Contos Erotico

Contos Erotico — Papai Me Comeu No Cú No Motel E Eu Virei A Vadiazinha Dele

Eu sou a Júlia, uma morena de 18 anos com corpo que deixa qualquer macho babando, e moro nessa cidadezinha do interior de Minas onde todo mundo se conhece. Meu pai, o Carlos, é aquele caminhoneiro durão, forte pra caralho, com barba por fazer e um pau que eu senti duro encostando na minha bunda quando ele chegou em casa depois de semanas na estrada. Ele me olha daquele jeito safado, fala putaria direto, diz que eu tô ficando uma puta gostosa e que se não fosse meu pai ele já tinha me comido até eu gritar.

Naquela noite ele me pegou na cozinha, encostou o corpo quente no meu e sussurrou no ouvido que eu tava cada dia mais deliciosa. Meu coração disparou, a bucetinha ficou molhada na hora e eu não consegui me afastar. Depois ele saiu do banho só de toalha, peito molhado, músculos marcando, e eu quase gozei só de olhar. Ele me chamou pro sofá, puxou minha toalha e me deixou pelada na frente dele. O pau dele tava duro pra caralho, grosso, pulsando, e eu esfreguei minha xoxota encharcada nele sem conseguir me controlar.

Papai me levou pro quarto, me jogou na cama e comeu minha bucetinha com a língua até eu gozar gritando no rosto dele. Depois enfiou aquele pauzão dentro de mim, me socando forte, me chamando de filha safada enquanto eu gemia pedindo mais. Eu gozei de novo, apertando ele, e ele encheu minha buceta de porra quente. No dia seguinte no carro ele já me fez chupar enquanto dirigia, depois me fodeu no banco de trás do estacionamento do supermercado, me fazendo sentar no pau dele até gozar de novo.

Meses depois a vontade de sentir ele no meu cuzinho só crescia. Eu me masturbava pensando no pau grosso arrombando meu cu apertado, imaginando a dor gostosa de ele me possuir completamente. Quando ele me levou pro motel eu já tava louca de tesão. Ele me mandou tirar a roupa, passou lubrificante no meu cuzinho e enfiou o dedo devagar, me fazendo gemer como uma vadia. Depois veio o pau, abrindo meu cu centímetro por centímetro, me esticando toda enquanto eu gemia alto.

Ele meteu no meu cu com força, segurando meu quadril, me chamando de putinha do papai, socando fundo até eu gozar de novo, tremendo inteira. Eu sentia cada pulsação dele dentro do meu cu, aquela brutalidade que me deixava louca. Ele gozou gemendo rouco, enchendo meu cuzinho de leite quente. Depois do banho ele ainda me beijou e disse que eu era toda dele.

Essa foi a primeira vez que papai me arrombou o cu, mas eu sei que tem muito mais putaria pela frente. Ele me ensina cada vez mais a ser a vadiazinha dele, me comendo onde e como quer.

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