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Contos Eróticos — Olha Isso. Toda Melada por Causa do Tio. (Parte – 04 de 04)

No dia seguinte eu passei na casa dela às dez da noite. Os pais já tinham ido dormir cedo, como ela tinha me contado por mensagem. Ela desceu rápido, roupa bem simples de novo: calça jeans escura, camiseta cinza básica, tênis. Sem sutiã, sem calcinha. Entrou no carro e já meteu a mão no meu pau por cima da calça, apertando forte.

Eu falei enquanto dirigia pra fora da cidade:

“Hoje vai ser o mais arriscado até agora. A gente vai pra aquele posto de estrada que fica depois da ponte, aquele que tem uns caminhões parados de noite. Lá passa gente o tempo inteiro. Eu vou te foder com as janelas abertas e a luz interna acesa um pouco. Se alguém olhar pra dentro do carro vai te ver pelada tomando pau.”

Ela mordeu o lábio e respondeu, voz já rouca de tesão:

“quero… tô molhada só de pensar… me usa como quiser tio… quero que alguém veja…”

Eu dirigi uns quarenta minutos até o posto. Era um daqueles de beira de estrada, com posto de gasolina, lanchonete que fechava tarde e um estacionamento grande atrás onde os caminhoneiros paravam pra descansar. Tinha uns cinco, seis caminhões parados, luzes fracas, gente andando de vez em quando. Eu estacionei no canto mais afastado, mas ainda dava pra ver o movimento. Desliguei o motor, abri as duas janelas da frente e acendi a luz interna bem fraquinho.

Eu virei pra ela e falei:

“Tira tudo agora. Quero você pelada nesse banco.”

Ela tirou a camiseta e o jeans na hora. Ficou completamente pelada, peitos à mostra, buceta brilhando de molhada. Eu tirei minha roupa também. Meu pau tava duro pra caralho. Mandei ela sentar de quatro no banco de trás, bunda empinada pra janela. Eu subi atrás dela, segurei o quadril e meti tudo na buceta de uma vez. Comecei a meter forte, o carro balançando bastante. As janelas estavam abertas uns quinze centímetros. De vez em quando passava um cara a pé ou um caminhoneiro voltando pro caminhão. Eu vi um deles olhar pro nosso carro por uns segundos.

Enquanto metia eu falei alto o suficiente pra ela ouvir:

“Olha ali… aquele cara tá olhando pra dentro. Ele tá vendo sua bunda sendo comida. Tá vendo sua cara de puta gemendo.”

Ela gemeu mais alto e rebolou contra mim. A buceta dela tava apertando pra caralho. Eu tirei o pau, cuspi no cuzinho e enfiei devagar. Ela soltou um gemido longo. Eu meti no cu dela enquanto dedava a buceta com dois dedos. Ela tava completamente entregue, gemendo sem parar, falando safadeza:

“fode meu cu… deixa ele ver… me usa… goza dentro de mim tio…”

Eu meti forte, o barulho de pele batendo ecoando. Um caminhoneiro parou uns dez metros de distância, acendeu um cigarro e ficou olhando pro carro. Eu não parei. Continuei fodendo o cu dela, dedo na buceta, luz interna acesa. O cara ficou uns bons trinta segundos olhando. Eu vi que ela gozou forte quando percebeu que estava sendo vista, o corpo inteiro tremendo, buceta apertando meus dedos e soltando um jato de gozo. Eu gozei logo depois, jorrando fundo no cu dela.

O caminhoneiro apagou o cigarro e foi embora devagar, ainda olhando. Eu tirei o pau do cu dela, desci do carro pelado, abri a porta do passageiro e mandei ela sair também. Ficamos os dois pelados do lado de fora do carro, escondidos só pela porta aberta. Eu apoiei ela contra o carro, levantei uma perna dela e meti na buceta de novo, agora de frente. As luzes do posto iluminavam um pouco. Qualquer um que passasse a pé ia ver. Eu meti forte, apertando os peitos dela, beijando a boca. Ela gemia alto, sem tentar se controlar.

Eu falei no ouvido dela:

“Você é minha puta agora. Minha sobrinha safada que gosta de ser fudida na rua. Gosta de ser vista tomando porra do tio.”

Ela respondeu gemendo, voz entrecortada:

“sou… sou sua puta… fode mais… quero que vejam…”

Eu meti até ela gozar de novo, depois tirei o pau e gozei na barriga e nos peitos dela. A porra escorreu pelo corpo. Eu passei dois dedos na porra e enfiei na boca dela. Ela chupou os dedos, lambendo tudo.

A gente entrou no carro de novo, ainda pelados. Eu sentei no banco do motorista, ela sentou no meu colo de frente. Começou a rebolar devagar no meu pau. Dessa vez eu deixei a luz interna acesa mais forte. Um carro passou perto, freou um pouco, o motorista olhou pra dentro. Eu não parei. Segurei a bunda dela e meti por baixo, forte. Ela gemia com a boca aberta, olhando pro carro que tinha parado. O cara ficou uns dez segundos olhando e depois foi embora. Ela gozou na hora, apertando meu pau e gemendo alto.

Eu gozei dentro da buceta dela mais uma vez, enchendo ela. A gente ficou ali uns dez minutos, pelados, suados, ofegantes. Eu beijei ela devagar e falei:

“Isso é nosso agora. Toda vez que der vontade a gente vai pra um lugar arriscado. Eu vou te foder onde quiser, como quiser. E você vai deixar.”

Ela mordeu meu lábio e respondeu:

“deixo… tô viciada… quero fazer isso sempre… quero ser sua putinha em público…”

A gente se vestiu devagar. Ela guardou a calcinha no bolso de novo, saiu do carro com a buceta e o cu cheios de porra, as pernas bambas. Eu dirigi de volta pro bairro dela. Quando parei duas quadras antes da casa, ela não desceu na hora. Virou pra mim, meteu a mão na minha calça de novo e falou:

“posso te chupar mais uma vez antes de entrar?”

Eu ri e abri a calça. Ela se inclinou e chupou meu pau até eu gozar na boca dela de novo. Engoliu tudo, limpou com a língua e me deu um beijo na boca antes de descer.

Eu esperei ela entrar em casa. Fiquei no carro mais uns minutos, pensando em tudo que tinha rolado em poucos dias. A garota que todo mundo via como a santinha certinha da família agora era minha putinha particular, viciada em ser fudida em lugares onde podia ser vista, pedindo pra eu gozar dentro dela, pedindo risco.

Nos dias seguintes a gente continuou. Às vezes no carro na rua dela de madrugada, com a porta entreaberta. Às vezes num posto mais movimentado. Uma vez a gente foi num drive-in antigo que ainda funcionava e eu meti nela no banco de trás enquanto o filme passava e outros carros estavam por perto. Ela gozava mais forte toda vez que tinha risco de ser vista.

Ela parou de ser só a sobrinha quieta. Virou minha safada, minha puta de estimação. Mandava mensagem pedindo pra eu ir buscar ela, mandava foto da buceta melada pedindo pra eu foder ela em algum lugar novo. Eu sempre ia. Sempre iniciava, mas ela já pedia, já implorava.

A gente nunca parou. Até hoje, quando os pais dela viajam ou quando ela consegue sair, eu busco ela e a gente vai pra algum lugar arriscado. Ela veste roupa simples, entra no carro como a mesma garota de sempre, mas assim que a porta fecha vira minha putinha exibicionista que gosta de ser comida onde alguém pode ver.

E eu? Eu sou o tio safado que transformou a santinha da família na minha puta particular. E não pretendo parar nunca.

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