A gente tava de férias na chácara da família no interior de Minas Gerais. Casa velha no meio do mato, trilha de uns dez minutos até o lago. A prainha era particular, bem escondida, só a gente e mais uns poucos usavam. O lago era enorme, várias outras praias mas a nossa ficava no fundo, quase impossível chegar de carro. Perfeita pra ficar pelado sem dor de cabeça.
Eu tava com a minha mulher e a Bianca, nossa filha. Ela era de boa, mas ultimamente tava virando uma puta vagabunda. Shortinho curto sem calcinha, top apertado marcando os mamilos, rebolando na frente dos meus amigos quando eles apareciam na chácara. Eu via tudo. Ficava puto mas meu pau inchava toda vez. Ela respondia mal pra mãe, sumia de casa, voltava com areia no joelho e no cotovelo. Eu sabia o que rolava.
No primeiro dia ela vestiu short branco colado. Molhou na água e ficou transparente. Passou na frente de mim várias vezes se curvando. A bunda empinada quase na minha cara. Meu pau ficou duro no short. Tive que ir no mato bater uma pensando nela.
No segundo dia peguei ela no sofá. Mãe na cozinha. A Bianca com a mão dentro do short se tocando, gemendo baixinho, olhos fechados. Eu fiquei na porta uns segundos olhando. Pau latejando. Depois fingi que tava passando e ela tirou a mão rápido, ficou vermelha. Não falei nada. Guardei na cabeça.
No terceiro dia brigou com a mãe por roupa. Disse que ia pro lago sozinha. Mãe proibiu mas ela foi. Eu fui atrás sem ela ver. Cheguei na praia e ela tava com dois caras mais velhos. Biquíni fio dental, um deles passando a mão na cintura descendo pro rabo. Ela rebolava e ria. Voltei pra casa puto e com tesão. Quando ela chegou tava com areia no joelho.
Hoje a mãe resolveu ir pra cidade com as amigas. Ia passar o dia todo. A Bianca disse que ia ficar na chácara. Mentira. Eu sabia que ela ia pro lago de novo.
Acordei cedo. Sol já quente. Casa quieta. Mulher já tinha saído. Porta do quarto da Bianca fechada. Pus o short de banho, peguei a toalha e desci a trilha. Mato úmido, sol filtrando nas folhas. Cheguei na prainha. Vazia. Ótimo.
Tirei o short e pendurei no galho com a toalha. Fiquei pelado. Meu pau um pouco encolhido pelo ar fresco mas eu sabia que ia crescer logo. Deitei na areia quente. Fechei os olhos. Sol secando a pele. Meu pau mole apontando pro lado. Pensei na Bianca. Na minha filha mal comportada. Na putinha que ela tava virando. Como eu queria castigar ela. Foder ela até ela virar boa menina. Ou pelo menos minha putinha só pra mim. Meu pau deu uma mexida e começou a endurecer devagar.
Não sei quanto tempo fiquei ali. Sol já alto quando ouvi barulho na água. Abri os olhos devagar. E vi a Bianca.
Ela tava na beira do lago tirando o biquíni. Corpo bronzeado brilhando. Seios firmes, mamilos duros. Xoxota com listrinha fina de pelos loiros. Ela se virou e me viu. Me perguntou o que eu tava fazendo ali pelado.
Eu me levantei devagar. Pau agora semi-duro crescendo mais rápido com ela pelada na minha frente. Falei que eu que perguntava o que ela tava fazendo pelada sozinha. Mãe achava que ela tava em casa. Ela deu de ombros mas os olhos desceram pro meu pau e ficaram grudados. Disse que tinha vindo tomar sol sozinha. Mentira. Eu falei que ela veio encontrar algum cara de novo. Que eu via como ela se comportava. Vestindo como puta, deixando os caras tocar, respondendo mal pra mãe. Que ela era mal comportada pra caralho e precisava de castigo.
Eu caminhei até ela. Pau balançando quase duro agora. Grosso pesado cabeça aparecendo. Ela mordeu o lábio não saiu correndo continuou olhando pro meu pau. Perguntou se tava gigante assim por causa dela. Eu parei na frente dela peguei no meu pau sacudi devagar. Falei que era isso que ela queria ver. O pau do pai duro por causa da putaria dela.
Eu pus a mão no ombro dela empurrei devagar pra baixo. Falei pra ela ir de joelhos agora. Que ia começar a pagar pelo mau comportamento. Ela desceu devagar joelhos na areia rosto na altura do meu pau duro. Tocou com os dedos. Mão pequena não fechava ao redor. Disse que a gente não podia que era errado. Eu falei que errado era ela ser vadia com os outros. Com o pai ia aprender a ser boa. Mandei chupar.
Ela hesitou uns segundos abriu a boca lambeu a cabeça devagar. Língua quente. Depois chupou a cabeça girando a língua. Eu gemi baixo. Ela chupou mais fundo tentando enfiar mais. Engasgou um pouco cuspe escorrendo pelo queixo pingando nos peitos. Eu segurei a cabeça dela com as duas mãos não forcei deixei ela ir no tempo. Falei que era isso sua putinha chupar o pau do pai. Que esse era o começo do castigo.
Ela olhava pra cima enquanto chupava. Olhos um pouco marejados. Peitos balançando com o movimento. Meu pau latejava na boca dela. Depois de um tempo tirei o pau da boca. Tava todo molhado de saliva. Mandei ela levantar e virar de costas.
Ela resmungou mas obedeceu. Apertei a bunda dela com as duas mãos abri as nádegas. Xoxota tava molhada brilhando no sol. Enfiei dois dedos devagar nela. Ela soltou um gemido. Falei que tava molhada pra caralho. Que gostava de chupar o pau do pai. Ela disse que gostava. Tirei os dedos lambi eles. Gosto dela. Mandei agora de quatro na areia.
Ela se ajoelhou de quatro bunda empinada pra mim. Eu me ajoelhei atrás esfreguei a cabeça do pau na entrada da xoxota molhada. Falei que ela ia levar o pau do pai agora. Como castigo por ser mal comportada. Empurrei devagar. Cabeça grossa abriu ela devagar. Ela soltou um gemido longo e baixo. Disse que tava doendo que meu pau era muito grande. Falei calma sua putinha ia entrar tudo.
Fui entrando centímetro por centímetro. Buceta dela apertada apertando meu pau. Até estar todo dentro bolas coladas na bunda dela. Porra que buceta gostosa da minha filha. Comecei a meter devagar segurando a cintura dela. Batendo de leve na bunda. Deixando ela sentir cada pedaço do pau. Ela gemia a cada metida empurrando o rabo pra trás um pouco. Pediu pra eu foder ela castigar a vagabunda.
Eu meti um pouco mais forte mas ainda controlado. Som molhado da buceta enchendo a praia. Pau saindo brilhando voltando fundo. Olhei pro lado pro mato. Tinha um casal mais longe na praia. Eles tavam parados olhando pra gente. Mulher de joelhos chupando o pau do cara enquanto assistiam.
Eu sorri. Deixa eles verem. Deixa verem o pai castigando a filha puta na praia. Continuei metendo agora um pouco mais rápido. A Bianca gemia mais alto. Tirei o pau dei um tapa na bunda dela. Mandei sentar no meu colo agora.
Eu sentei na areia pau duro apontando pra cima. Ela se virou segurou o pau com a mão desceu devagar. Buceta engolindo tudo de novo até o fundo. Ela rebolou devagar gemendo. Eu chupei os peitos dela chupando os mamilos duros. Falei que ela era minha agora. Minha filha vagabunda. Ia ser castigada sempre que precisasse. Ela disse que era minha. Que fodesse ela.
Eu segurei a bunda dela fiz ela subir e descer no meu pau. Devagar profundo. Foi quando eu vi mais gente. Do outro lado da praia uns quatro jovens dois caras e duas garotas. Eles tavam jogando bola mas pararam pra olhar. Um dos caras tava com a mão dentro do short batendo punheta. As garotas olhavam fixo uma com a mão entre as pernas.
A Bianca viu também mas não parou. Rebolou mais forte. Eu ri baixo. Falei olha só sua putinha todo mundo vendo você levar pau do pai. Gosta de ser vista né. Ela gemeu mais alto. Disse que gostava. Que deixasse eles verem. Que castigasse a filha vadia.
Eu meti mais forte agora pélvis batendo na bunda. Buceta fazendo barulho molhado. Tava perto. Segurei ela parada pau fundo dentro. Falei não goza ainda sua puta. Castigo é você aguentar o pau do seu pai. Ela tremia buceta apertando meu pau.
Tirei ela de cima pus de quatro de novo. Falei agora eu vou gozar dentro dessa buceta. Encher você de porra. Meti forte rápido. Bolas batendo na bunda. Ela gritava de prazer. Pediu pra eu gozar dentro encher ela.
Eu dei umas últimas metidas e gozei. Jatos quentes enchendo a buceta dela. Ela gozou junto corpo tremendo todo buceta apertando e soltando meu pau.
Quando terminei tirei o pau devagar. Porra grossa escorrendo da xoxota dela pingando na areia. A Bianca caiu de lado na areia ofegante corpo suado brilhando no sol.
Eu me levantei pau ainda meio duro pingando. Falei que isso foi só o começo do castigo. Que ela era minha putinha agora. Castigo continuava enquanto a gente estivesse aqui.
Ela olhou pra mim olhos brilhando rosto vermelho. Disse que queria mais castigo.
A gente se vestiu devagar. Biquíni dela tava molhado short meu também. Voltamos pela trilha pro mato. Sol alto agora.
No caminho eu pensava. Essa filha vagabunda ia precisar de muito mais castigo. E eu ia dar com meu pauzão. Até ela aprender a se comportar. Ou pelo menos até eu cansar de foder ela.
Chegamos na casa. Mãe ainda não tinha voltado.
A Bianca foi pro quarto dela. Eu fui pro meu……
