Caralho, que noite do caralho foi essa. Acabei de contratar uma morena gostosa pra caralho pra trabalhar aqui em casa e desde o primeiro dia ela já chegou rebolando aquele bundão empinado que faz qualquer macho virar a cabeça. Ana Paula tem trinta anos, peitões enormes e uma bunda que balança de um jeito que deixa o pau latejando só de olhar. Eu sou o Bruno, o filho da casa, e meu pai, o Rodrigo, também não tirava os olhos dela.
No primeiro dia ela já apareceu com aquele uniforme apertado pra porra, marcando todas as curvas. Eu não resisti e fiquei olhando descaradamente enquanto ela se abaixava. Ela percebeu, deu um sorrisinho safado e meu coração quase saiu pela boca. Meu pai viu tudo e senti que ele também ficou com o pau duro na hora.
À noite, quando desci pra pegar água na cozinha, lá estava ela sozinha, cortando frutas. A safada me provocou na lata: “Boa noite, patrãozinho. Gostou do que viu mais cedo, gatinho?” Eu mal consegui responder, mas ela não esperou. Agarrou meu pau por cima da calça e começou a apertar. O tesão subiu rápido pra caralho.
De repente meu pai apareceu na porta, viu a cena e em vez de brigar, meteu a mão na cueca e ficou batendo punheta escondido enquanto via ela chupar minha rola com vontade. A vadia mamava gostoso, enfiando fundo na boca quente e molhada. Depois tirou os peitões pra fora e eu abocanhei aqueles mamilos duros enquanto ela esfregava a bucetinha melada.
Meu pai não aguentou mais, entrou na cozinha com o pau duro marcando na calça e a coisa pegou fogo de verdade. Ela se ajoelhou e começou a chupar nós dois, alternando uma rola na outra como quem já tem prática pra caralho. Depois montou em mim, engolindo meu pau na buceta quente e apertada enquanto meu pai preparava o cuzinho dela por trás.
A cozinha virou um puteiro. Ela gemia alto, pedindo pra meter mais forte. Meu pai socou no cu dela sem dó e eu sentia cada estocada enquanto enfiava na bucetinha dela. Gozei dentro dela jorrando leitinho quente e ele encheu a boca da safada com porra grossa. Ela engoliu tudo com gosto.
Mas não parou por aí. Depois de um descanso rápido ela ainda dançou rebolando pra gente, deixou meu pai enfiar a rola entre as nádegas dela enquanto eu chupava aquela xoxota inchada. A putinha rebolava, gemia e pedia mais, completamente louca de tesão.
Foi uma das noites mais intensas que já vivi. Aquela empregada safada transformou nossa casa num puteiro particular e eu ainda quero mais.
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