safada que me deixa vermelha por fora e pegando fogo por dentro. Chega em casa cheirando a cachaça e suor, camisa aberta mostrando o peito peludo, e já começa a mandar papo bruto. Eu finjo que ignoro, mas meu corpo trai e a xaninha fica molhadinha só de ouvir aquela voz rouca.

Numa sexta à noite eu tava morta de cansada, entrei no banho pra relaxar com a água morna caindo no corpo. De repente a porta rangeu e o tio Marcinho entrou sem avisar, só de bermuda, peito suado brilhando. “Tá se lavando pra quem, putinha? Tá querendo provocar o tio com essa pepeca cheirosa?” Ele agarrou meu braço com força, me prensou contra a parede e deu um tapa forte na minha bunda molhada que fez plaft ecoar no banheiro.

Eu tentei resistir, mas o filho da puta é bruto pra caralho. Forçou minhas pernas, enfiou o dedo grosso na minha bucetinha depilada e depois no cuzinho apertado. Doeu pra porra no começo, mas o tesão subiu forte. Ele abaixou a bermuda, mostrou aquela rola grossa, dura, babando na ponta, e mandou eu chupar. Engasguei, lágrimas escorrendo, enquanto ele fodia minha boca sem dó, socando fundo na garganta.

Depois me jogou de quatro no chão molhado, cuspiu na pica e enfiou tudo no meu rabinho virgem de uma vez. O arrombo foi selvagem, Pac Pac ecoando junto com meus gemidos abafados. Ele metia forte, puxando meu cabelo cacheado, dando tapas na bunda e falando putaria sem filtro: “Tá gostando né, vadia? Esse cuzinho apertado é meu agora.” A dor misturada com prazer me deixou louca, xoxota pingando no azulejo enquanto ele socava até o talo.

Ele gozou jorrando quente dentro de mim, me enchendo todinha, e ainda riu debochando enquanto eu tava jogada no chão, pernas moles, corpo dolorido e o rabo ardendo. Saí do banho com a cabeça a mil, sentindo o cheiro dele grudado na pele e um tesão safado que não passava. Deitei na cama, mão descendo sozinha pra aliviar aquela bagunça toda.

Esse foi o dia que o tio Marcinho transformou minha vida numa putaria bruta e viciante.

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