Caralho, depois de um dia inteiro de trabalho fudido, eu só queria relaxar com um drink e acabei encontrando um cara que me deixou a bucetinha latejando em segundos. Eu sou a Luiza, executiva certinha por fora, mas por dentro uma safada que não aguenta mais fingir. Aquele vestido justo marcando meus peitos firmes e a bundinha redonda chamou a atenção dele rapidinho. Ele se aproximou, alto, moreno, olhos que pareciam querer me comer ali mesmo no bar.
Ele elogiou o vestido de um jeito tão safado que eu senti um calor subindo direto pra minha xoxota. Conversa vai, drink vem, e logo a mão dele já estava subindo pela minha coxa, apertando devagar. Meu corpo respondeu na hora, a bucetinha pulsando de tesão. Beijei ele com fome, língua se enrolando enquanto sentia o pau duro dele roçando na minha perna. Porra, eu precisava daquilo. Precisava de uma foda sem compromisso pra esquecer o cansaço.
Chegamos no apartamento dele e mal fechamos a porta. Ele me prensou contra a parede, beijando com força, mãos explorando cada curva. Tirei o cinto dele e liberei aquela rola grossa e pulsante. Ajoelhei e comecei a mamar gostoso, chupando, lambendo, engolindo fundo enquanto massageava as bolas dele. Ele gemia alto, segurando minha cabeça e ditando o ritmo. Eu estava molhada pra caralho.
Ele me levou pro sofá, abriu minhas pernas e enfiou a língua na minha chaninha encharcada, dois dedos me fodendo enquanto chupava meu clitóris. Eu gemia sem vergonha, peitos sendo apertados e beliscados. Quando eu não aguentei mais, implorei pra ele me comer. Ele vestiu a camisinha e meteu devagar no começo, depois socou fundo, estocadas fortes que faziam eu gritar de prazer.
De quatro, ele me arrombou com vontade, dando tapa na bunda e ainda enfiando o dedo no meu cuzinho. Eu empinava pedindo mais, suada, louca pra gozar. Gozamos juntos numa explosão que me deixou tremendo. Mas não acabou aí. Eu ainda queria mais. Ele me virou, me chupou de novo e depois meteu com força na minha buceta apertada. Depois eu pedi pra ele arrombar meu cuzinho.
Ele lubrificou e entrou devagar, depois meteu fundo, bolas batendo na minha xana enquanto eu gemia feito uma vadia no cio. Quando ele anunciou que ia gozar, eu mandei encher meu cu de porra quente. Senti ele pulsar e jorrar tudo lá dentro, uma sensação avassaladora. Depois ainda limpei a rola dele com a boca, engolindo cada gota que sobrava.
Ainda com tesão, montei nele e quiquei gostoso na pica, rebolando enquanto ele apertava meus peitinhos. Gozei de novo, tremendo inteira, e depois terminei mamando até ele explodir na minha boca mais uma vez. Foi uma noite de pura putaria, corpos suados colidindo sem parar.
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A gente se despediu com um beijo, sabendo que foi só uma noite quente, mas que valeu cada segundo de prazer sem limites. Fiquei com a bucetinha e o cuzinho doloridos de um jeito delicioso, lembrando de cada estocada.
