A tarde passou devagar. A Bianca ficou no quarto dela a maior parte do tempo, pelada como eu tinha mandado. Eu vi ela de vez em quando passando no corredor, a bunda ainda vermelha, andando devagar porque ardia. Ela sentava com cuidado quando precisava. Eu fiquei na varanda, tomando cerveja, ouvindo ela chorar baixo de vez em quando. Não era só dor. Eu sabia que ela tava se tocando também, misturando tudo.
A mãe voltou por volta das sete. Trouxe mais coisas da cidade. Perguntou como tinha sido o dia. Eu disse que tranquilo. A Bianca desceu pro jantar com uma blusa longa e short folgado. Sentou devagar na cadeira, fazendo cara de quem tava tudo bem. A mãe não percebeu nada. Falou do dia dela, da prima, do trânsito. A Bianca respondeu pouco, só “sim” e “não”. Toda vez que ela mexia no assento, eu via ela morder o lábio. A bunda ainda ardia forte.
Depois do jantar a mãe tomou banho e foi dormir cedo de novo. Disse que tava cansada da viagem. A porta do quarto dela fechou. Luz apagada.
Eu esperei mais uma hora. A casa quieta. Só o barulho do mato lá fora.
Fui pro quarto da Bianca. Abri a porta sem bater. Ela tava deitada de lado, ainda pelada. A bunda virada pra mim, vermelha escura na luz fraca do abajur. Quando me viu, sentou na cama devagar.
Pai…
Levanta. Vem pro meu quarto.
Ela obedeceu. Andou devagar, a bunda doendo. Eu fechei a porta do meu quarto atrás dela e tranquei. Sentei na beira da cama.
Tira a blusa que você tava usando.
Ela tirou. Ficou pelada na frente de mim de novo.
Eu falei baixo:
Hoje de tarde você levou surra de palma na bunda por ter sumido. Menina malvada merece vara do pai. Agora vai levar mais castigo. De bruços na cama.
Ela olhou pra mim, olhos ainda inchados de chorar mais cedo. Não perguntou o quê. Só deitou na cama, de barriga pra baixo, bunda empinada. As pernas um pouco abertas.
Eu tirei a bermuda. Meu pau já tava duro. Fui até a cômoda, peguei um pouco de óleo que a mãe usava pra massagem. Passei na minha mão e na bunda dela. Ela tremeu quando os dedos gelados tocaram a pele quente e vermelha.
Eu enfiei um dedo devagar no cu dela. Apertado. Ela soltou um gemido baixo.
Dói…
Calma. Vai doer mais. Você merece.
Enfiei o segundo dedo. Abri devagar, girando. Ela chorou baixinho, o rosto no travesseiro. O cu dela apertava meus dedos toda vez que eu movia. Depois de uns minutos tirei os dedos e passei mais óleo no meu pau. Fiquei atrás dela, ajoelhado na cama.
Segura o travesseiro com as duas mãos. E não grita.
Eu apoiei a cabeça grossa do pau na entrada do cu dela. Empurrei devagar no começo. O cu abriu com dificuldade. Ela gemeu alto no travesseiro, o corpo inteiro tenso.
Pai… ai… tá rasgando…
Eu continuei entrando. Centímetro por centímetro. O cu dela apertando meu pau como uma luva quente. Quando estava metade dentro, ela começou a chorar de verdade. Lágrimas no rosto, soluçando baixo.
Eu parei um segundo, passei a mão nas costas dela.
Menina malvada merece vara do pai. Dor e prazer junto. Aguenta.
Voltei a empurrar. Entrei tudo. O cu dela engoliu meu pau até o fundo. As bolas coladas na bunda vermelha dela. Ela chorava mais agora, o corpo tremendo. Eu comecei a meter devagar. Saindo quase todo, voltando fundo. O barulho molhado do óleo. Ela mordia o travesseiro pra não gritar.
Eu segurei o quadril dela com as duas mãos e meti mais forte. O cu dela estalando toda vez que eu entrava. Ela chorava alto agora, o rosto enterrado no travesseiro. As lágrimas molhando o lençol.
Eu me inclinei pra frente, passei uma mão na frente da boca dela e apertei. Abafando os choros.
Não grita. A mãe tá dormindo do outro lado. Você vai levar no cu até aprender.
Ela chorava contra a minha mão. O corpo dela se contorcendo. Mas eu sentia também. O cu dela apertava meu pau mais forte quando eu metia fundo. Ela tava molhada pra caralho entre as pernas. A xoxota pingando no lençol toda vez que eu socava.
Eu meti mais rápido agora. O pau entrando e saindo do cu dela sem parar. A bunda vermelha da surra batendo contra mim. Ela chorava e gemia ao mesmo tempo, o som abafado pela minha mão. O corpo dela tremia inteiro. Eu sentia que ela tava gozando só de levar no cu. A xoxota dela pulsando, mel escorrendo.
Eu tirei a mão da boca dela por um segundo.
Diz que você é minha putinha. Diz que merece levar vara no cu.
Ela chorou, a voz embargada:
Eu sou sua putinha, pai… eu mereço… dói… mas eu gosto… fode mais o meu cu…
Eu voltei a abafar a boca dela e meti mais forte. O cu dela já mais aberto, aceitando melhor. Eu fodi sem parar por uns minutos longos. O suor escorrendo de mim. O barulho molhado enchendo o quarto baixo. Ela chorava o tempo todo, mas o corpo dela empurrava pra trás, pedindo mais. Dor e tesão misturado.
Quando eu senti que tava perto, eu tirei a mão da boca dela.
Agora eu vou gozar no seu cu. Encher você de porra do pai.
Ela chorou mais alto:
Goza… pai… enche meu cu…
Eu dei umas últimas metidas bem fortes e gozei. Jatos quentes fundo no cu dela. Ela tremeu toda, gozando junto, o cu apertando meu pau enquanto eu enchia ela.
Quando terminei, eu tirei o pau devagar. Porra grossa escorrendo do cu dela, pingando na bunda vermelha. Ela ficou de bruços, chorando baixo, o corpo mole.
Eu me deitei do lado dela. Passei a mão nas costas dela, depois na bunda quente.
Agora você aprendeu de vez. Não some mais. Não flerta com ninguém. Você é minha putinha. Só minha. Entendeu?
Ela virou o rosto molhado de lágrimas pra mim. Ainda chorando baixinho.
Entendi… pai… eu sou sua… não vou sumir mais…
Eu beijei a testa dela. O gosto de sal das lágrimas.
Boa menina. Agora dorme aqui. Amanhã a gente acorda cedo. A mãe não vai desconfiar de nada.
Ela se aconchegou no meu peito, ainda soluçando um pouco. O cu dela latejando, cheio de porra. A bunda ardendo da surra de palma. Dor e prazer junto, exatamente como ela merecia.
A casa tava quieta. A mãe dormindo do outro lado. O mato lá fora fazendo barulho baixo.
Eu fiquei acordado mais um tempo, sentindo a respiração dela contra meu peito. A Bianca tava quieta agora. Submetida. Minha.
O castigo tinha acabado.
Mas eu sabia que, se ela esquecesse quem mandava, eu ia castigar de novo. No cu, na boca, na buceta. Onde eu quisesse.
Porque menina malvada merece vara do pai.
E eu ia dar toda vez que precisasse.
Fim.
