Eu sou a Jéssica, 18 anos, morando na periferia com meu pai Seu Jorge e minha irmã Mariana. Meu pai é aquele homem respeitado pra caralho na rua, mas em casa ele vira outro bicho. Ele me apresentou pro padre da paróquia como a filha perfeita, mas ninguém imagina o que rola de verdade entre nós. Naquela quarta-feira de confissão, depois de eu e Mariana confessar com o padre Luiz, meu pai soltou a bomba: o padre ia jantar lá em casa.
Eu já fiquei molhadinha só de imaginar o que ele tava tramando. Mariana, toda inocente, ficou animada escolhendo o vestidinho azul, achando que era só uma visita santa. Eu sabia que não. Meu pai sempre misturava religião com nossas putarias mais safadas. Enquanto me arrumava, meu corpo já tava pegando fogo de excitação misturada com medo do caralho.
O padre chegou com aquele olhar penetrante que me deixava inquieta pra porra. Durante o jantar, meu pai falando de obediência e pecado, o padre completando com papo de pureza e tentação. Parecia um jogo psicológico doentio que só fazia minha bucetinha latejar. Depois do jantar, fomos pra sala e meu pai mandou eu mostrar pro padre como eu era obediente.
Eu comecei a tirar a roupa devagar, sentindo os olhos dos dois queimando em mim. Fiquei só de lingerie, depois meu pai puxou minha calcinha pro lado, mostrando minha bucetinha depilada e meu cuzinho pro padre ver. Ele passou a mão na minha bundinha redondinha e começou a dedar minha pepeca suculenta bem na frente do padre. Eu gemia baixinho, já encharcada, enquanto Mariana assistia chocada, mordendo o lábio.
Meu pai mandou eu ajoelhar e chupar a rola dura do padre. Eu obedeci, engolindo aquela vara grossa e salgada na boca, sentindo ela pulsar enquanto o padre gemia rouco. Enquanto eu mamava gostoso, meu pai foi pra cima da Mariana, sussurrando no ouvido dela e começando a acariciar seus peitinhos por cima do vestido. A safadinha começou a gemer também, confusa mas claramente excitada.
O padre trocou de lugar, foi pra cima da minha irmãzinha. Tirou o vestido dela, deixou só de calcinha e abocanhou aqueles peitinhos bicudinhos, chupando com fome enquanto esfregava a bucetinha dela por cima da calcinha. Mariana se contorcia toda, gemendo alto, entregando pro prazer proibido. Meu pai me puxou pro colo dele, enfiando os dedos na minha bucetinha molhada, me fazendo rebolar em cima da rola dele enquanto eu via tudo.
A sala virou um puteiro sagrado, cheia de gemidos, cheiro de tesão e pecado. O padre dedando a bucetinha virgem da Mariana, eu cavalgando nos dedos do meu pai até gozar gostoso na boca dele. Mariana também explodiu num orgasmo louco, tremendo inteira nas mãos do padre.
Depois daquela noite, tudo mudou pra sempre entre nós. Foi uma foda intensa de desejo e transgressão que nunca vou esquecer.
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