Fala galera, aqui é o Caio contando mais uma foda insana que rolou de verdade. Era um dia daqueles de sol rachando, eu suando pra caralho e resolvi dar um pulo no apê do meu irmão Jorge pra bater papo. Cheguei lá, o cara ainda não tinha aparecido, mas quem me recebeu foi a Carol, a filha dele, só de blusão folgado, sem nada por baixo, parecendo que não esperava visita nenhuma.
A mina tava com um jeito meio distante no começo, mas logo percebi que ela tinha crescido pra caralho, virado uma gostosa da porra, toda mulherzinha com aquele corpo jovem e provocante. Sentei no sofá, ela trouxe água, sentou mais perto e cruzou as pernas de um jeito que o blusão subiu, mostrando a bucetinha depilada e aqueles peitos durinhos. Tentei não olhar, mas era foda resistir.
A conversa foi esquentando rápido. Ela perguntou das minhas namoradas, eu falei da vida de solteiro complicada, e logo a Carol tava se inclinando pra frente, o decote abrindo e revelando aqueles peitinhos perfeitos. O clima ficou pesado, cheio de tesão no ar. Ela confessou que pensava em coisas que só o pai dela sabia fazer, mas parecia querer mais. Quando menos esperava, a safada se aproximou, tocou minha mão e soltou: “E se a gente nem quiser saber de limites, tio?”
Meu pau já tava latejando dentro da calça. Antes que eu pudesse pensar direito, a Carol me beijou com fome, depois tirou o blusão e ficou completamente pelada na minha frente, a pele morena brilhando, bucetinha molhada e pronta. Sentou no meu colo, esfregou aquela xota quente no meu pau duro e sussurrou que queria me sentir dentro dela. Eu agarrei aqueles seios firmes, chupei, lambi, dedei até ela gozar gritando no meu dedo.
Depois a putinha mamou meu pau com vontade, engasgando no tamanho mas não parando, olhos lacrimejando de tesão enquanto me chupava como uma vadia faminta. Eu retribuí comendo aquela bucetinha melada com a língua até ela tremer de novo. Mas o que ela realmente queria era no cuzinho. Virei a Carol de quatro, empinei aquela bundinha redonda e meti devagar no cu apertado dela. A safada gemia “vai com calma tio”, mas logo implorava pra eu socar mais forte, chamando de “fode sua sobrinha putinha”.
Eu meti sem dó, alargando aquele cuzinho virgem enquanto ela gritava de prazer, pedindo pra eu enterrar tudo. Troquei de posição, fiz ela mamar de novo o pau que tinha acabado de sair do cu dela, depois voltei a comer o rabinho com força bruta até nós dois gozarmos juntos, eu enchendo o cuzinho dela de porra quente.
Foi uma foda proibida, selvagem e inesquecível, com a Carol se entregando como uma verdadeira putinha insaciável no sofá da casa do próprio pai.
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