Porra, eu sou a Larissa, uma safada casada que não aguenta mais ficar só na vontade. Meu marido Jorge adora me exibir por aí, mostra minha bundinha redondinha e empinada pra todo mundo babar, mas na hora de me foder direito ele deixa a desejar. Meus peitos fartos ficam pedindo boca e minha xoxota molhada implora por uma rola grossa que me rasgue de verdade.
Aí, num dia quente pra caralho, enquanto o corno tava no trampo, eu chamei o Paulo, meu amante da faculdade. Ele chegou e eu já abri a porta de shortinho apertado, xaninha marcando forte, sorriso bem safado no rosto. Mal fechei a porta e o filho da puta já grudou em mim, beijando meu pescoço, descendo pra chupar meus peitinhos com fome. Eu gemia baixinho, sentindo a bucetinha encharcar na hora.
Ele enfiou a mão no meu short e sentiu como eu tava melada. “Nossa, como você tá molhada, adoro essa bucetinha gulosa”, sussurrou no meu ouvido. Eu olhei bem safada pra ele e soltei: “Hoje eu quero dar meu cuzinho pra você, tá?”. O tesão no rosto dele foi imediato. Tirei a roupa dele rapidinho e comecei a chupar aquela rola grossa, engolindo fundo, sentindo ela pulsar na minha garganta. O Jorge nunca me comeu assim, nunca me deu o que eu precisava de verdade.
A gente foi pro sofá, depois pro quarto. Eu deitei de quatro, mostrei meu cuzinho apertadinho todo piscando de tesão. Paulo cuspiu, posicionou a cabeça da rola e foi enfiando devagar no meu rabo. Doeu gostoso pra caralho, mas eu pedi: “Mete com força, amor, vai!”. Ele socou fundo, a cama rangendo, meus gemidos enchendo o quarto inteiro. Meus seios balançavam a cada estocada bruta, eu rebolava no pau dele sentindo meu cuzinho ser arrombado com vontade.
Mas aí o pior aconteceu. A porta da frente abriu. Era o meu marido chegando mais cedo. Puta que pariu, o coração quase saiu pela boca. Empurrei o Paulo pro lado, me vesti correndo enquanto ele se escondia atrás da cortina, pau duro ainda na mão. O Jorge entrou no quarto, olhou pra mim com cara de desconfiado, e eu tive que fingir que tava tudo normal, coração batendo feito tambor.
Consegui mandar o Paulo escapar pela sacada enquanto o corno tomava banho. Quase fomos pegos no flagra, quase levei vara no cuzinho e fui descoberta. A adrenalina misturada com o tesão me deixou louca o resto do dia. Ainda sinto o pau dele me abrindo, ainda sinto o medo delicioso de ser flagrada.
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A tensão ficou no ar por dias, o segredo queimando dentro de mim, até que não aguentei mais e tudo veio à tona. Mas isso é outra história. Por enquanto, só sei que meu cuzinho ainda late de saudade daquela rola que quase me fodeu enquanto o marido tava em casa.
Se liga no vídeo e goza junto comigo nessa loucura.
