E aí, eu tava voltando da faculdade numa sexta chuvosa pra caralho, de saia curta e blusa apertada que marcava meus peitos bem gostoso. A chuva caía forte, mas em vez de correr pra casa, parei numa praça que normalmente é cheia de gente e que tava completamente vazia por causa do temporal. Entrei no coreto pra me abrigar um pouco, secando o corpo, quando dois caras altos, morenos e com aquele olhar bem safado se aproximaram.
Um deles, o Rodrigo, veio direto e me prensou contra a parede do coreto, beijando meu pescoço e mordendo meus lábios enquanto o outro, o Pedro, chegou por trás deslizando as mãos na minha cintura até apertar meus peitinhos. Meu corpo inteiro esquentou na hora. Rodrigo enfiou a mão por baixo da saia, tocando minha bucetinha já molhada por cima da calcinha, e Pedro levantou minha blusa pra chupar meus mamilos com vontade. Eu gemia entre os dois, completamente entregue.
Logo tirei a rola grossa do Pedro pra fora e me ajoelhei ali mesmo no chão molhado pra mamar gostoso. Enquanto eu chupava com fome, Rodrigo levantou minha saia e começou a meter o dedo na minha bucetinha apertada, depois enfiou a pica dele bem fundo, socando forte enquanto eu continuava mamando o outro pau. A chuva caía em cima da gente, misturando com o suor e os líquidos do tesão. Era uma sensação louca de estar sendo comida ali, em público.
Depois eles me colocaram inclinada num banco da praça. Rodrigo deu um tapa forte na minha bunda e enfiou a rola na minha bucetinha de novo, metendo sem piedade. Pedro enfiou o pau na minha boca, fodendo minha garganta enquanto eu gemia com a boca cheia. O ritmo ficou frenético, meus peitos balançando e a chuva batendo na pele. Foi quando um terceiro cara, o Marco, apareceu e se juntou à brincadeira, apertando meus peitos e se masturbando esperando a vez.
Eles me viraram de um jeito que fiquei completamente dominada. Um metendo na bucetinha, o outro arrombando meu cuzinho apertado ao mesmo tempo, enquanto eu chupava o terceiro pau com vontade. Os três paus enormes me preenchendo, tapas na bunda, mãos apertando meus seios, gemidos misturados com o barulho da chuva. Eu gozei gostoso pra caralho, sentindo a bucetinha e o cuzinho pulsando ao redor das rolas deles.
Eles não pararam. Continuaram me comendo forte até que gozaram um atrás do outro: um enchendo meu cuzinho de porra quente, o outro inundando minha bucetinha e o último jorrando no meu rosto e nos peitos. Fiquei toda melada, estasiada, sorrindo com o corpo tremendo de prazer.
Depois a gente se deitou na grama da praça, recuperando o fôlego, sentindo a porra escorrendo entre minhas pernas enquanto a noite caía. Foi uma suruba intensa, selvagem e inesquecível bem no meio da praça pública.
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