Contos Erotico

Reencontro com a Trans Mais Safada que Já Fodi na Vida

Caralho, mano, quando entrei naquele barzinho no centro da cidade nunca imaginei que ia dar de cara com a Jéssica de novo. A trans mais puta e gostosa que já cruzei na minha existência. Fazia um tempão que não via aquela vadia, mas porra, ela tava ainda mais tesuda do que antes. Peituda pra caralho, coxas grossas que chamavam atenção de longe e aquele olhar safado que já entregava o jogo na hora.

A gente começou a bater papo, relembrando as putarias antigas enquanto tomava uma gelada. O clima esquentou rápido pra porra. Ela no vestidinho curtinho que mal cobria a bundinha redonda, rebolando no meio do salão ao som de um funk bem safado. Desci com ela pro meio da pista e a Jéssica não perdeu tempo: virou de costas, empinou aquela bunda e começou a sarrar gostoso bem no meu pau. Fiquei duro na hora, imaginando tudo que viria depois.

Saímos dali direto pra casa dela. O apartamento tava montado pra putaria: luz baixa, velas aromáticas e um sonzinho que deixava o clima ainda mais quente. Ela me jogou no sofá, piscou com aquela carinha de putinha e foi se trocar. Quando voltou de lingerie preta rendada, cavada pra mostrar o pacotão, quase gozei só de olhar. A vadia sabia exatamente como me deixar louco.

Começamos a nos pegar pesado. Beijo molhado, mão boba pra todo lado. Ela ajoelhou, abriu minha calça e me chupou com aquela boquinha gulosa que faz qualquer um perder o juízo. Chupava o pau, lambia as bolas e descia fundo sem piedade. Depois fui eu que desci nela, brincando com tudo que ela tinha pra oferecer. O clima tava tão quente que a gente suava e gemia sem parar.

Ela me virou, passou gel na rola dela e me arrombou devagar no começo, depois metendo com força. Eu rebolava como putinho enquanto ela me chamava de safado e segurava minha cintura. Cavalguei aquela pica grossa sentindo cada centímetro me alargar. Os gemidos enchiam o apartamento inteiro até a gente gozar juntos, eu sentindo ela me enchendo todinho enquanto eu explodia de tesão.

Depois da foda marota ainda rolou banho juntos, carícias molhadas e muita risada relembrando as loucuras antigas. Acordei no dia seguinte com café na cozinha e aquele clima gostoso que só quem viveu sabe. contos erotico como esse são perfeitos pra quem curte uma história bem safada e sem frescura.

contos erotico assim me deixam com vontade de repetir a dose toda vez. A putaria foi tão intensa que ainda sinto o corpo dela colado no meu. contos erotico cheios de detalhe quente e sem enrolação são os melhores pra bater uma punheta caprichada ou pra esquentar a noite com a parceira.

contos erotico que misturam reencontro, desejo acumulado e muita sacanagem sem limite são minha fraqueza. Se você curte putaria bem contada, não perde tempo.

Assista agora o vídeo completo dessa foda insana no player abaixo e aproveite cada segundo dessa trans safada dando e recebendo como só ela sabe.

Travesti Peituda do 302 Me Comeu Até Eu Pedir Pra Parar, Porra!

Vou te contar como rolou essa foda insana que aconteceu bem aqui no prédio. Eu sou o Lucas, moro no 303, e a Nayara, aquela travesti gostosa pra caralho que vive no 302, me deixou louco desde o primeiro dia que eu vi ela rebolando aqueles peitos enormes e aquela bunda empinada.

A mina é pura putaria: 25 anos, 1,70 de pura tentação, cabelo preto comprido, olhos verdes que furam a alma e um corpo escultural que faz qualquer pau endurecer na hora. Peituda do jeito que eu gosto, bunduda, com uma rola que sabe exatamente como usar. Eu fui lá pedir um favor simples, internet caiu bem na hora da reunião importante, mas quando entrei no apartamento dela o clima mudou rapidinho. O perfume dela já me deixou com a cabeça girando e o volume na calça denunciando tudo.

Enquanto eu tentava me concentrar no notebook, ela começou a desabotoar a blusa devagar, mostrando aquela pele bronzeada macia e aqueles peitos enormes. “Tá quente pra caralho aqui, né?”, ela disse com aquele sorrisinho safado. Eu tirei a camisa, mostrei o peito definido, e logo ela veio pra cima, mão no meu peito, boca colada na minha. O beijo foi daqueles que já avisa: hoje vai ter porra pra todo lado.

Ela se ajoelhou, pegou meu pau na mão e começou a chupar com vontade, língua dançando na cabeça, mamando gostoso enquanto eu gemia feito um animal. Depois eu retribuí, chupei aquela rola dela com tudo, lambi as bolas, fiz ela se contorcer na cama. A putaria só aumentou quando ela me empinou, enfiou a rola dela no meu cuzinho apertado e me fodeu devagar no começo, depois socando fundo até as bolas. Eu pedia mais, gemendo alto, sentindo cada centímetro me preenchendo.

Trocamos de posição mil vezes: eu comendo ela com o vibrador no cuzinho dela enquanto mamava aquela rola, ela cavalgando meu pau como uma vadia profissional, subindo e descendo sem parar. Gozei na boca dela, ela engoliu tudinho sem perder uma gota. Depois ela gozou na minha boca também, e ainda teve mais uma rodada onde eu meti nela até nós dois explodirmos juntos de novo.

Foi foda pra caralho, suado, gemendo, corpos colados, puro tesão sem freio.Essa travesti peituda do 302 sabe como tirar o melhor de um homem e ainda dar mais prazer do que ele imagina.

contos erotico como esse são perfeitos pra quem curte uma história bem safada e sem frescura. Quando você quer algo que te deixe com o pau latejando, contos erotico assim entregam na veia. Tem contos erotico que te fazem voltar sempre porque a putaria é real e intensa. E claro, contos erotico desse nível merecem ser ouvidos com calma, curtindo cada detalhe quente.

Se você tá afim de ouvir a história completa dessa foda louca entre eu e a Nayara, clica no player do vídeo agora e vem se deliciar com cada gemido e cada socada.

Aproveita, vai.

Fui Arrombado pela Travesti Mais Gostosa da Cidade e Gozei como uma Puta…

Eu tava no boteco trocando ideia com o parceiro quando senti um toque no ombro e era ela, porra. Aquela travesti linda pra caralho, corpo de dar inveja, perfume que acertava na cara e um sorriso safado que já deixou meu pau mexendo na calça. Conversa vai, conversa vem, ela sentou do meu lado, o clima esquentou rapidinho e eu já tava amarradão. Saímos dali direto pro rolê no carro dela, funk batendo alto, mão atrevida no meu joelho e eu sentindo que a noite ia ser da pesada.

Chegamos no apê dela, um luxo só, vinho na mesa, música ambiente e logo ela começou a sarrar em mim como uma vadia profissional. Nunca tinha ficado com uma trans antes, mas confesso que tava curtindo pra caralho aquela vibe. Ela me beijou com aquela boca quente e macia, tirou minha roupa, chupou meu peito com mordidinhas que me arrepiavam inteiro e desceu pra abrir meu cinto. Quando ela abocanhou meu pau, mano, que boca gulosa da porra. Chupava, lambia, engolia fundo e ainda fazia cara de safada olhando nos meus olhos enquanto eu gemia sem controle.

Aí veio o strip dela, lingerie vermelha cavada, volume na calcinha que dava medo. Quando tirei a calcinha, aquela rola avantajada saltou quase batendo no meu queixo e eu fiquei louco. Ela se posicionou, passou gel no meu cuzinho e foi entrando devagar, depois metendo com força, me arrombando gostoso enquanto dava tapas na minha bunda e me chamava de putinho. Eu pedia mais, gemendo feito uma cadela no cio, sentindo cada centímetro daquela pica veia me alargando.

Depois ela me virou, mamou meu pau enquanto se punhetava, subiu em cima e começou a cavalgar com aquela bunda redonda rebolando sem piedade. Eu gozei jorrando dentro dela, porra escorrendo enquanto ela continuava sentando e gemendo rouca de tesão. Ela gozou logo em seguida, jatos de porra voando pra todo lado. Ficamos suados, ofegantes, rindo das safadezas e ainda rolou um banho juntos onde o clima esquentou de novo.

Mais tarde ela me surpreendeu vestida de enfermeira safadona, me deu massagem, beijos pelo corpo inteiro e a gente se perdeu em mais uma foda intensa na cama até amanhecer. Aquela noite foi insana, corpo colado, gemidos ecoando e prazer que eu nunca tinha sentido.

contoserotico como esse deixam qualquer um com o pau duro só de imaginar. contos erotico cheios de putaria sem frescura são os melhores pra bater uma punheta caprichada. Quando o tesão bate forte, nada melhor que contos erotico bem safados pra acompanhar. E se você curte contos erotico bem explícitos, não perde tempo.

Assiste agora o vídeo completo dessa putaria toda e goza junto com a história.

Curiosidade de Casado por Travesti Leva ao Encontro Mais Safado do Ano no Motel Privativo

Eu sou o Marcos, trinta e dois anos, casado com a Ana, morena baixinha de curvas gostosas que trabalha como recepcionista. A gente mora num apê simples num bairro tranquilo, vida normal sabe. Eu sou técnico de UTI, passo o dia consertando computador dos outros e à noite gosto de ficar no meu canto vendo filme ou jogando game. Sexo com a Ana é foda, adoro comer ela, chupar ela até ela gemer alto, mas ultimamente eu tava sentindo um vazio que eu não explicava.

Tudo começou uns meses atrás quando eu tava navegando na internet procurando um pornô pra bater uma enquanto a Ana tava no turno da noite. Eu sempre curti uns sites tipo xvideos e porra, essas paradas, e caí num vídeo que me pegou de jeito. Era uma mina trans loira, alta, corpo perfeito, peitos durinhos e uma bunda que parecia esculpida. Ela tava com um cara moreno fortão e no vídeo ela tava de joelhos chupando o pau dele com uma cara de quem tava amando aquilo. O pau dele era grande, preto lisinho, e ela lambia devagar olhando pra ele antes de engolir tudo.

Eu fiquei hipnotizado mano, não era só a mina, era o pau dele, do jeito que ela mexia a boca que me deixou duro na hora. Baixei o vídeo e salvei no meu HD, uns quinze minutos de pura sacanagem. Nas semanas seguintes eu assistia quase todo dia, batendo uma atrás da outra, gozando forte pra caralho. No começo eu pensava que era por causa dela a loira trans, mas aí um dia caiu a ficha, eu tava olhando mais pro pau dele do que pra ela. Isso me fodeu a cabeça, eu sou hétero porra casado, nunca nem pensei em um homem na vida, mas aquele pau me pegava, eu até lambia os lábios imaginando como seria chupar ele.

Fiquei puto comigo mesmo mano, tipo que merda é essa. Parei de ver o vídeo por uns dias tentando esquecer aquela parada, mas aí sonhei com aquilo, eu chupando um pau, acordando duro e sem dormir mais. Isso me deixou louco, eu tava com raiva, com vergonha, mas o tesão não ia embora. Depois de uma semana voltei pro vídeo batendo uma de novo e admiti pra mim mesmo, eu queria experimentar um pau, nem que fosse só pra tirar isso da cabeça.

Mas como porra, eu não podia sair por aí procurando rola, arriscando minha vida, meu casamento, meu trampo. Tinha que ser discreto seguro. Foi aí que eu lembrei do Craigslist, eu já tinha usado pra vender umas tralhas velhas tipo um sofá que a Ana odiava, mas nunca tinha olhado os anúncios de pessoal. Comecei a fuçar os homem pra homem, vendo como os caras combinavam essas paradas. Tinha de tudo, uns querendo rapidinha no banheiro público, outros pedindo foto do pau logo de cara. Me dava medo mano, parecia perigoso pra caralho, se eu pegasse uma doença, e se me roubassem.

Mas o tesão falava mais alto e eu respondi uns anúncios tipo uns caras casados que pareciam na mesma vibe que eu, curiosos, mas nada sério. Quase ninguém respondia e os que respondiam eram uns brutos querendo chupar e vazar sem nem conversar direito. Eu não tava afim de arriscar minha saúde então coloquei um anúncio, meu casado curioso, quero experimentar com outro casado, tem que ser limpo, fazer teste antes. Ninguém respondeu porra nenhuma. Tentei de novo mudando pra procuro limpo, HIV negativo, e aí vieram umas respostas, mas ninguém topava fazer teste. Eu tava quase desistindo, pensando que era loucura minha, até que vi um anúncio diferente, procuro trans pra trocar experiência, casado discreto, só curiosidade. O cara parecia tranquilo e eu respondi na hora.

Ele me mandou mensagem rápido dizendo que era o Léo, trinta e cinco anos, casado e que já tinha ficado com trans antes, mas nada sério. Perguntou se eu topava encontrar e eu disse que sim, mas não podia não receber em casa. Ele sugeriu um motel baratinho que tinha cabines privativas tipo aquelas com filmes adultos e eu topei. Nunca fiz nada com homem ou trans, mas quero tentar um boquete se rolar, eu escrevi e ele respondeu beleza eu te guio, encontro em uma hora. Meu coração disparou mano, mas eu disse sim.

Cheguei no motel de carro, o estacionamento quase vazio, e fiquei esperando nervoso pra caralho. Uns minutos depois um cara chegou numa moto, estacionou e acenou pra mim. Era o Léo, mais baixo que eu, um e setenta e cinco eu acho, magro, cabelo curto preto, camiseta polo e calça jeans. Ele desceu, me cumprimentou com um aperto de mão firme e vi que ele tava tão tenso quanto eu. E aí Marcos bora, ele perguntou apontando pro motel. Bora eu disse tentando parecer calmo.

Entramos, pagamos a cabine e a mina da recepção uma magrela com cara de quem já viu de tudo nem olhou pra gente direito. A cabine era pequena, luz fraca, uma TV com porno rolando, um sofá encardido e um banheiro no canto. Léo trancou a porta e me olhou sorrindo de leve, relaxa cara, a gente vai no teu tempo, ele disse. E eu senti o coração na boca.

Aí ele me contou que não era ele que eu ia encontrar, eu trouxe uma amiga, a Bia ela é trans, topa te ajudar nessa curiosidade, tá no quarto ao lado, quer conhecer. Eu gelei, mas o tesão falou mais alto. Beleza chama ela, eu disse. E ele saiu rapidinho voltando com a Bia. Mano ela era foda, sei lá um e setenta de altura, cabelo loiro liso até os ombros, pele morena, corpo magro mas com curvas, vestindo um vestido justo vermelho. Oi Marcos prazer, ela disse com voz suave e me deu um sorriso que me deixou sem chão.

A gente sentou no sofá e eles começaram a conversar comigo tipo pra me deixar à vontade. Bia perguntou da minha vida, do meu trampo, da Ana e eu fui abrindo o jogo contando como cheguei ali por causa do vídeo. Então tu quer chupar um pau né, ela falou rindo de leve e eu confirmei vermelho pra caralho. Relaxa eu te mostro como é, ela disse e o Léo ficou do lado só assistindo.

Nesse contos erotico eu senti o tesão misturado com o medo de foder tudo, meu coração batendo na garganta, olhando pra Bia e pro Léo enquanto a TV no fundo rolava um pornô que eu nem prestava atenção.

A Bia tava sentada do meu lado, pernas cruzadas, o vestido vermelho subindo um pouco e mostrando as coxas lisinhas. O Léo tava na outra ponta encostado no braço do sofá me olhando com uma cara de quem sabia que eu tava nervoso pra caralho. Então Marcos como tu quer começar essa parada, a Bia perguntou com aquele tom tranquilo que me deixava mais calmo mesmo com a cabeça a mil.

Sei lá mano eu nunca fiz isso tô curioso mas tô com medo de foder tudo, eu disse esfregando as mãos suadas na calça. Ela riu um som leve que quebrou o gelo, relaxa eu já passei por isso com os caras antes, a gente vai devagar tu manda no ritmo. O Léo assentiu botando a mão no meu ombro é isso aí cara a Bia é de boa ela te guia eu só vim pra te dar um apoio moral mas se tu quiser eu saio. Eu balancei a cabeça rapidão não fica aí tô mais tranquilo com tu por perto.

A gente ficou conversando um tempo tipo pra eu me acostumar com a ideia. A Bia contou que ela era de uma cidade pequena que saiu de casa aos dezoito quando começou a transição e agora aos vinte e seis vivia sozinha fazia uns bicos como maquiadora e às vezes encontrava caras como eu curiosos pra ajudar a descobrir as coisas. Eu gosto de ver um cara hétero se soltando sabe é tipo um poder que eu tenho, ela disse rindo e eu ri junto mesmo ainda sentindo o estômago embrulhado.

O Léo falou um pouco dele também que era casado há sete anos tinha uma filha pequena e que já tinha experimentado umas paradas com trans antes mas nunca com homem. Minha mulher não sabe óbvio mas eu curto essa adrenalina. E tu Marcos como tu esconde isso da tua mina, ele perguntou. Eu suspirei coçando a nuca a Ana trabalha muito de noite eu fico sozinho em casa ela nem desconfia mano mas eu fico com peso na consciência tipo eu amo ela pra caralho mas essa curiosidade tá me comendo vivo.

A Bia botou a mão na minha coxa um toque leve e me olhou nos olhos ó Marcos tu não tá traindo ninguém aqui tu tá só vendo quem tu é sacou se tu curtir beleza se não tu volta pra tua vida normal e pronto. Aquilo me acalmou um pouco e eu senti o calor da mão dela subindo um grau no meu corpo. Valeu Bia então tipo como a gente faz essa parada, eu perguntei.

Ela sorriu se levantando do sofá e ficando na minha frente. Primeiro tu relaxa eu vou te mostrar como é e tu decide se quer ir além. O Léo ficou quieto só assistindo enquanto a Bia começou a mexer no vestido subindo ele devagar até mostrar a calcinha preta que marcava um volume discreto. Meu coração disparou mano era tipo o vídeo que eu via só que real pra caralho.

Nesse contos erotico o tesão tava no auge, eu tava ali pronto pra dar o passo que mudaria tudo, o corpo tremendo de expectativa e o pau duro pra caralho na calça.

Clica no player do vídeo pra ouvir o contos erotico completo dessa aventura que me virou do avesso sem entregar o final mas te garantindo que é puro fogo.

Eu Arrombei a Buceta Inocente da Minha Amiga e Ensinei Ela a Gozar Como Uma Vadia pra Caralho

Eu sou a Aline e eu ensinei minha amiga inocente o que é bom pra caralho nessa vida de putaria. A Ana, minha vizinha de vinte aninhos, sempre teve aquela carinha de santa que não quebra um prato, com cabelos cacheados caindo pelas costas, sorriso tímido mas um olhar curioso que entregava que ela queria descobrir o mundo das delícias safadas. Eu com meus vinte e três anos, mais descolada e vivida, percebi que ela tava precisando de uma ajudinha pra conhecer umas coisas mais apimentadas e quentes da vida, porra.

A gente tomava uma cervejinha na laje, eu falando pra ela relaxar, se soltar e sentir o que a vida tem de bom pra oferecer. Ela ria meio sem jeito, passando a mão nos cabelos, e dizendo que nem sabia por onde começar. Eu dizia deixa comigo Ana, vou te ensinar umas coisas que vão fazer você ver estrelas, caralho, e ela ficava toda vermelhinha mas com os olhinhos brilhando de curiosidade pura.

E aí naquele papo regado a risadas e olhares maliciosos eu sabia que tava plantando uma sementinha da curiosidade na cabeça inocente dela. Era só uma questão de tempo pra ela querer mergulhar de cabeça nessa aventura de tesão sem limites.

Num sábado de lua cheia chamei a Ana pra fazer um esquenta lá em casa à noite. Prometia ser uma noite inesquecível e eu tava toda animada pra ser a professora daquela aula particular de prazer. Ela apareceu com um vestido florido que destacava cada curva do corpo dela e eu não pude evitar de soltar um assobio brincando que tava querendo causar infarto por aí.

Coloquei uma música ambiente dessas que fazem o corpo se mover sem a gente nem perceber e servi umas caipirinhas. A gente começou a dançar meio desengonçadas no começo mas logo o álcool e a vibe foram tomando conta do jeito safado. Eu vi a Ana se soltando, jogando os cabelos e o clima foi esquentando pra caralho, o ar ficando pesado de desejo.

Cheguei mais perto, sussurrei no ouvido dela pra relaxar e seguir meu movimento. Ela me olhou mordendo o lábio inferior e a gente já não tava só dançando. Nossos corpos começaram a falar a mesma língua de tesão, só de toques, olhares e suspiros que faziam a pele arrepiar de vontade.

A vibe tava ficando cada vez mais quente e a timidez da Ana derretia como gelo no sol. Eu guiava as mãos dela, deixando ela explorar e sentir o fogo que tava acendendo. Ela confessou ofegante que nunca tinha feito nada assim e eu disse só se entrega Ana que eu te mostro o caminho pra putaria mais gostosa.

Eu tava pronta pra ensinar tudo que ela precisava saber e a noite virou um festival de prazer e descobertas. O quarto se transformou no nosso cantinho particular onde a gente mergulhou de cabeça nas sensações novas e quentes. Nesse contos erotico eu mostrei pra ela como o corpo pode enlouquecer de tesão quando se solta de verdade.

Eu adorei ser a guia dela nessa jornada, vendo ela se abrir, se entregar e descobrir um lado que ela nem sabia que existia. A Ana tava aprendendo rápido, ficando mais ousada e faminta por mais prazer a cada minuto que passava. Nesse contos erotico a transformação foi linda, da menina tímida pra uma mina pronta pra abraçar o tesão sem medo nenhum.

Depois de horas de gemidos e carícias intensas a gente se deitou exaustas mas com um sorriso de satisfação no rosto. A Ana se sentia outra pessoa, pronta pra mais rodadas de putaria gostosa. Nesse contos erotico a conexão que a gente criou foi de outro mundo, mais que uma noite de sexo, foi algo especial e inesquecível.

A lua iluminando o quarto deixava tudo ainda mais mágico e safado, o suor brilhando na pele dela enquanto a gente se perdia nos toques e beijos que não paravam. Porra, ver ela se soltando foi a melhor parte, o jeito que o corpo dela respondia ao meu ensinamento me deixava louca de tesão também. Nesse contos erotico você vai se deliciar com cada detalhe da minha aula particular.

Ao nascer do sol a gente se abraçou sabendo que algo fundamental tinha mudado pra sempre e estava tudo bem. Ela murmurou obrigada por tudo e eu respondi que foi um prazer pra caralho. E nós duas rimos leves e livres.

Clica no player do vídeo pra ouvir essa história e sentir na pele o tesão dessa noite que mudou tudo.