Fala sério, porra. Eu sou aquele filho da puta safado que ninguém nota na rua, magrelo, desleixado, cara de quem só quer mijar. Mas por dentro eu sou um punheteiro nato, daqueles que transformam qualquer banheiro público fedido num puteiro particular só pra bater uma punheta bem safada.
Todo fim de semana eu pego o busão pra capital só pra invadir o banheiro do terminal Tietê. Aquele lugar imundo, com cheiro forte de mijo velho, azulejo rachado, chão molhado e paredes rabiscadas de pica e telefone de viado. Caralho, só de entrar ali meu pau já acorda latejando dentro da cueca samba-canção. O tesão vem do proibido, do sujo, do errado pra cacete.
Chego cedo, sento na cabine do fundo, baixo a calça até o joelho e tiro minha rola de dezessete centímetros pra fora. Já tá meia bomba só com o cheiro de merda mal lavada e picha seca nas paredes. Jogo lubrificante na mão, começo a esfregar devagar, sentindo ela pulsar quente e melada. Fecho os olhos e deixo a imaginação correr solta enquanto o movimento do banheiro vai e vem lá fora.
Bato punheta ouvindo o barulho molhado do gel, apertando as bolas e gemendo baixinho. De vez em quando alguém bate na porta e eu rosno “tá ocupado, porra” sem parar de masturbar. O tesão de estar ali no meio de um monte de macho desconhecido me deixa louco. Meu cu pisca, o pau incha, mas hoje eu tô só no modo punheta mesmo.
Aí eu ouço passos parando bem na frente da cabine. Olho pelo buraco improvisado na porta e vejo a sombra. O cara tá ali, parado, olhando. Meu coração dispara, meu cacete dá um pulo na mão. Eu sei que ele tá me espiando bater uma. Levanto o pé, dou um sinal leve na porta e o safado não vai embora. Escuto ele mexendo na calça do outro lado.
Aumentei o ritmo, batendo mais forte de propósito pra ele ouvir o som da pele molhada. Imaginei ele tirando a rola grossa e melada ali fora. Meu saco subiu, as pernas tremeram e o orgasmo veio como um soco. Gozei pra porra toda, jatos grossos voando na porta, no chão e no vaso enquanto eu gemia alto demais. O cara do outro lado soltou um “puta merda” abafado antes de sair correndo.
Fiquei ali ofegante, pau ainda pingando, coração na boca, limpando a bagunça com lenço umedecido. Saí do banheiro com aquele cheiro de porra misturado com mijo no ar e um sorriso safado no canto da boca.
Esse foi só o começo da sacanagem imunda.
Contos erotico como esse aqui são feitos pra deixar qualquer um com a rola na mão.
Se você curte putaria pesada de banheiro público, clica no player do vídeo agora e vem gozar comigo nessa delícia. A putaria continua ainda mais forte.
Beijos safados.

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