Contos Erotico

Contos Eróticos — Vi Minha Mãe Lambendo a Rachadinha da Minha Irmã.

Eu moro com minha mãe e minha irmã aqui em São Paulo, num apartamento pequeno no bairro ************. Meu pai é caminhoneiro e quase nunca tá em casa, passa semanas, meses na estrada, volta cansado, come, dorme e some de novo. A gente acostumou a viver os três. Eu trabalho de home office, então fico em casa o dia todo. Foi isso que fez eu começar a ver as coisas que eu via.

Um tempão atrás eu reparei que minha mãe tava diferente com a Laura. Não foi de uma hora pra outra. Começou com uns abraços mais longos na cozinha, minha mãe chegando por trás e apertando a cintura dela. Depois foi a roupa. Minha mãe começou a falar que tava calor pra caralho e que short curto era melhor, que ia refrescar. Comprava short bem colado pra Laura, aqueles que sobem na bunda e marcam tudo. Laura reclamava às vezes, falava que tava muito curto, que a gente via a rachadinha, mas usava mesmo assim. Minha mãe olhava ela de cima a baixo quando ela entrava na sala e sorria de um jeito que eu nunca tinha visto.

Eu tava no sofá um dia, fingindo mexer no celular, e vi minha mãe chamar Laura pra perto da geladeira. Falou que o short tava torto atrás e foi lá ajustar. Passou a mão na bunda da Laura por baixo do tecido, apertou as duas nádegas devagar, como se fosse brincadeira. A mão ficou ali mais tempo do que precisava. Depois subiu pela frente, entre as pernas, e fez uns movimentos circulares por cima do short, como se tava tirando casquinha. Laura abriu as pernas um pouco sem querer e eu vi a mancha úmida aparecendo no meio. Uma babinha escorria, molhando o pano fino. Minha mãe tirou a mão e cheirou os dedos, disfarçando que tava cheirando o próprio cabelo. Mas eu vi. E vi ela morder o lábio inferior enquanto olhava pra baixo, pra onde o short marcava a rachadinha da Laura.

Naquela noite eu fui pro quarto e bati punheta pensando nisso. O pau tava duro o tempo todo. O cheiro da casa tava normal, mas na minha cabeça era tudo misturado com o cheiro que eu imaginava da buceta da Laura, forte, doce, surreal.

Aí foi virando todo dia. No sofá assistindo tv, minha mãe sentava no meio. Uma mão no colo dela, depois os dedos subindo pela coxa devagar. Eu via o dedo dela fazer círculo bem onde ficava o clitóris, por cima do short. Laura se remexia, gemia baixo, abria mais as pernas. O short ficava molhado. Minha mãe às vezes tirava a mão e passava no nariz, cheirando. Laura se engraçanhava depois, ficava inquieta, ia pro quarto e eu ouvia barulhinho de cama rangendo baixo. Eu sabia o que ela tava fazendo.

Minha mãe pegava os peitos também. Laura usava regatinha fina em casa, sem sutiã. Minha mãe ia lá e “arrumava” a alça, mas a mão ficava apertando o peito por baixo da roupa, dedando o mamilo devagar. Laura fechava os olhos e deixava. Às vezes minha mãe levantava a regata um pouco e passava a mão na barriga, subindo, apertando os dois peitos. Os mamilos da Laura endureciam. Minha mãe olhava pra baixo, pro short aberto, e mordia o canto da boca de novo. O olhar dela era diferente, faminto. Laura percebia, corava, mas sorria de lado e abria mais as pernas.

Eu comecei a espiar de propósito. Fingia que tava dormindo no sofá ou ia pro corredor e parava. Uma vez vi as duas no quarto, porta entreaberta. Minha mãe tava ajudando Laura a trocar. Laura pelada da cintura pra cima, minha mãe passando a mão nos peitos dela, apertando, massageando devagar. Depois a mão desceu pro meio das pernas e começou a dedar ela em pé. Os dedos entravam e saíam molhados. O cheiro chegou até o corredor, forte, doce e almiscarado. Eu quase gozei ali mesmo. Fui pro meu quarto e bati três vezes seguidas.

Os meses foram assim. Eu tava ficando obcecado. Toda noite no quarto eu pensava no que via. Imaginava o gosto do mel da Laura, o jeito que minha mãe lambia os dedos depois. Meu pau ficava duro o tempo todo em casa. Eu tinha que ir pro banheiro ou pro quarto várias vezes por dia pra bater uma. Quanto mais eu via, mais eu queria ver. Comecei a deixar a porta do meu quarto aberta de noite pra ouvir os gemidinhos que vinham do quarto delas.

Aí veio o dia que eu vi as duas saindo do banho. Eu tinha ido comprar pão e voltei mais cedo. A porta do banheiro tava entreaberta. Elas saíram só de toalha. A toalha da Laura tava frouxa, quase caindo, e minha mãe tava por trás, abraçando ela, com as mãos por baixo da toalha apertando os peitos. Laura tava rindo baixo e se mexendo. Minha mãe falou que ela tava toda molhada ainda e passou a mão entre as pernas dela por baixo da toalha. Eu vi os dedos mexendo. Laura gemeu e se encostou na mãe. Elas n me viram. Eu entrei no quarto rápido, com o pau latejando dentro da calça.

Naquela noite eu n dormi. Fiquei rodando na cama, imaginando o que tinha rolado dentro do box. No outro dia eu planejei. Disse que ia sair com uns amigos, mas fiquei em casa. Quando ouvi elas entrando no banheiro juntas, eu esperei e saí no corredor. A porta tinha uma fresta grande na lateral por causa da fechadura velha. Eu me agachei e espiei.

O que eu vi me deixou endoidado de verdade.

As duas peladas dentro do box, água quente caindo. Minha mãe por trás da Laura, ensaboando o corpo dela devagar. As mãos grandes dela passavam nos peitos da Laura, apertando forte os mamilos, fazendo ela gemer baixo. Depois desceu pro meio das pernas. Abriu as pernas da Laura com o joelho e meteu dois dedos na buceta dela. Eu via os dedos entrando e saindo, a babinha da Laura escorrendo pela coxa, grossa, gosmenta, misturando com a espuma. O cheiro subiu até a fresta, forte pra caralho, doce e salgado ao mesmo tempo, surreal. Minha mãe se ajoelhou no chão molhado, virou Laura de frente, abriu mais as pernas e começou a lamber a buceta dela devagar. Lambia toda a rachadinha, chupava o clitóris inchado, metia a língua fundo. Laura segurava na cabeça da minha mãe, se mexendo, gemendo mais alto. Eu via mais mel escorrendo, caindo na boca da minha mãe. Laura gozou tremendo as pernas, quase caindo, e minha mãe segurou ela pela bunda, apertando forte, lambendo tudo até limpar. Depois se levantou, beijou Laura na boca, as duas peladas se abraçando, as mãos da minha mãe ainda dedando devagar a buceta da Laura.

Eu tava com o pau pra fora da calça, batendo sem nem perceber direito. O pré-gozo escorrendo pela mão. Meu coração batia tão forte que eu achei que elas iam ouvir. Eu gozei forte, jato atrás de jato na parede do corredor, mas continuei olhando até elas terminarem e saírem. Meu pau continuou duro mesmo depois. Eu tava endoidado. N conseguia pensar em mais nada. Só na cena, no cheiro, no jeito que minha mãe tratava minha irmã como se fosse dela.

No dia seguinte eu n aguentei. Confrontei as duas na sala. Falei alto que eu tinha visto tudo, que tava rolando fazia meses, que eu via as mãos, as dedadas, os olhares, e agora o banho. Perguntei o que porra era aquilo, se elas tavam loucas, o que meu pai ia achar se soubesse. Minha mãe ficou quieta no começo, olhando pra mim. Laura corou forte e olhou pro chão. A voz dela tremeu quando falou que era só entre elas. Eu continuei falando, puto, excitado, o pau endurecendo de novo só de lembrar. A briga começou ali, voz alta, elas tentando explicar que n tinha nada a ver comigo. Mas eu sentia que as coisas iam mudar de um jeito que eu n esperava.

A briga ficou uns vinte minutos na sala. Eu falando alto, repetindo que tinha visto tudo, que tava rolando fazia tempo, que eu via as mãos dela na Laura, as dedadas, o jeito que ela olhava a rachadinha quando a Laura sentava de perna aberta. Minha mãe ficou calma a maior parte do tempo. Falou que era coisa entre ela e a Laura, que n tinha nada a ver comigo, que meu pai nunca podia saber e que se eu quisesse continuar morando ali tinha que aceitar e ficar quieto. Laura tava no canto do sofá, corada, olhando pro chão. Falou baixo que gostava, que fazia ela se sentir bem, que n era pra eu ficar puto. Eu respondi que era nojento, que era minha mãe e minha irmã, mas no fundo meu pau tava duro dentro do short e eu acho que ela percebeu. Minha mãe olhou pra baixo uma vez, pro volume, e depois olhou pra minha cara de novo sem dizer nada.

A briga terminou sem ninguém gritar mais. Minha mãe disse que o assunto tava encerrado, que a gente ia continuar vivendo normal, que meu pai ia voltar em duas semanas e a gente tinha que agir como sempre. Laura foi pro quarto primeiro. Eu fiquei na sala com minha mãe. Ela me olhou e falou que eu podia ficar puto o quanto quisesse, mas que o que rolava entre ela e a Laura ia continuar. Falou que se eu quisesse espiar de novo podia, mas que n ia interferir. Eu n respondi. Fui pro meu quarto e bati punheta duas vezes pensando na cena do banho, na babinha escorrendo pela coxa da Laura, no cheiro que subiu até a fresta. Gozei forte, mas depois fiquei com raiva de mim mesmo.

Os dias seguintes foram estranhos pra caralho. Todo mundo quieto em casa. Eu trabalhava no quarto, saía só pra comer. Minha mãe fazia comida normal, falava sobre coisas do dia a dia como se nada tivesse acontecido. Laura evitava olhar pra mim. Mas eu via que entre elas mudou. Minha mãe passou a tocar mais na Laura na minha frente, como se estivesse testando. Tipo na cozinha, quando a Laura tava lavando louça, minha mãe chegava por trás, abraçava e passava a mão por baixo da regata, apertava o peito devagar. Laura parava o que tava fazendo, inclinava a cabeça um pouco pra trás, deixava. Eu via do corredor e ficava duro na hora. Minha mãe olhava pra mim às vezes enquanto fazia isso, como se quisesse ver minha reação.

Uma noite, umas duas semanas depois da briga, eu tava deitado no quarto com a porta entreaberta e ouvi barulho no banheiro. A porta tava mais aberta que antes. Eu levantei e fui olhar. Elas tavam no box de novo. Não foi igual da outra vez. Minha mãe ensaboou o corpo da Laura devagar, passou as mãos nos peitos, apertou os mamilos, desceu pro meio das pernas e dedou ela por uns minutos. Laura se encostou na parede, gemeu baixo, abriu mais as pernas. A babinha escorreu de novo, grossa, caindo no chão do box misturada com água. Minha mãe n lambeu dessa vez. Só dedou até a Laura gozar tremendo, segurou ela pela cintura e depois beijou o pescoço dela. Eu bati punheta no corredor de novo, gozei na mão e limpei no short. Quando voltei pro quarto fiquei pensando que elas sabiam que eu tava olhando. A porta tava mais aberta de propósito.

O clima em casa foi mudando devagar. Não foi de repente. Meu pai voltou por uns dias, ficou em casa, a gente fingiu normal. Ele n percebeu nada. Saía de novo e as coisas voltaram. Minha mãe começou a deixar a porta do quarto delas entreaberta de noite. Eu ouvia os gemidos baixos, o rangido da cama. Uma vez fui olhar e vi minha mãe por cima da Laura, as duas peladas, minha mãe esfregando a buceta na dela devagar, as duas molhadas. O cheiro saía pro corredor. Eu fiquei lá uns dez minutos, pau na mão, batendo devagar pra n gozar rápido. Quando minha mãe gozou ela mordeu o ombro da Laura e depois olhou pro corredor, direto pra onde eu tava. N falou nada. Só sorriu de lado e continuou.

Eu tava confuso pra porra. Por um lado ainda achava errado, pensava no meu pai, pensava que era minha família. Por outro lado n conseguia parar de olhar, de bater punheta pensando nisso. Comecei a roubar calcinha da Laura do cesto de roupa suja, cheirar enquanto batia uma. O cheiro era forte, almiscarado, surreal. Gozava na calcinha e devolvia pro cesto. Laura deve ter percebido porque uma vez eu vi ela olhando pro cesto e sorrindo sozinha.

Os meses foram passando assim. O verão em São Paulo ajudava, todo mundo suado, roupa colando no corpo. Minha mãe começou a andar de short curto também em casa, sem sutiã. Os peitos balançavam quando ela andava. Laura usava regatinha e short que mal cobria a bunda. Eu via as duas se olhando o tempo todo. Minha mãe passava a mão na bunda da Laura na frente da tv, dedava por cima do short enquanto a gente assistia novela. Laura abria as pernas, deixava. Às vezes minha mãe olhava pra mim e falava “tá gostando de ver, né?”. Eu n respondia. Ficava quieto, pau duro, esperando elas irem pro banho ou pro quarto.

Algum tempo depois da briga, minha mãe me chamou na sala depois que a Laura foi dormir. Sentou do meu lado no sofá e falou direto. Disse que eu tava batendo punheta toda hora pensando nelas, que ela via o volume no short, que eu tinha gozado no corredor várias vezes. Falou que se eu quisesse podia assistir mais perto, sem precisar espiar pela fresta. Que a Laura tava de acordo. Eu fiquei sem graça, coração batendo forte. Falei que n sabia, que ainda achava estranho. Ela riu baixo e passou a mão na minha coxa, subiu devagar até quase o pau. Parou ali e falou que eu podia decidir quando quisesse, que n ia forçar. Depois foi pro quarto.

Eu passei a noite em claro. No dia seguinte, de manhã, minha mãe e a Laura tavam na cozinha. Laura de short curto, regatinha. Minha mãe por trás dela, mão na frente, dedando devagar por cima do short. Laura gemia baixo, se remexia. Minha mãe olhou pra mim e falou “hoje você vai assistir de perto se quiser”. Eu n saí do lugar. Fiquei na porta da cozinha vendo. Minha mãe puxou o short da Laura pro lado, meteu dois dedos na buceta dela e dedou devagar, bem na minha frente. A babinha escorreu pela coxa da Laura. O cheiro subiu forte. Laura olhou pra mim, corada, mas n pediu pra parar. Gozou tremendo, segurando na pia. Minha mãe tirou os dedos, lambeu um, e ofereceu o outro pra mim. Eu n cheguei perto. Só fiquei olhando.

Depois disso o clima mudou mais. Elas pararam de esconder. Minha mãe passou a me chamar quando ia dedar a Laura no sofá. Eu sentava na poltrona do lado, assistia. Às vezes batia uma enquanto via. Elas n ligavam. Laura gozava mais fácil quando eu tava olhando. Uma vez minha mãe fez ela se ajoelhar no chão e chupar os peitos dela enquanto eu via. O barulhinho molhado da boca da Laura, o gemido baixo. Eu gozei na mão de novo.

Os meses foram passando. Meu pai voltou mais uma vez, ficou uma semana, nada aconteceu. Quando ele saiu de novo minha mãe falou que agora a gente podia ser mais livre. Começou a deixar eu participar um pouco. Tipo segurar a perna da Laura enquanto ela dedava. Ou cheirar a mão dela depois. Eu ainda n tinha tocado em ninguém, só via e batia punheta. Mas o pau tava sempre duro em casa. Eu tava viciado naquilo.

Foi assim que os meses foram. Devagar, sem pressa. A briga inicial virou uma coisa estranha que a gente n falava mais. A casa ficou com cheiro de sexo quase todo dia. Eu parava de trabalhar no meio da tarde porque via as duas no sofá e n conseguia me concentrar. Meu pai ligava de vez em quando, perguntava como tava todo mundo. A gente falava que tava tudo bem.

Os dias depois da cozinha foram diferentes. Eu ainda n tinha tocado em ninguém, mas minha mãe começou a me chamar mais pra perto. Tipo no sofá à noite, depois que a Laura tomava banho. Ela sentava a Laura no meio e me chamava pra sentar do outro lado. Passava a mão na coxa da Laura, dedava devagar por cima do short, e olhava pra mim. Falava “vai, toca nela também”. Eu ficava duro na hora. A primeira vez eu n fiz. Só olhei. Mas no outro dia eu estiquei a mão devagar. Toquei a coxa da Laura por cima do short. Ela tava quente, suada do calor de São Paulo. Meu dedo subiu sozinho até o meio das pernas. Senti o short molhado. A babinha já escorria um pouco. Minha mãe segurou meu pulso e guiou o dedo, fazendo círculo devagar onde ficava o clitóris. Laura abriu mais as pernas e gemeu baixo. Eu senti o pano encharcar mais. O cheiro subiu forte, doce e forte ao mesmo tempo. Minha mãe falou “sente como ela tá molhada pra você”. Eu continuei dedando devagar, sentindo a rachadinha por cima do tecido. Laura gozou tremendo um pouco, segurando na minha mão. Depois minha mãe tirou meu dedo e cheirou, depois lambeu. Ofereceu pra mim de novo. Dessa vez eu cheirei. O cheiro era surreal, forte, me deu vontade de lamber também. Eu lambi o dedo. O gosto era salgado, forte, diferente de tudo que eu já tinha sentido.

A partir daí foi ficando mais fácil. Eu comecei a participar mais. Não todo dia, mas várias vezes por semana. Minha mãe mandava eu tirar o short da Laura, abria as pernas dela e falava pra eu dedar direito. Eu metia dois dedos devagar, sentia a buceta apertar, a babinha escorrer pela minha mão. Laura gemia mais alto quando eu fazia. Minha mãe assistia, às vezes beijava a Laura na boca, apertava os peitos dela enquanto eu dedava. Uma noite ela me falou pra lamber. Eu fiquei sem graça no começo, coração batendo forte. Mas cheguei perto, abri as pernas da Laura mais e lambi devagar. O gosto era forte, o cheiro me deixou louco. Eu lambi a rachadinha toda, chupando o clitóris como minha mãe tinha feito no banho. Laura segurou na minha cabeça, se mexeu, gozou na minha boca. A porra gosmenta escorreu, eu lambi tudo. Minha mãe ficou olhando e sorriu. Falou que eu tava aprendendo rápido.

Meu pau ficava duro o tempo todo. Eu batia menos punheta sozinho porque agora tinha isso. Mas ainda rolava. Uma noite minha mãe viu eu batendo no quarto, porta aberta. Ela entrou sem bater, sentou na cama e falou “deixa eu ajudar”. Segurou meu pau com a mão dela, quente e macia, e masturbou devagar. Olhou pra mim o tempo todo. Falou que eu tava grande, que ia caber fácil na Laura. Eu gozei rápido, jato forte na mão dela. Ela lambeu a porra gosmenta e saiu do quarto sem falar mais nada.

Os meses foram passando assim. Meu pai ligava de vez em quando, falava que tava tudo bem com a gente. A gente respondia normal. Quando ele voltava a gente parava tudo, fingia família normal. Depois que ele saía de novo voltava tudo. A casa cheirava a sexo quase todo dia. Minha mãe deixou de usar short em casa às vezes, ficava de calcinha e regata. Eu via a rachadinha marcando na calcinha fina. Ela pegava minha mão e colocava entre as pernas dela também. Eu dedava minha mãe enquanto a Laura assistia. A buceta dela era diferente, mais peluda, mais quente. O mel escorria mais grosso. Ela gozava apertando minha mão, falando baixo “isso, filho, assim”.

Uma noite, algum tempo depois da briga, minha mãe falou que era hora de eu foder a Laura. Eu fiquei nervoso pra caralho. Falei que n sabia se ia conseguir, que tava com medo de gozar rápido. Ela riu e falou que ia ajudar. Preparou tudo. Pôs a Laura de quatro no sofá, short pro lado, buceta exposta. Falou pra eu lamber primeiro pra deixar bem molhada. Eu fiz. Lambi devagar, sentindo o gosto forte, a babinha escorrendo na minha língua. Depois minha mãe segurou meu pau e guiou pra dentro. Entrou fácil, quente pra porra, apertado. Eu comecei a mexer devagar. Laura gemeu alto, empurrou o quadril pra trás. Minha mãe ficou do lado, beijando a Laura, apertando os peitos dela, falando “vai, mete nela, ela gosta”. Eu meti mais rápido, sentindo a buceta apertar meu pau. Gozei rápido, em menos de um minuto, jorrando dentro. A porra gosmenta escorreu quando eu tirei. Minha mãe lambeu tudo, limpou a buceta da Laura e depois meu pau. Disse que da próxima vez eu ia durar mais.

Eu durei mais nas vezes seguintes. A gente fazia quase todo dia quando meu pai tava fora. Minha mãe me ensinava posições, falava pra eu variar o ritmo, pra segurar a Laura pela cintura e meter fundo. Eu via a babinha escorrer pela coxa dela toda vez. O cheiro da sala ficava forte depois. Às vezes minha mãe sentava na cara da Laura enquanto eu fodia ela. Eu via a buceta da minha mãe sendo chupada bem na minha frente. O barulho molhado, os gemidos. Eu gozava dentro da Laura e minha mãe tirava meu pau e chupava o resto.

Mas nem tudo foi perfeito. Teve dia que eu fiquei com culpa forte. Tipo depois que meu pai ligou uma noite e falou que sentia saudade da gente. Eu fiquei quieto no quarto depois, pensando que era errado pra caralho. Mas no outro dia via as duas de short curto, suadas do calor, e o pau endurecia de novo. N conseguia resistir. Uma vez eu falei com minha mãe que tava confuso. Ela sentou comigo e falou que era só sexo, que n mudava nada da família, que meu pai nunca ia saber. Falou que a Laura gostava de mim também, que era melhor assim do que ela procurando fora. Eu acreditei um pouco. Continuei.

Os meses foram indo. Eu comecei a foder minha mãe também. Foi ela que pediu. Uma noite, depois de eu gozar na Laura, ela se deitou de costas, abriu as pernas e falou “agora vem”. A buceta dela era mais apertada que eu imaginava. Eu meti devagar, sentindo ela apertar. Ela gemia diferente da Laura, mais rouco. Segurava na minha bunda e puxava pra eu meter mais forte. Gozei dentro dela também. Depois as duas me limparam com a boca, uma chupando meu pau, a outra lambendo as bolas. O cheiro das duas misturado era surreal.

A gente parou de esconder tanto. Minha mãe deixou eu dormir no quarto delas algumas noites. A gente transava até tarde, eu revezando entre as duas. Laura gostava quando eu metia nela por trás, segurava o cabelo dela. Minha mãe gostava de sentar em cima e rebolar devagar, olhando pra mim. Eu gozava dentro das duas, via a porra escorrer e elas limparem uma à outra. Depois a gente dormia junto, suado, cheirando a sexo.

Meu pai voltou mais duas vezes. A gente parava tudo, arrumava a casa, fingia normal. Quando ele saía o cheiro voltava em dois dias. A casa ficou com cheiro permanente de buceta e porra. Eu tava viciado. N conseguia pensar em outra coisa. Trabalhava pouco, passava o dia esperando a hora de foder elas.

Foi assim que os meses foram. Devagar no começo, depois mais intenso. Eu ainda tinha momento de “isso é loucura”, mas o pau falava mais alto. Minha mãe controlava tudo, decidia quando e como. Laura deixava, gostava. Eu só seguia.

Os meses seguintes foram mais intensos. A gente parou de contar o tempo. Eu tava fudendo minha mãe e minha irmã quase todo dia quando meu pai tava na estrada. A casa virou um lugar onde a gente transava em qualquer hora. De manhã, no sofá, minha mãe sentava em mim enquanto a Laura chupava meus mamilos. De tarde, no quarto delas, eu metia na Laura por trás enquanto minha mãe segurava a cabeça dela e falava pra ela engolir tudo quando eu gozasse. De noite, as três na cama, eu revezando entre as duas bucetas. O cheiro nunca saía mais. A gente transpirava, gozava, e o lençol ficava encharcado. Minha mãe lavava tudo no dia seguinte como se fosse roupa normal.

Eu aprendi a durar mais. Minha mãe ensinava. Falava pra eu parar quando tava perto, respirar, meter devagar de novo. Uma noite ela pôs a Laura deitada de costas, abriu as pernas dela bem abertas e mandou eu foder devagar, só a cabeça entrando e saindo. A babinha da Laura escorria toda hora, gosmenta, caindo no cu dela. Eu via o buraco piscando enquanto eu metia. Minha mãe lambeu ali também, chupou o cu da Laura enquanto eu fodia a buceta. O barulho era molhado pra caralho. Laura gozou gritando baixo, apertando meu pau. Eu gozei dentro, a porra vazou grossa quando eu tirei. Minha mãe lambeu tudo, dividiu com a Laura na boca, as duas se beijando com minha porra gosmenta escorrendo entre os lábios.

Teve noite que a gente usou brinquedo também. Minha mãe comprou um vibrador pequeno, daqueles que vibra forte. Pôs na Laura enquanto eu metia nela. A Laura tremia toda, gozava rápido, a buceta apertando meu pau e o vibrador ao mesmo tempo. O cheiro ficava mais forte ainda, doce e almiscarado misturado. Eu gozava olhando aquilo. Outra vez minha mãe pôs o vibrador no meu cu enquanto eu fodia a Laura. Eu gozei tão forte que quase desmaiei. A porra jorrou dentro da Laura e escorreu pra fora enquanto meu cu apertava o vibrador.

Meu pai quase pegou a gente uma vez. Voltou mais cedo de uma viagem, sem avisar. Chegou em casa por volta das dez da noite. A gente tava no quarto delas, porta fechada. Eu tava metendo na minha mãe, ela de quatro, a Laura por baixo chupando a buceta dela enquanto eu metia. A porta do apartamento abriu. Meu pai chamou “oi, cheguei”. A gente parou tudo na hora. Meu pau saiu da buceta da minha mãe com um barulho molhado. A porra escorreu pela coxa dela. A gente se vestiu rápido, abriu a janela pra ventilar, passou perfume no quarto. Eu fui pro meu quarto, lavei o pau no banheiro. Meu pai n percebeu nada. Falou que tava cansado da estrada, comeu alguma coisa e foi dormir. A gente ficou no quarto das duas até ele dormir, depois voltou a foder baixinho, com medo de fazer barulho. O coração batia forte, mas o pau ficou duro do mesmo jeito. A adrenalina deixou tudo mais gostoso.

Depois disso a gente ficou mais cuidadoso. Minha mãe colocava uma toalha na porta do quarto quando a gente ia transar, pra abafar o som. Mas a gente n parou. Era viciante demais. Eu comecei a foder minha mãe no cu também. Foi ela que pediu. Falou que queria sentir meu pau ali. A gente usou bastante lubrificante. Eu meti devagar, ela gemia rouco, apertava o travesseiro. A Laura assistia, dedava a própria buceta enquanto via. Quando eu gozei no cu da minha mãe, a porra vazou grossa, branca. A Laura lambeu tudo, chupou meu pau depois, limpando a gosma. O cheiro era forte, de sexo e suor. A gente dormiu junto depois, suado, a bunda da minha mãe escorrendo porra no lençol.

Os meses viraram mais de um ano assim. Meu pai continuava viajando. A gente vivia normal na frente dele. Quando ele tava em casa a gente fingia família comum. Ele n desconfiava de nada. Ligava do meio da estrada, perguntava se tava tudo bem. A gente falava que sim. Depois que ele desligava minha mãe já tava tirando a roupa, chamando a gente pro quarto. A Laura se acostumou a sentar na minha cara enquanto minha mãe chupava meu pau. Eu lambia a buceta dela devagar, sentia a babinha escorrer na minha língua, o cheiro me deixando louco. Gozava na boca da minha mãe e ela dividia com a Laura.

Teve um período que a gente quase parou. Eu fiquei com culpa forte depois de um feriado que meu pai passou inteiro em casa. Fiquei pensando que era errado, que a gente tava traindo ele. Falei com minha mãe. Ela sentou comigo na sala, falou que entendia, que se eu quisesse parar ela respeitava. Mas no outro dia ela tava de short curto de novo, suada, a rachadinha marcando. Passou a mão na minha coxa enquanto a Laura tava no banho. Eu endureci na hora. A gente fodeu no sofá antes da Laura sair do banho. Depois a Laura entrou na sala e viu a gente. Sorriu e tirou a toalha. Voltou tudo.

Agora é assim. A gente transa quase todo dia que meu pai tá fora. Eu fodo as duas, elas me chupam junto, a gente goza um no outro. Minha mãe controla o ritmo, decide se vai ser devagar ou forte. A Laura gosta quando eu meto fundo e seguro o quadril dela. Eu gosto quando as duas ficam de quatro lado a lado e eu revezo entre as duas bucetas. O cheiro da casa é permanente. A gente abre janela, passa pano, mas volta em horas. Meu pai n percebe. Ele chega cansado, come, dorme, vai embora de novo.

Eu n sinto mais tanta culpa. Ainda penso às vezes que é loucura, que se alguém soubesse seria o fim. Mas o pau fala mais alto. Toda vez que vejo minha mãe ou a Laura de roupa curta em casa, suada do calor de São Paulo, eu fico duro. Elas percebem. Minha mãe sorri de lado e fala “já tá querendo de novo?”. A Laura abre as pernas no sofá sem nem disfarçar. A gente vai pro quarto ou fode ali mesmo, com a tv ligada pra abafar o som.

É isso que virou a nossa vida. Meu pai nunca soube, nunca vai saber. A gente mantém o segredo. Os meses passaram e a gente continua. Eu acordo duro, fodo uma delas antes de trabalhar, às vezes as duas. De noite a gente se junta de novo. O cheiro, o gosto, o barulho molhado viraram normal. Eu n imagino mais viver de outro jeito. É errado pra caralho. Mas depois de tanto tempo, já não parecia mais uma escolha. Só um segredo que a gente aprendeu a manter

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