Contos Erotico

Contos Eróticos — Putinho na Coleira (parte 01/03)

Porra, tava nervoso pra caralho. Saí de casa umas 20h, o coração tac-tac-tac no peito enquanto dirigia pro Cambuí em Campinas. A gente conversava fazia uns quatro meses no app e em chamada de vídeo, mas nunca tinha visto a Laura pessoalmente. Ela era mais velha, 29 anos, morena, alta, corpo que chamava atenção mesmo de roupa. Nas conversas ela mandava e eu obedecia, e hoje ela falou que a amiga dela, a Rafaela, ia estar lá também. “Você vai servir a gente direitinho”, ela escreveu. Eu nem sabia direito o que isso queria dizer na prática, mas meu pau já endurecia só de imaginar.

Cheguei no prédio antigo, subi as escadas porque o elevador tava com problema. Bati na porta do terceiro andar. Ouvi risada das duas lá dentro e meu estômago revirou. A porta abriu e lá estava ela, exatamente como nas fotos: blusinha preta colada no corpo, short jeans rasgado na coxa, cabelo solto. Sorriu de lado.

“Chegou, putinho. Entra logo.”

Entrei, tirei o tênis na entrada. A sala era pequena, sofá de canto cinza, TV ligada baixo, cheiro de vinho no ar. No sofá tava a Rafaela, loira, uns 27, mais cheinha, peitos grandes marcando na regata branca. Ela me olhou de cima a baixo e sorriu.

“Então é o Lucas? Nossa, parece que vai desmaiar.”

“Calma, Rafa, ele é tímido mesmo”, Laura falou, fechando a porta. “Mas hoje ele vai aprender a ficar à vontade.”

Eu fiquei no meio da sala, mãos na frente, tentando não tremer. Laura circulou em volta de mim devagar.

“Primeira coisa: tira essa roupa toda. Devagar. Quero ver cada pedacinho.”

Meu rosto queimou. Tava usando jeans e camiseta simples. Tirei a camiseta primeiro. O ar-condicionado gelou minha pele. Rafa assobiou baixo.

“Boa barriga, hein.”

Continuei. Soltei o botão da calça, baixei o zíper. Meu pau já tava meio duro, marcando na cueca boxer. Eu hesitei um segundo.

“Não para agora”, Laura mandou, voz calma mas firme.

Puxei a calça pra baixo, saí dela. Fiquei só de cueca. Meu pau pulou um pouco quando tirei o resto. As duas olharam sem nenhuma vergonha.

“Caralho, já tá acordando”, Rafa riu. “Gostei do tamanho.”

Laura pegou uma coleira de couro preta que tava em cima da mesa da sala. Veio pra trás de mim, passou no meu pescoço e fechou com um cadeadinho pequeno. O couro era macio, mas apertado o suficiente pra eu sentir toda vez que engolia. Ela prendeu uma guia longa de metal na argola da frente.

“Agora você é nosso. Oficialmente.”

Ela deu um puxão leve na guia e eu quase tropecei pra frente. Meu pau subiu mais um pouco.

“Vem. Primeiro a gente vai tomar um vinho. Você vai servir.”

Fui até a cozinha americana, nu, com a guia curta o bastante pra não conseguir ir muito longe. Abri a geladeira como ela mandou, peguei a garrafa de vinho tinto que já tava gelando, três taças. Minhas mãos tremiam um pouco enquanto servia. O pau balançava a cada passo. Quando voltei pra sala, as duas já tinham sentado no sofá. Entreguei as taças. Laura pegou a dela e deu um gole.

“Bebe também”, ela mandou. “Não vai ficar aí só olhando.”

Eu bebi um gole. Tava bom, seco. Elas começaram a conversar sobre o dia, sobre um trabalho chato da Rafa, rindo baixo. De vez em quando olhavam pra mim como se eu fosse um móvel bonito. Rafa esticou a perna e passou o pé descalço na minha canela, subindo devagar até a coxa.

“Olha como ele treme”, ela comentou com Laura. “Tá duro pra caralho já.”

Laura riu e deu outro gole no vinho. Depois se levantou, foi até a janela grande da sala e abriu a cortina de uma vez. A luz da rua entrou. O prédio da frente não tava tão longe.

“Vem cá”, ela falou, puxando a guia.

Meu coração quase parou. Eu fui devagar, o pau balançando. Ela me posicionou bem na frente da janela, de lado, de modo que quem olhasse do outro prédio ou da rua podia ver se prestasse atenção.

“Fica aí. Mãos atrás das costas. Não cobre nada.”

Eu obedeci. O vidro tava frio contra o ombro. Meu pau tava completamente duro agora, latejando no ar. Qualquer pessoa que olhasse pra cima podia ver. Eu tava suando frio e quente ao mesmo tempo. Laura e Rafa continuaram conversando no sofá como se nada estivesse acontecendo, só que de vez em quando olhavam pra mim e riam.

“Cinco minutinhos”, Laura disse. “Se alguém olhar, paciência. Você aguenta.”

Eu fiquei lá, respirando devagar, tentando não mexer. Meu pau latejava tanto que doía um pouco. Um carro passou na rua lá embaixo. Eu fechei os olhos um segundo. Quando abri, Laura tava se levantando de novo.

“Chega. Agora pro quarto.”

Ela puxou a guia e eu fui atrás, ainda duro, o corpo todo quente. O quarto era pequeno, cama de casal, lençol preto, luz baixa de abajur. Cheiro de perfume dela no ar. Ela me fez parar no meio do quarto.

“De joelhos.”

Eu desci. O chão tava frio. Laura ficou na minha frente, abriu o short jeans devagar e baixou junto com a calcinha preta de renda. O cheiro dela chegou forte, doce, molhado. Ela segurou minha cabeça com as duas mãos.

“Abre a boca.”

Eu abri. Ela veio por cima, pressionou a boceta quente na minha cara, começou a esfregar devagar pra frente e pra trás. Meu nariz, minha boca, meu queixo ficaram molhados rapidinho. Ela gemia baixo, controlado.

“Isso… usa a língua, putinho.”

Eu lambi. O gosto era forte, salgado-doce. Ela apertou mais a cabeça contra ela, rebolando. Do lado, ouvi a Rafa rindo baixo.

“Porra, que cena gostosa”, ela resmungou.

Laura continuou esfregando na minha cara uns bons minutos, gemendo mais alto agora, até que parou de repente, ofegante. Me puxou pela guia pra levantar.

“Na cama. De costas. Mãos pra cima.”

Eu subi na cama. Ela pegou dois lenços de seda que tava na mesinha de cabeceira e amarrou meus pulsos no cabeceiro, não muito apertado, mas o bastante pra eu não conseguir abaixar os braços. Meu pau tava duro pra cima, latejando. Rafa sentou na beira da cama, perto das minhas pernas, olhando.

Laura subiu na cama também, ajoelhou do meu lado, passou a mão devagar no meu peito, desceu até o pau, segurou de leve.

“Agora a gente vai brincar um pouco com você”, ela falou baixinho, quase carinhosa. “Mas você não vai gozar até a gente deixar.”

Rafa riu e passou a unha devagar na minha coxa.

“E se ele gozar mesmo assim?”

Laura apertou meu pau uma vez, forte.

“Aí ele vai aprender do jeito difícil.”

Ela começou a subir e descer a mão bem devagar, só com dois dedos, provocando. Meu quadril subiu sozinho. Eu gemi baixo.

“Porra…”

“Caladinho”, Laura mandou. “Só sente.”

Rafa se inclinou e soprou de leve na cabeça do meu pau. Eu estremeci inteiro. Laura continuou o movimento lento, parando toda vez que eu começava a ficar perto demais. Meu corpo tava tenso, suor escorrendo. O lenço nos pulsos rangeu quando eu puxei sem querer.

Elas riram.

“Olha como ele sofre gostoso”, Rafa falou.

Laura parou a mão completamente, segurando só a base. Meu pau pulou sozinho, procurando mais contato. Eu tava ofegante, o corpo inteiro latejando.

“Quer gozar, né?” ela perguntou.

“Quero……. por favor…….”

Ela inclinou a cabeça, olhando nos meus olhos.

“Então vai ter que concordar com uma coisa. Sem saber o que é. Se você disser sim agora, a gente te deixa gozar. Se disser não, a gente para aqui e você vai pra casa do jeito que tá.”

Eu olhei pra ela, depois pra Rafa, que tava sorrindo safada. Meu pau doía de tão duro. Eu tava quase chorando de tesão.

“Simm… eu aceito. Por favor.”

Laura sorriu devagar, aquele sorriso que eu já conhecia das chamadas.

“Boa resposta.”

Ela olhou pra Rafa e deu um aceno com a cabeça.

Rafa se levantou da cama e foi até a bolsa que tava no chão. Quando voltou, tava segurando uma coisa pequena de acrílico transparente com uma argola de metal. Uma jaula de castidade.

Meu estômago gelou e meu pau deu um pulo ao mesmo tempo.

Laura passou a mão de leve na minha barriga, quase carinhosa.

“Agora a gente vai te fazer gozar… e depois a gente vai prender isso aqui. E eu vou ficar com a chave.”

Eu engoli em seco. Meu coração tava batendo tão forte que parecia que ia sair pela boca.

Rafa sentou de novo na beira da cama, pegou meu pau com a mão quente e começou a masturbar de verdade agora, rápido, apertado, com o polegar passando na cabeça molhada toda vez que subia. Laura se inclinou e sussurrou no meu ouvido:

“Goza pra gente, putinho. Goza agora.”

Eu não aguentei nem trinta segundos. O corpo inteiro travou, o pau latejou forte e eu comecei a jorrar. Jatos quentes caíram na minha barriga, no peito, até no queixo. Eu gemi alto, sem conseguir controlar. Rafa continuou batendo até o último jato sair, rindo baixo.

“Caralho, que quantidade…”

Eu tava tremendo, ofegante, o corpo mole. Laura pegou um lenço e limpou o que tinha caído no meu rosto, devagar.

“Agora relaxa… porque a parte boa começa agora.”

Ela pegou a jaula da mão da Rafa.

Eu fechei os olhos, ainda sentindo o orgasmo ecoando no corpo, e esperei.

Contos Eróticos

Leia também